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    <title>Último Segundo :: Mauricio Stycer</title>
    <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/</link>
    <description>Mauricio Stycer</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:31:17 -0300</pubDate>
    <lastBuildDate>Fri, 20 Nov 2009 11:31:17 -0300</lastBuildDate>
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      <title><![CDATA[Último Segundo :: Mauricio Stycer]]></title>
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      <title><![CDATA["Lua Nova" tem tumulto e histeria na pré-estreia em São Paulo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/11/20/lua+nova+tem+tumulto+e+histeria+na+pre+estreia+em+sao+paulo+9133963.html</link>
      <description>Com ingressos esgotados em todas as salas onde foi exibido, a pré-estreia de &#x93;Lua Nova&#x94;, na noite de quinta-feira, confirmou o que se espera desta continuação da saga do &#x93;Crepúsculo&#x94;: adolescentes enlouquecidas, com direito a muita gritaria, suspiros e choro dentro e fora dos cinemas. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://jovem.ig.com.br/"&gt;Veja o especial Lula Nova&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No Kinoplex Itaim, em São Paulo, houve confusão porque o cinema recebeu apenas duas cópias do filme, mas vendeu ingressos para sessões em três salas, todas à meia-noite. Os espectadores que compraram ingressos para a sala 3 tiveram o dinheiro devolvido ou ganharam um vale, além de um cartaz do filme, a título de compensação.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reprodução&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 250px; HEIGHT: 187px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/201/201/100/7197567.lua_nova_ig_pop_187_249.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;Cena do filme "Lua Nova"&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#x93;Lua Nova&#x94; é o segundo capítulo da história de amor entre a adolescente Bella Swan (Kristen Stewart), agora com 18 anos, e Edward Cullen (Robert Pattinson), um vampiro de 109 anos, mas morto aos 19. Exibido em 2008, o primeiro filme da série, &#x93;Crepúsculo&#x94; arrecadou US$ 400 milhões em todo o mundo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Pattinson é o novo Leonardo di Caprio no imaginário das adolescentes. Provoca gritos histéricos por onde passa. Nas telas, quando aparece com o make-up carregado, purpurina no rosto e lábios muito vermelhos, causa reações incomuns em cenas de cinema: barulho, murmúrios, suspiros e gritos se espalham pela sala.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Lutando contra os seus instintos, no primeiro filme, Edward Cullen resiste a dar a mordida fatal em Bella e, ainda por cima, se apaixona pela jovem. Mas percebe, logo no início de &#x93;Lua Nova&#x94;, ao ver sangue nas mãos da menina, que sua índole (e a de seus familiares) é mais forte, o que coloca a vida de Bella em risco.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com um pé em &#x93;Romeu e Julieta&#x94; e outro em &#x93;Harry Potter&#x94;, a escritora Stephenie Meyer construiu sua saga em torno da mais essencial das questões para uma adolescente: a perda da virgindade. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Abandonada pelo vampiro Edward, Bella sofre horrores durante meses, até que se reaproxima de um amiguinho do primeiro capítulo, o índio Jacob Black (Taylor Lautner), agora sem camisa, encorpado e com segundas intenções.&amp;nbsp; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Bella acaba sentindo uma queda por Jacob, mas vai sofrer outra decepção ao descobrir que o menino é, na verdade, um lobisomem. E lobisomens, como todo mundo sabe, não se dão com vampiros. É assim, literalmente, entre a cruz e a caldeirinha, mendigando um beijo aqui e outro ali, que Bella vai passar os 130 minutos de &#x93;Lua Nova&#x94;. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;À saída da sessão, às 2h20 da manhã de sexta-feira, enquanto dezenas de adolescentes procuravam seus pais à saída do Kinoplex Itaim, muitas trocavam impressões sobre o filme. &#x93;Chorei muito na hora em que ele (Edward) falou que ia embora&#x94;, dizia uma. &#x93;Também chorei muito&#x94;, dizia a amiga. &#x93;Eu só lacrimejei&#x94;, respondeu a terceira.&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:27:17 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/11/20/lua+nova+tem+tumulto+e+histeria+na+pre+estreia+em+sao+paulo+9133963.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Estado soube dos planos do PCC dez dias antes dos ataques, mostra documentário]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/11/17/estado+soube+dos+planos+do+pcc+dez+dias+antes+dos+ataques+mostra+documentario+9120079.html</link>
