publicidade

 


Home > Notícia
  • Tamanho do texto
  • A
  • A

Kenzo desfila nova coleção no Prêt-à-Porter de Paris

03/03 - 17:36 - EFE

Paris, 3 mar (EFE) - O tango, interpretado, dançado, cantado, medido em castelhano, iluminou hoje a passarela do estilista italiano Antonio Marras para a Kenzo, em um dos desfiles mais luxuosos do dia no Prêt-à-Porter de Paris para o outono-inverno 2006-2007. Generosos, excessivos, extraordinários, os vestidos de Marras, seus ponchos esvoaçantes, seus casacos de peles, suas calças pregueadas, suas saias grandes e compridas, terminadas às vezes em um estreito talhe alto, outras simplesmente marcando a cintura, foram um verdadeiro presente estético. Coletes negros bordados de flores vermelhas sobre camisas com mangas de abas largas, brancas ou escocesas, por exemplo, blusas brancas esvoaçantes com cauda atrás e grandes bolsas ofereceram uma imagem ideal de mulher e feminilidade. Os chapéus cordobês acompanharam cada um dos modelos apresentados, seguido pelas calças cinzentas, altas e estreitas, de toureiro e dançarino, com seu correspondente bolero. As cores não foram muitas. Tudo era negro, vermelho, verde, branco, cinza, fúcsia e turquesa, tonalidade realçada freqüentemente com bordados prateados.

Grandes flores vermelhas em contraste com o negro, quadros escoceses vermelhos combinados com negros e verdes, peles brancas e negras para volumosos casacos com talhe na cintura, e um vestido longo verde e preto, com grande cauda e o torso totalmente bordado, deliciaram o público.

Pouco depois, o Carrousel do Louvre se abriu para a coleção gótica e barroca quase inteiramente negra do espanhol José Castro.

Além do negro, em complicados e volumosos conjuntos, compridos ou curtos, pregueados, drapeados, com múltiplas abas, combinado em algumas ocasiões com prendas de lamé prateadas, a outra cor usada por José Castro foi o azul celeste em calças, saias e jaquetas de elaboradíssimas estruturas.

Já o trabalho de Guy Laroche nem sempre caiu no gosto da imprensa especializada, com zíperes colocados inesperadamente em vestidos longos de noite, plumas e peles onde, talvez, teria sido melhor manter uma certa austeridade.

O estilo mini do russo Chapurin convenceu com seus vestidos adornados com mangas curtas e pequenos toques prateados e de cores vivas, como o amarelo, o verde ou o fúcsia, sempre sobre calças legs opacas metalizadas.

A programação de hoje do evento contava com desfiles da Hermès, Chloe, Martin Grant, Antonio Berardi, Barbara Bui e John Galliano.

EFE lg db/dgr




US Multimídia


Publicidade


Enquete