Pai biológico de filhos de Michael é o dermatologista do cantor, diz imprensa

Los Angeles (EUA), 30 jun (EFE).- O cantor americano Michael Jackson, que morreu na quinta-feira passada, não é o pai biológico de seus dois filhos mais velhos, Prince Michael, de 12 anos, e Paris Michael, de 11 anos.

EFE |

Segundo a revista "US Weekly", o verdadeiro pai das crianças é Arnold Klein, o dermatologista que cuidava do artista numa clínica de Los Angeles Era para Klein que trabalhava Debbie Rowe, a enfermeira que foi casada com Michael de 1996 a 1999 e que deu à luz a Prince e Paris.

"Ele é o pai. Ele e Debbie assinaram um acordo dizendo que nunca revelariam a verdade", escreveu a revista, que diz ter confirmado a informação com várias fontes.

Em 2002, Rowe admitiu que suas duas gestações tinham sido um favor pessoal feito a Michael. Mas ela nunca comentou se teve ou não relações sexuais com o músico.

"Disse: 'Vamos fazer isto. Você precisa ser pai e foi muito bom comigo", declarou a enfermeira na época.

A falta de vínculo biológico entre Michael e seus filhos seria extensível ao terceiro deles, Prince Michael II, de 7 anos.

De acordo com o site "TMZ.com", o mais novo dos herdeiros do artista foi encomendado a uma mãe de aluguel de identidade desconhecida.

A página disse ainda que os filhos mais velhos do cantor também não tem parentesco nenhum com Rowe.

Filhos e bens

Seus filhos e bens já estão legalmente sob a guarda de Katharine Jackson, mãe do rei do pop. A Suprema Corte de Los Angeles concedeu a Katherine Jackson a responsabilidade de proteger os bens do filho até a próxima audiência, em 6 de julho, quando a justiça tentará definir os alcances legais da decisão e da tutela das crianças.

Enquanto emergem diversos problemas legais sobre os aspectos inconclusos da morte repentina do cantor na quinta-feira, seu pai, Joseph Jackson, explicou na segunda-feira que a família aguarda os resultados da segunda autópsia para definir a data do funeral.

"Ainda não estamos preparados para isto (o funeral) porque estamos esperando algo mais. Queremos saber o que aconteceu com Michael", afirmou Joseph Jackson ao lado do reverendo e ativista político Al Sharpton.

Autópsia

A família Jackson pediu uma segunda autópsia independente por considerar que não estão claras as circunstâncias nem o papel do médico particular que acompanhava o cantor, Conrad Murray.

A primeira autópsia do Instituto Médico Legal descartou, em um informe preliminar, suspeitas criminais, mas advertiu que era necessário aguardar entre quatro a seis semanas para os resultados finais.

Relembre as fases da carreira de Michael Jackson; veja o vídeo:


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