      <description>Dois meses depois de &#x93;Salve Geral&#x94;, um segundo filme, um documentário da rede norte-americana Discovery Channel, tenta entender e explicar os violentos ataques da organização criminosa PCC contra autoridades policiais ocorridos durante três dias de maio de 2006.&amp;nbsp;O programa, que estreia no próximo dia&amp;nbsp;29, também mostra o pânico que parou São Paulo e a polêmica reação policial que se seguiu aos ataques criminosos. &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/15/estado+negociou+com+pcc+acusa+o+filme+salve+geral+8456923.html"&gt;&lt;STRONG&gt;Estado negociou com PCC, acusa o filme "Salve Geral"&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;P&gt;Entre os dias 12 e 14 de maio ocorreram 280 ataques do PCC, que causaram 46 mortes (entre policiais e agentes penitenciários), 78 feridos e 82 ônibus incendiados. Na sequência destes ataques, 493 pessoas foram mortas por armas de fogo; 122 eram criminosos ou suspeitos que a polícia afirma terem reagido à prisão.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE border=0 cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 279px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/42/42/42/7181376.sao_paulo_sob_ataque_cultura_279_419.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Programa do Discovery Channel produziu reencenações dos ataques em São Paulo&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt; &lt;P&gt;Dirigido por Rodrigo Astiz, &#x93;São Paulo Sob Ataque&#x94; acusa o Estado de ter conhecimento dos planos do PCC com dez dias de antecedência e não ter feito nada para preveni-los. A tese é da jornalista Fátima Souza, da Rede Record, que deu consultoria à produção do filme.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Autora do livro &#x93;PCC, a Facção&#x94;, Fátima acompanha os passos do PCC desde a criação da organização, em meados dos anos 90. &#x93;Tive a informação de duas fontes diferentes, ambas da Polícia, uma do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), outra do Denarc (Departamento de Investigações contra Narcóticos)&#x94;, disse.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Como mostra &#x93;São Paulo Sob Ataque&#x94;, vários dos policiais mortos foram atacados fora do horário do serviço. O filme entrevista a mulher de um policial morto e um ex-policial que sobreviveu a 11 tiros. Ambos os depoimentos lamentam o fato de que a tropa não tinha a informação que a cúpula da polícia dispunha sobre a iminência dos ataques do PCC. Em seu depoimento, o ex-PM Carlos Alberto Oliveira diz: &#x93;A finalidade era atingir o Estado. Acertaram a minha carcaça. Do Estado, não recebi nada&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Segundo Fátima Souza, depois de encerradas as rebeliões nos presídios e os ataques nas ruas de São Paulo, a reação da polícia foi desproporcional. &#x93;A polícia cometeu excessos. Trabalho nessa área há 25 anos e há 25 anos tenho medo da Rota [Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar, um braço da PM de São Paulo].&#x94;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;São Paulo sob Ataque&#x94; explicita a existência de um conflito entre duas das principais autoridades do Estado na ocasião, o secretário de Segurança Saulo de Castro Abreu e o secretário da Administração Penitenciária Nagashi Furukawa. Segundo o filme, Castro defendia o atendimento das reivindicações dos presos, como forma de encerrar os ataques nas ruas, contra a opinião de Furukawa. Ambos deixaram seus cargos ao longo de 2006. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;O documentário também mostra que os ataques só pararam depois que uma representante dos presos, a advogada Iracema Vasciaveo, visitou o líder do PCC, Marco Herbas Camacho, o Marcola, na penitenciária e pediu que ele intercedesse junto aos membros da organização. O Estado nega ter feito qualquer acordo com os presos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A advogada não quis dar depoimento para o programa, da mesma forma que o delegado Godofredo Bittencourt, então diretor do Deic. Segundo depoimento de Marcola à CPI do Tráfico de Armas, ainda em 2006, ele foi levado à presença de Bittencourt no dia 12 de maio, quando começaram os ataques, apresentou ao delegado as suas reivindicações e ouviu dele que elas seriam encaminhadas ao secretário Furukawa.&lt;BR&gt; &lt;BR&gt;Ao final de &#x93;São Paulo Sob Ataque&#x94;, o atual secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, afirma que a polícia desenvolveu instrumentos, na área de investigação e inteligência, que permitem afirmar a impossibilidade de ocorrer um novo ataque do PCC nos moldes dos de 2006. Segundo Ferreira Pinto, os ataques fazem parte de &#x93;um passado tenebroso&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O secretário relata no filme que a Polícia de São Paulo abortou recentemente uma ação do PCC organizada dentro das penitenciárias. Fátima Souza, mais cética, diz que a ação foi apenas adiada.   &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Além dos depoimentos, "São Paulo Sob Ataque" reencena algumas situações, especialmente os ataques do PCC a diversos ônibus e a reação da polícia. O documentário será exibido no Discovery Channel no domingo, 29 de novembro, às 20h.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Assista ao trailer de "São Paulo Sob Ataque":&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;  &lt;P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=ATAQUES+PCC" target=_top&gt;ataques do PCC&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:30:39 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Filme propõe olhar "desarmado" sobre a violência no Rio de Janeiro]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/11/12/filme+propoe+olhar+desarmado+sobre+a+violencia+no+rio+de+janeiro+9078987.html</link>
