Obama e democratas arrecadam recorde de US$ 181 milhões em setembro

Campanha arrecada equivalente a R$ 367,6 milhões no último mês, quando mais de 1,8 milhões de eleitores fizeram contribuições

iG São Paulo |

A campanha do presidente americano Barack Obama e seus aliados democratas arrecadaram US$ 181 milhões (cerca de R$ 367,6 milhões) em setembro, ajudando no levantamento de fundos que podem ser cruciais na parte final da corrida pela Casa Branca.

A campanha de Obama disse via Twitter que 1.825.813 pessoas doaram para a campanha no mês passado. Destes, 567 mil eram novos doadores. A maior parte das doações - 98% - foi de US$ 250 (R$ 507,7) ou menos. A média das doações foi de US$ 53 (R$ 107,6).

Leia também:  Menor taxa de desemprego desde 2009 é alívio para Obama

AP
Republicano Mitt Romney e democrata Barack Obama, rivais na eleição presidencial americana

A campanha de Obama se orgulha de sua base de doadores de pequenas quantias, acreditando que isso dá uma vantagem ao presidente. Desde que a campanha começou oficialmente em abril de 2011, 3,9 milhões de pessoas doaram, disseram os democratas.

Na sexta-feira, Obama recebeu outra boa notícia: de acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, a taxa de desemprego do país caiu para 7,8% em setembro , o menor índice desde 2009.

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O relatório quebrou uma "barreira psicológica" importante antes da eleição de 6 de novembro: nenhum presidente americano foi reeleito com taxa de desemprego acima de 8% desde a Grande Depressão.

A expectativa dos economistas era de que a taxa aumentasse em relação a agosto, quando ficou em 81,%. Foram criadas 114 mil vagas em setembro e uma revisão dos números anteriores mostrou que o número de empregos criados durante o ano é maior do que se pensava: 86 mil postos não tinham entrado na conta.

"Hoje, acredito que, como nação, estamos caminhando para frente de novo", disse Obama, durante comício na Virgínia. O rival de Obama na eleição, Mitt Romney , afirmou que uma taxa de desemprego de 7,8% "não é a cara de uma recuperação real".

Com Reuters

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