Presidenta falou com o colega durante dez minutos e parabenizou o colega pela reeleição

A presidente Dilma Rousseff telefonou nesta quinta-feira para o presidente norte-americano, Barack Obama , e manifestou seu desejo de ampliar as relações comerciais entre os dois países. Após parabenizar o colega pela reeleição, Dima também aproveitou para combinar  uma reunião bilateral para discutir novos acordos econômicos.

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"Durante a conversa, que durou 10 minutos, a presidente afirmou que a vitória (de Obama) foi importante para o Brasil e para o mundo", dizia um comunicado oficial. A presidente expressou a seu colega americano sua intenção de trabalhar "pela ampliação das relações entre os dois países, em especial nas áreas comercial e de investimentos", acrescentou.

Barack Obama comemora reeleição em Chicago com a mulher, Michelle, o vice, Joe Biden, e a mulher dele, Jill (07/11)
AP
Barack Obama comemora reeleição em Chicago com a mulher, Michelle, o vice, Joe Biden, e a mulher dele, Jill (07/11)

O presidente americano, por sua vez, "agradeceu o telefonema" e concordou com Dilma no desejo de "fortalecer as relações" entre os Estados Unidos e o Brasil, primeira e sexta economia do mundo, respectivamente.

Obama disse que estará focado em resolver os problemas fiscais dos Estados Unidos, mas que gostaria de se reunir com Dilma assim que possível, segundo o comunicado.

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Barack Obama falou por telefone, nesta quinta-feira, com outros 13 líderes políticos além de Dilma Rousseff, entre eles o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu e o presidente egípcio, Mohamed Mursi, que o haviam felicitado após a sua reeleição na terça, informou a Casa Branca.

O presidente também conversou com as lideranças de Alemanha, França, Reino Unido, Arábia Saudita, Austrália, Índia, Turquia, e Colômbia, segundo seu gabinete.

"Durante cada telefonema, ele agradeceu a seus colegas por sua amizade e por sua parceria. Ele também manifestou o desejo de manter uma cooperação estreita no futuro com esses países", segundo a Casa Branca.

Os Estados Unidos são o segundo sócio comercial do Brasil depois de China.

Com AFP

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