02/07 - 12:22 - AFP

Os dois carros-bomba utilizados nos fracassados atentados em Londres deviam ser detonados pela ligação recebida nos celulares colocados nos dois veículos, mas que não funcionaram por motivos técnicos, informou o jornal Evening Standard nesta segunda-feira.
As chamadas feitas nesses telefones permitiram que a polícia rastreasse as pessoas envolvidas com os ataques frustrados.
Os telefones deveriam provocar a explosão quando recebessem a chamada, mas não conseguiram provocar a detonação dos bujões de gás com pregos colocados nos dois carros Mercedes.
Os autores desses ataques ligaram duas vezes para o carro estacionado do lado de fora da discoteca "Tiger Tiger", em Haymarket, e quatro vezes para o carro parado na rua Cockspur, a uns 200 metros dali, a pouca distância de Trafalgar Square.
Essa ligações conduziram os detetives a endereços em Liverpool, Glasgow e Staffordshire, em West Midlands (Inglaterra), informou Evening Standard.
rjm/cn
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