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EFE
CINGAPURA - Os chefes de Estado ou governo das 21 economias do fórum Ásia-Pacífico, adiaram a decisão de criar uma zona de livre comércio regional, mas se comprometeram a adotar medidas conjuntas para facilitar os negócios entre seus países.
Em comunicado conjunto emitido após o término da cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, realizado em Cingapura, os líderes da região indicaram que continuarão explorando a construção de um bloco para a criação de área de livre comércio no futuro.
Os membros do Apec, cujas economias representam 54% do Produto Interno Bruto (PIB) global e do qual fazem parte nove países do G20, assinaram em 1994 a "Declaração de Bogor", mediante a qual se comprometeram a liberalizar o comércio na região da Ásia-Pacífico em 2010, as economias mais avançadas, e em 2020, as do grupo das atrasadas.
Os líderes anunciaram a iniciativa de Austrália, Canadá, Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, Japão, Nova Zelândia e Cingapura para ativar a denominação de origem para que os negócios que disponham desse certificado aproveitem os acordos de livre comércio bilaterais e inter-regionais.
As economias do Apec também se comprometeram a reduzir em 5% o custo dos negócios, em 2010, e a conseguir que em 2015 os custos, tempo e procedimentos burocráticos para comerciar ou negociar sejam inferiores em 25%.
O Apec é integrado por Austrália, Brunei, Canadá, Chile, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Papua Nova Guiné, Peru, Rússia, Cingapura, Tailândia, Taiwan e Vietnã.
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