29/10 - 18:27 - Redação com AFP
Um general de brigada do exército americano ficou ferido, nesta segunda-feira, na explosão de uma bomba em uma estrada ao norte de Bagdá. Ele foi levado para um hospital militar na Alemanha onde será tratado, anunciou o exército em um comunicado. Segundo a rede "CNN", ele é o americano com o posto mais alto a ser ferido no Iraque desde o início de sua invasão, em 2003.
O general de brigada Jeffrey Dorko, que comanda a divisão da região do Golfo do corpo de engenheiros do exército americano, viajava em um conboio escoltado por um grupo privado de segurança quando a bomba foi detonada.
"Os ferimentos do general de brigada Dorko não colocam em risco sua vida. Está estável e foi transferido para um hospital militar americano em Landstuhl, Alemanha", segundo o comunicado.
Iraque ocupado
Os EUA invadiram o Iraque em 20 de março de 2003 com a justificativa de que o regime então controlado por Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa. A ação não teve apoio do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), mas o governo de George W. Bush conseguiu aliados importantes na Europa como o então premiê britânico, Tony Blair, e os primeiros-ministros da Itália, Silvio Berlusconi, e da Espanha, José Maria Aznar. A chamada 2ª guerra do Golfo durou até o dia 1º de maio daquele ano e desde então tropas lideradas pelos EUA ocupam o país.
Invasão do Iraque
Os EUA invadiram o Iraque em 20 de março de 2003 com a justificativa de que o regime então controlado por Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa. A ação não teve apoio do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), mas o governo de George W. Bush conseguiu aliados importantes na Europa como o então premiê britânico, Tony Blair, e os primeiros-ministros da Itália, Silvio Berlusconi, e da Espanha, José Maria Aznar. A chamada 2ª guerra do Golfo durou até o dia 1º de maio daquele ano e desde então tropas lideradas pelos EUA ocupam o país.
O presidente iraquiano, Saddam Hussein, foi deposto e fugiu. Tropas dos EUA o encontraram em 2004. Seu julgamento foi marcado pelo assassinato de três advogados de defesa, a troca do juiz-chefe e sucessivos adiamentos e interrupções. Ele foi condenado a forca por crimes contra a humanidade por um júri iraquiano. Saddam foi executado em 30 de dezembro de 2006.
Desde o começo da ocupação, o Iraque entrou em um processo de convulsão social. As diferentes etnias iraquianas - curdos, xiitas e sunitas - lutam entre si e contra os invasores. O governo do premiê Nuri Al-Maliki tenta contemplar essas lideranças em uma coalizão. Até hoje, cerca de 79 mil iraquianos morreram na invasão. As tropas dos EUA perderam mais de 3 mil homens desde o começo da ação. Atualmente 160 mil soldados norte-americanos estão no país e 30 mil devem voltar para casa até 2008.
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