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04/11 -
07:09
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EFE
WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, completa nesta quarta-feira o primeiro ano desde a vitória que o levou à presidência com duas guerras abertas, crise econômica e um novo golpe dos republicanos, que venceram na terça-feira as eleições na Virgínia e em Nova Jersey.
Para o primeiro presidente afro-americano da história dos EUA, não haverá celebrações e seu programa de trabalho inclui apenas uma viagem ao estado de Wisconsin, onde pronunciará um discurso sobre educação.
Além dos golpes eleitorais, o primeiro ano desde sua histórica vitória eleitoral surpreende Obama em meio à busca de uma nova estratégia para o conflito no Afeganistão e uma pronta decisão sobre se envia ou não mais tropas a esse país.
Queda de popularidade
As pesquisas também mostram uma queda da popularidade de Obama, que chegou a 70% quando ele assumiu a presidência, em janeiro deste ano, é agora é de cerca de 55%.
A popularidade foi impulsionada pela promessa de fechar no prazo de um ano a prisão de Guantánamo, propiciar um acordo de paz para o Oriente Médio, assim como seus anúncios de que um plano de estímulo conseguiria tirar o país da recessão.
Mas essas promessas parecem ter sido mais difíceis de cumprir do que o líder pensava.
O fechamento de Guantánamo até janeiro de 2010 parece impossível e seu governo nem sequer determinou o que fazer com os mais de 220 detidos.
A reabertura de negociações no Oriente Médio segue distante e, no Iraque, os atentados dos últimos dias parecem ter colocado em xeque seu anúncio de que a maior parte das tropas de combate sairia desse país em meados do próximo ano e o resto, no final de 2011.
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