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Comandante mata 12 em massacre em base militar dos EUA

06/11 - 01:50 - EFE

EFE - v1

Washington, 5 nov (EFE)- Um psiquiatra e comandante do Exército dos Estados Unidos protagonizou hoje um massacre na base militar de Fort Hood, no Texas, na qual morreram 12 pessoas e 31 ficaram feridas. As autoridades identificaram o autor do ataque como o comandante Nidal Malik Hassan, de 39 anos, que sobreviveu ao tiroteio posterior ao ataque e está hospitalizado em condição estável, disse o general Bob Cone, comandante da unidade militar, em entrevista coletiva. "Os relatórios preliminares indicam que ele agiu sozinho", disse Cone, confirmando a morte de dez militares e dois civis, além de 31 feridos. Ao referir-se a Malik Hassan, Cone informou que "sua morte não é iminente". Inicialmente foi divulgado que Malik Hassan tinha morrido e que outros dois soldados tinham sido detidos como suspeitos. O militar não explicou o porquê da informação errada sobre a morte do comandante, mas indicou que provavelmente se deve aos momentos de agitação e tensão no hospital onde eram atendidos os feridos. Meios de comunicação locais, que citaram fontes militares, disseram que os dois soldados foram liberados após confirmar-se que não tinham tido participação no incidente, considerado o mais grave ocorrido em uma base militar nos EUA. O ataque aconteceu às 13h30 hora local (17h30 de Brasília) no centro de preparação desta que é a maior base militar dos EUA, que acolhe cerca de 42 mil pessoas. Cone acrescentou que se averiguam os motivos, mas a senadora Ka...

"São homens e mulheres que tomaram a decisão valente e altruísta de arriscar, e em algumas ocasiões dar, a vida por nós a cada dia", afirmou Obama.

Altos funcionários da Casa Branca se reuniram após o incidente na Sala de Crise para obter mais informações.

O secretário de Defesa, Robert Gates, disse: "Meus primeiros pensamentos e orações estão com os feridos e com as famílias das vítimas, assim como com aqueles que vivem e trabalham em Fort Hood".

O Governador do Texas, Rick Perry, ordenou após o incidente que as bandeiras do estado ondeiem a meio mastro, e expressou que por enquanto se trabalha na identificação das vítimas e em localizar a suas famílias.

Este fato vem a somar-se a um ano de especial tensão no Exército dos EUA que, com duas guerras em andamento, registrou um aumento nos casos de desordens mentais e de suicídios.

A própria base de Fort Hood foi cenário nos últimos dois anos de vários incidentes violentos, o último deles há três meses, quando um soldado matou a outro em uma briga na casa de um deles.

Em meados do ano passado um soldado assassinou a tiros a seu tenente e depois se suicidou e em julho deste ano um soldado foi acusado de matar a outro companheiro de sua divisão, após retornar do Iraque. EFE ojl/fk




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