19/10 - 16:15 - Redação com agências internacionais
RIO DE JANEIRO - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou nesta sexta-feira novas sanções contra a junta militar de Mianmá, frustrado com os esforços que considera inúteis para forçar o governo a avançar em direção a reformas democráticas.
"Que as coisas continuem como sempre é inaceitável", disse Bush em uma declaração na Casa Branca, onde também fez um apelo à China e à Índia para que aumentem a pressão sobre o regime birmanês.
Na semana passada, a primeira-dama dos Estados Unidos, Laura Bush, tinha antecipado, em artigo publicado no jornal econômico "The Wall Street Journal", que Washington estava preparando novas sanções contra o Governo de Mianmá.
Desde o início dos protestos, em meados de setembro, Laura Bush vem expressando publicamente seu interesse pela evolução dos eventos em Mianmá, e inclusive chegou a telefonar para o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Os Estados Unidos já impuseram sanções contra Mianmá no início do mês, depois da brutal repressão por parte do regime militar contra os protestos pró-democracia, que deixaram 13 mortos.
Com informações da EFE e da AFP
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