Farmácia em Beverly Hills é incluída em investigação sobre morte de Michael

Los Angeles (EUA), 21 ago (EFE).- Funcionários da Agência Antidrogas Americana (DEA, na sigla em inglês) incluíram hoje uma farmácia de Beverly Hills, em Los Angeles, como parte da investigação sobre a morte de Michael Jackson, informou o site especializado em notícias sobre celebridades TMZ.

EFE |

As autoridades se apresentaram com uma ordem judicial na drogaria Mickey Fine Pharmacy, para buscar evidências de que o estabelecimento vendia substâncias controladas de forma irregular.

A farmácia era frequentada pelo médico Arnold Klein, dermatologista de Michael durante anos e antigo chefe da enfermeira Debbie Rowe, ex-mulher do "rei do pop" e mãe biológica de seus dois filhos mais velhos.

Outros médicos que cuidavam do cantor também teriam comprado remédios nesta farmácia, da qual o artista também teria obtido medicamentos que necessitam de prescrição, como Demerol.

A frequência com a qual o artista comprava remédios na farmácia era tamanha que, em 2007, a Mickey Fine o denunciou pela falta de pagamento de uma conta superior a US$ 100 mil, apesar das partes terem chegado a um acordo e o julgamento ter sido evitado.

O registro da DEA se soma aos realizados pelos agentes antinarcóticos em outros locais em Las Vegas e Houston, relacionados com as atividades do ex-médico pessoal de Michael durante seus últimos três anos de vida, Conrad Murray.

As autoridades tentam juntar provas que demonstrem que houve um homicídio involuntário na morte do "rei do pop", praticado por Murray.

Esta semana, Murray fez sua primeira aparição pública através de um vídeo na internet no qual se mostrava confiante de que "a verdade prevalecerá".

O canal de televisão "Fox" anunciou que Murray seria detido em um prazo de duas semanas, acusado de homicídio, mas a Promotoria de Los Angeles alegou que a informação é falsa.

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