29/01 - 13:25 - EFE
Rio de Janeiro, 29 jan (EFE) - Dos sinais de fumaça dos índios às modernas videoconferências através do telefone celular, o Museu das Telecomunicações do Rio de Janeiro oferece uma viagem pelas invenções que mudaram o mundo da comunicação. O espaço, que abre amanhã suas portas ao público, é o primeiro museu dedicado às telecomunicações no Brasil e reúne história, ciência e entretenimento. Em uma área de pouco mais de 200 metros quadrados, o visitante poderá viajar por toda a história da comunicação humana através de uma infinidade de janelas informativas, imagens, sons, vídeos e objetos que reconstroem a relação do homem com as novas tecnologias da comunicação. A cantora Maria Bethânia dará as boas-vindas aos visitantes com a canção "Oração ao Tempo", de seu irmão Caetano Veloso, que fala sobre a preocupação eterna do homem com a conquista do tempo e do espaço. Os próprios protagonistas da evolução tecnológica contam em primeira pessoa as motivações que os levaram à busca e à descoberta de objetos cotidianos para o homem de hoje como o telefone, o fax ou a internet. O espectador pode escutar as vozes da escritora Clarice Lispector, de Sigmund Freud e de Thomas Edison graças a gravações sonoras inéditas. Além disso, na sala Profetas do Futuro o visitante poderá conhecer personalidades que tiveram uma visão futurista da humanidade em diferentes momentos da história, como Leonardo da Vinci, Platão, Goethe e o arquiteto Oscar Niemeyer. No sa...
A exposição é formada por mais de 200 objetos, entre os quais estão um exemplar do primeiro PC vendido no mundo, guias de telefone digitalizadas que revelam o endereço de cariocas ilustres e todos os modelos de telefone que existiram ao longo da história debaixo do orelhão.
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