Estados Unidos retiram funcionários de embaixada em Tripoli, na Líbia

Governo americano não divulgou número de diplomatas envolvidos na medida de segurança

iG São Paulo |

O governo dos Estados Unidos decidiu, nesta quinta-feira, retirar parte dos diplomatas baseados na embaixada americana em Tripoli, na Líbia. As autoridades locais não afirmaram quantos membros da delegação deixariam o local, nem por quanto tempo eles ficariam ausentes. Esta é mais uma medida de segurança após o atentado de 11 de setembro contra o consulado dos EUA em Benghazi, que matou quatro pessoas.

Segundo fontes ligadas ao governo americano, a resolução seria reavaliada novamente na próxima semana. "Essa é uma medida temporária para dar segurança aos nossos funcionários", afirmou um membro do Departamento de Estado. "Vamos revisar essa medida na próxima segunda-feira e vamos avaliar a situação da segurança na cidade", concluiu.

AP
Vigília diante da embaixada dos Estados Unidos na Líbia

Atentado

Uma semana após a morte do embaixador Christopher Stevens na Líbia, a Casa Branca afirmou que todas as evidências levam a crer que o ataque à representação do país foi organizado por um grupo terrorista. Nesta quinta-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que uma comissão do congresso foi nomeada para coordernar as investigações a respeito do atentado.

Leia também: Segurança de diplomatas no mundo árabe é 'prioridade', diz Obama

"É evidente que o ataque a embaixada dos Estados Unidos foi realizado por terroristas", afirmou um dos porta-vozes do governo, Jay Carney. "Nossa representação foi atacada de maneira violenta e o resultado são quatro americanos mortos", concluiu.


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