Acidente com caminhão de combustível deixa 22 mortos na Arábia Saudita

Após colidir com um viaduto, carreta explodiu e derrubou um prédio industrial na capital Riad

iG São Paulo |

Pelo menos 22 pessoas morreram depois que um caminhão de combustível colidiu com um viaduto na capital da Arábia Saudia, Riad, nesta quinta-feira. O choque e a explosão acabou provocando derrubando um edifício industrial, disseram testemunhas e a mídia local.

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As emissoras de televisão Al Arabiya e Al Jazeera disseram que pelo menos 111 pessoas ficaram feridas. O canal de TV da Arábia Saudita Al-Ekhbariya também citou uma autoridade da defesa civil informando o mesmo número feridos no acidente.

Reuters
Destroços são vistos em local de acidente na capital Riad, Arábia Saudita: cerca de 111 feridos

Segundo a agência de estatal SPA, o caminhão bateu em uma ponte, causando um vazamento de gasolina e, em seguinda, uma explosão próxima a um depósito de veículos e maquinaria pesada na região.

"O motorista do caminhão foi surpreendido por um acidente em seu caminho, fazendo com que batesse em um dos pilares da ponte", disse o porta-voz capitão Mohamed Hubail Hammadi.

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O edifício de vários andares foi quase ao nível do chão por causa da explosão. Vários prédios adjacentes foram danificados e veículos nas proximidades, incluindo um microônibus no viaduto, pegaram fogo, disseram testemunhas.

Imagens da TV e fotos publicadas em redes sociais mostraram um corpo deitado ao lado de veículos queimados e pelo menos dois corpos carbonizados sentados em um carro.

Mais de 100 membros de equipes de emergência foram vasculhar os destroços no viaduto e buscar vítimas nos escombros do prédio, que abrigava as operações de Zahid Tractor, uma distribuidora de máquinas pesadas.

"Eu estava dentro do prédio quando a explosão aconteceu. Em seguida, boom, o prédio desabou. Móveis, cadeiras e armários explodiram na sala em que estava", disse o sobrevivente Kushnoo Akhtara, um trabalhador paquistanês de 55 anos, que estava coberto de sujeira e sangrando com vários cortes pelo corpo.

Com Reuters

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