100.000 pessoas vão às ruas de Pyongyang contra as sanções da ONU

Mais de 100.000 pessoas foram nesta segunda-feira às ruas de Pyongyang para denunciar a condenação da ONU ao mais recente teste nuclear realizado pela Coreia do Norte, segundo meios oficiais norte-coreanos.

AFP |

Na concentração desta segunda-feira, o secretário do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, Kim Ki-nam, acusou os Estados Unidos de estarem por trás das sanções.

"Isto é intolerável contra a dignidade dos coreanos, é também um ato criminoso, arrogante, que viola sua soberania", disse Kim sobre a resolução, citado pela agência oficial do regime comunista.

Personalidades políticas e militares, assim como estudantes e norte-coreanos de diversas procedências participaram do ato.

O Conselho de Segurança da ONU havia endurecido na sexta-feira suas sanções contra a Coreia do Norte em resposta ao teste nuclear efetuado por Pyongyang em 25 de maio, ao qual condenou vigorosamente.

Em sua resolução 1874, aprovada por unanimidade, o Conselho de Segurança instaurou um sistema reforçado de inspeções de carregamentos aéreos, marítimos e terrestres com destino à Coreia do Norte, inclusive em alto-mar, além de decidir uma ampliação do embargo sobre armas.

O texto também prevê um endurecimento das sanções financeiras contra Pyongyang, ampliando a lista das entidades norte-coreanas cujos bens no exterior serão congelados, incluindo indivíduos nesta lista.

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