Michelle Obama leva primeiras-damas ao bairro onde cresceu em Chicago

Durante cúpula da Otan, mulher do presidente americano promove visita a centro educacional em South Side, onde passou infância

iG São Paulo |

Enquanto líderes mundiais participavam da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Chicago, nos Estados Unidos, no domingo, a primeira-dama americana, Michelle Obama, levou as mulheres dos governantes para conhecer o bairro South Side, onde passou sua infância.

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AP
A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, e Valérie Trierweiler, companheira do líder francês, François Hollande, visitam aula de culinária em centro de Chicago

O grupo visitou o Centro Juvenil Gary Komer, que oferece atividades culturais, cursos e reforço escolar para crianças e adolescentes do bairro, onde cerca de 90% das famílias são de baixa renda.

Michelle, que passou a infância a poucas quadras da instituição, estava acompanhada das primeiras-damas da Albânia (Teuta Topi), da Croácia (Sanja Mu Sic Milanovic), da Noruega (Ingrid Schulerud), da Turquia (Hayrunnisa Gul) e da França ( Valérie Trierweiler ). Anne-Mette Rasmussen, casada com o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, também participou da visita.

"Eu as trouxe aqui porque tenho muito orgulho de onde cresci, e quis mostrar a todos algumas das coisas maravilhosas que estão acontecendo aqui em South Side", disse a primeira-dama dos EUA antes de uma apresentação de ginástica rítmica ao som de "My Kind of Town", cantada por Frank Sinatra.

"Cresci como vocês", disse Michelle a um grupo de crianças negras. " Minha família não tinha muito dinheiro, nem meu pai nem minha mãe tiveram a oportunidade de fazer faculdade, e a maioria das pessoas no meu bairro não teve esse chance também."

Boa aluna, Michelle ganhou bolsa em uma escola especial de Chicago, e depois se formou em Sociologia em Princeton e Direito em Harvard.

A cúpula da Otan começou no domingo , em meio a uma série de protestos nas ruas de Chicago. Líderes de mais de 50 países discutirão principalmente a retirada de tropas aliadas do Afeganistão .

Com Reuters

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