      <description>Esqueça &#x93;Tropa de Elite&#x94;, &#x93;Ônibus 174&#x94; e &#x93;Cidade de Deus&#x94;. O estreante Eduardo Valente apresenta ao público, a partir desta sexta-feira (13), um filme sobre a violência no Rio sem as cenas que estamos acostumados a ver. &#x93;No Meu Lugar&#x94; não propõe soluções, não aponta culpados, não oferece respostas prontas e ainda deixa o espectador intrigado. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://www.omelete.com.br/cine/100023406/CINEMA__Estreias_da_Semana__13_11_.aspx"&gt;&lt;STRONG&gt;Conheça as outras estreias da semana no Omelete&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na cena inicial, vemos um policial militar atender aos apelos de uma mulher, que pede socorro na rua, e entrar numa casa luxuosa. Parece uma situação de assalto. Ouvimos dois tiros, mas não enxergamos o que ocorreu. A partir deste ponto, &#x93;No Meu Lugar&#x94; vai contar três histórias, passadas em três momentos diferentes, todas relacionadas de alguma forma à casa onde ocorreu a cena inicial.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/165/165/64/7141419.no_meu_lugar_cultura_280_418.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Raphael Sil e Luciana Bezerra em "No Meu Lugar", longa de estreia de Eduardo Valente&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No tempo em que ocorre a ação vista na cena inicial, acompanhamos o cotidiano do policial militar, suspenso por sua atuação no caso, com seus amigos e sua filha. No passado recente, somos apresentados a um entregador de compras de supermercado, que mora numa favela próxima. Num tempo que se passa cinco anos depois da cena de abertura, uma mulher volta com seus dois filhos e o novo marido para esvaziar e vender a casa onde morou até ficar viúva.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&#x93;No Meu Lugar&#x94;, diz Eduardo Valente, propõe ao espectador acompanhar de perto essas histórias, esses pequenos dramas, com todas as incertezas e ambiguidades que apresentam. &#x93;O que me interessa são as pequenas cenas, as histórias&#x94;, afirma o cineasta. &#x93;Estou menos preocupado com &#x91;o que&#x92; vai acontecer e mais com &#x91;como&#x92; vai acontecer.&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 199px; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/166/166/65/7141420.eduardo_valente_cultura_300_199.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;"O filme ão deixa o espectador adotar&lt;BR&gt;uma postura fácil", alerta Valente&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#x93;Como cineasta&#x94;, explica Valente, &#x93;o meu interesse é entrar em contato com o universo micro, a verdade desses pequenos momentos, o sentimento das pequenas coisas&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Nesta busca, &#x93;No Meu Lugar&#x94; se recusa a utilizar artifícios para chocar ou emocionar o espectador, e vai contra a corrente da maioria dos filmes que enfrenta o tema da violência. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;O filme nasce da vontade de pensar sobre como o fenômeno da violência é tratado de forma geral. Mais do que ir contra, é o desejo de ver algo que não consigo enxergar no cinema, no jornalismo, na ficção. Todos se aproveitam da catarse, mas não se aprofundam, dão respostas óbvias&#x94;, aponta Valente.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Numa sociedade em que os números (ibope, audiência, tiragem) regem às coisas, é normal esse caminho. Mas não me interessa. Nem sempre o caminho mais fácil, mais catártico, é o melhor&#x94;, diz.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No seu esforço de evitar o clichê, &#x93;No Meu Lugar&#x94; mostra um Rio de Janeiro menos conhecido (a ação se passa na rua Alice, em Laranjeiras), o que inclui uma visão incomum da favela, atores com pouca ou nenhuma exposição na televisão e uma montagem que exige atenção e paciência. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Aos 34 anos, Valente adverte: &#x93;Não fiz um filme experimental, nem impossível de se relacionar, mas ele não deixa o espectador adotar uma postura fácil. O espectador precisa estar disposto a trabalhar junto com o filme&#x94;. Em outras palavras: &#x93;Não tem uma bengala dizendo: agora você tem que sentir isso&#x94;.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&#x93;No Meu Lugar&#x94; estreia nesta sexta-feira no Rio de Janeiro (seis cópias), São Paulo (três), Santos e Salvador (uma em cada). Até fevereiro, terá sido exibido em todo o País.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2009/11/12/estreia+no+meu+lugar+aborda+tensao+de+classes+no+rio+9078948.html"&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;"No Meu Lugar" aborda tensão de classes no Rio&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &#xD;
