A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, afirmou que seguirá com política de sanções para desestabilizar economia iraniana

Nesta segunda-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, afirmou que não planeja emitir um ultimato ao Irã, contrariando o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O mandatário do Estado judáico havia dito, em uma entrevista a um canal de televisão do Canadá, que Israel e Estados Unidos estudavam traçar uma "linha vermelha" com intenção de interromper o programa nuclear iraniano.

Hillary Clinton durante coletiva de imprensa (arquivo)
AP
Hillary Clinton durante coletiva de imprensa (arquivo)

"Não vamos estabelecer um prazo. Sempre observamos o que eles (os iranianos) estão fazendo", declarou Hillary Clinton em entrevista publicada pelo Departamento de Estado.

A retórica de acusações entre Israel e Irã cresceu nessas últimas semanas. O primeiro-ministro israelense apelou às comunidades internacionais, principalmente os Estados Unidos, seu maior aliado, que a única saída para colocar fim à escalada de tensões seria traçar uma "linha vermelha" para o país comandado por Mahmoud Ahmadinejad.

Leia mais: Irã realiza grande exercício de defesa aérea

Já os Estados Unidos preferem manter-se fiel à política de sanções econômicas. "Nossa mensagem tem sido muito clara: devemos impor sanções mais fortes, através da comunidade internacional", finalizou Hillary.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.