Islã teria salvado Michael Jackson, diz Jermaine

Para irmão mais velho do astro, cantor deveria ter deixado os Estados Unidos e se convertido ao islamismo

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Jermaine Jackson: "Michael lia muito"
O "rei do pop" Michael Jackson não teria sido morto se tivesse se convertido ao Islã, considerou seu irmão Jermaine em entrevista a ser divulgada nesta quinta-feira.

Às vésperas do primeiro aniversário da morte do astro norte-americano, Jermaine Jackson declarou ao BBC World Service que seu irmão tinha que ter ido embora dos Estados Unidos.

"Se Michael tivesse escolhido o Islã ainda estaria aqui, e eu o digo por muitos motivos", declarou o irmão mais velho do astro, que é muçulmano.

"Por quê? Porque quando a pessoa tem perfeitamente claro na mente quem é e o porquê disso, você e as pessoas que o cercam mudam para melhor. Ganham força", acrescentou.

Jermaine explicou que levou para Michael livros da Arábia Saudita e de Bahrein. "Ele os estudava, lia muito", contou. Na entrevista, Jermaine Jackson afirma que seu irmão não era contrário a converter-se.

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