Bagdá, 24 fev (EFE).- O primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, disse hoje que, desde o começo do novo plano de segurança para Bagdá, em 13 de fevereiro, as forças de segurança mataram 400 supostos insurgentes e detiveram outros 426, segundo um comunicado oficial.
A nota acrescentou que os "terroristas" tinham sido abatidos ou detidos em diferentes operações, revistas e confrontos.
Maliki lembrou que "o plano de segurança de Bagdá tem como objetivo desmontar a infra-estrutura das organizações que servem de plataforma de lançamento para os ataques terroristas".
Além disso, ressaltou que, com a destruição destas organizações, "sejam formadas por iraquianos ou por estrangeiros", há o impedimento da intervenção estrangeira nos assuntos iraquianos.
Além disso, esclareceu que a estratégia não se limita a Bagdá e que, assim que termine dentro dos limites nos quais atualmente se desenvolve, será estendida para perseguir os terroristas em todas as províncias.
O plano de segurança, batizado de "Aplicamos a Lei", do qual participam 85.000 agentes de segurança iraquianos e americanos, tem como objetivo a restauração da segurança na capital iraquiana e seus arredores. EFE am-jfu an