LaToya diz que Jackson foi assassinado por dinheiro

Irmã do astro reafirma sua teoria dizendo que Michael "valia muito mais morto do que vivo"

EFE |

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Jermaine Jackson ao lado de Latoya Jackson: irmãos lamentam morte de Michael um ano depois
Passado quase um ano da morte de Michael Jackson, LaToya segue convencida de que o irmão foi assassinado por dinheiro. Em entrevista ao canal "GMTV", a artista afirma que Michael "valia muito mais morto do que vivo" e que "foi assassinado por seu catálogo de músicas". LaToya diz nunca ter duvidado de que o "rei do pop" foi morto. "Desde o dia que descobri que Michael não estava mais conosco, quando minha mãe me gritou no telefone, logo em seguida me perguntei quem tinha feito isso", conta.

A acusação não é nova, já que semanas depois da morte de Michael a cantora deu várias entrevistas não só sustentado a tese do assassinato, mas também dizendo saber a identidade dos assassinos. "Houve uma conspiração. Acho que foi tudo pelo dinheiro. Michael valia mais de US$ 1 bilhão em ativos por direitos de difusão musical e alguém o matou por isso. Ele valia mais morto do que vivo", destacou então.

Até agora, apenas o médico pessoal de Michael, Conrad Murray, foi processado por relação com a morte do artista, acusado de homicídio culposo. Jermaine Jackson também aproveitou a proximidade do aniversário de um ano da morte do irmão para fazer declarações, neste caso para afirmar que Michael deveria ter se convertido ao Islamismo , como ele mesmo fez há alguns anos. "Acho que se Michael tivesse abraçado o Islã ainda estaria aqui hoje", disse  em entrevista à "BBC", em que também afirma que a família "nunca superará" o ocorrido.

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