21/11 - 11:11 - AFP
Recorrer a uma estratégia militar mais agressiva é a única solução para a escalada da pirataria nas costas somalis, segundo Martin Jensen, diretor da companhia Frontline, líder mundial do transporte de petróleo.
Jensen disse que a Frontline, que tem uma frota de 80 petroleiros, está planejando pedir a seus barcos que evitem as águas somalis no Oceano Índico e no Golfo de Aden, e passem pelo Cabo da Boa Esperança caso uma força internacional não seja mobilizada rapidamente.
Também enfatizou que a pirataria não é um problema que possa ser resolvido por apenas uma companhia.
O armador norueguês Odfjell afirmou ainda na segunda-feira que também optará pela rota de circula o Cabo da Boa Esperança, mais longa e mais cara, porém mais segura.
Outra grande companhia mundial de transporte de petróleo, a Neptune Orient Lines (NOL), com sede na Cidade de Cingapura, indicou que está acompanhando de perto a situação no Golfo de Aden, mas, por enquanto, não desviou seus navios.

Mapa mostra a região do sequestro
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