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&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cannes/2009/05/12/eduardo+valente+volta+a+cannes+desta+vez+com+estreia+em+longa+metragem+6088900.html"&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Eduardo Valente volta a Cannes, desta vez com estreia em longa&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Assista ao trailer de "No Meu Lugar":&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=EDUARDO+VALENTE" target=_top&gt;Eduardo Valente&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:58:20 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/11/12/filme+propoe+olhar+desarmado+sobre+a+violencia+no+rio+de+janeiro+9078987.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Ugo Giorgetti filma os dilemas da "sociedade do prazer"]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/30/ugo+giorgetti+filma+os+dilemas+da+sociedade+do+prazer+8979982.html</link>
      <description>Sem apresentar um filme desde 2004, o cineasta Ugo Giorgetti comparece à Mostra de Cinema de São Paulo com dois novos projetos, que serão exibidos em sequência neste sábado (31), no Unibanco Arteplex. &lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 120px; HEIGHT: 60px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/470/219/17/6983408.selo_mostra_cultura_60_120.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Como de hábito, Giorgetti coloca o dedo na ferida, propondo discutir temas incômodos, mas fundamentais, que caracterizam todo o seu cinema (&#x93;Festa&#x94;, &#x93;Sábado&#x94;, &#x93;O Príncipe&#x94;, entre outros).&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em &#x93;Paredes Nuas&#x94;, uma madame milionária, cujo marido foi preso por crime financeiro, conversa com seus empregados e seu advogado sobre o futuro. Em &#x93;Solo&#x94;, um idoso solitário expõe para a câmera sua dificuldade em se adaptar aos tempos modernos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/401/150/49/7056485.paredes_nuas_cultura_280_420.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;"Paredes Nuas", de Giorgetti, é um telefilme produzido em parceria com a TV Cultura&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Paredes Nuas&#x94; é um filme de 52 minutos, feito para a televisão, com recursos da Secretaria da Cultura de São Paulo, a ser exibido na TV Cultura. A história se desenrola integralmente na sala de uma mansão, dias depois da prisão do dono da casa, cujo retrato na parede é a única obra de arte que a polícia não recolheu. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A empregada e o motorista, angustiados, refletem sobre o futuro deles, longe do conforto que têm na mansão. O velho advogado da família, perplexo, fala da incapacidade de compreender o crime que seu cliente cometeu. A esposa do empresário, eufórica, se prepara para deixar a casa depois de resgatar os tesouros escondidos numa parede falsa, que escaparam da ação policial.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;O filme dá a idéia, inicialmente, de que vou fazer uma denúncia. Mas isso não é necessário. Todos os jornais já fazem isso&#x94;, diz Giorgetti. &#x93;Pego um desvio. O homem nunca viveu uma época como hoje. Vivemos uma sociedade do prazer. E o prazer vicia.&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Do mais humilde ao mais rico, os hábitos de consumo orientam as preocupações dos personagens de &#x93;Paredes Nuas&#x94; no momento em que estão ameaçados de perder o que têm. &#x93;O sistema coloca a criminalidade como algo possível e quase inevitável para qualquer um&#x94;, acredita Giorgetti. &#x93;Este sistema te coloca à beira da ilegalidade.&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A única solução que vê seria o ascetismo, a fuga para um local isolado, longe das tentações. &#x93;Mas quem se priva?&#x94;, pergunta. &#x93;O supérfluo virou essencial.&#x94; Citando o cineasta italiano Píer Paolo Pasolini (1922-1975), Giorgetti diz: &#x93;Esse é um fascismo da alma, está dentro da gente&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 315px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/390/139/38/7056474.solo_cultura_315_420.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Antonio Abujamra é o único ator do filme apropriadamente chamado de "Solo"&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mais ousado, &#x93;Solo&#x94; é um raro filme com apenas um ator, no caso Antonio Abujamra, que conversa com as câmeras durante 72 minutos. Giorgetti nunca assistiu, mas conhece um projeto semelhante, &#x93;Secret Honor&#x94;, realizado por Robert Altman em 1984, no qual o ator Philip Baker Hall interpreta o ex-presidente Richard Nixon num monólogo de 90 minutos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Giorgetti escreveu &#x93;Solo&#x94; a pedido de outro ator, com características físicas e idade semelhantes a Abujamra, mas a parceria não foi adiante. &#x93;Um dia, conversando com o Abu, mostrei o texto e ele se empolgou.&#x94; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com apoio da TV Cultura, durante dez dias Giorgetti filmou o monólogo, no qual o velho vivido por Abujamra fala da sua terrível solidão, da saudade dos parentes já mortos, dos tempos em que São Paulo era uma cidade agradável de viver, das ruas e praças que foram transformadas. &#x93;Tudo está ficando incompreensível&#x94;, diz o velho. &#x93;A minha é uma solidão como todas as outras.&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Tanto o texto de Giorgetti como a interpretação de Abujamra têm muitos momentos impagáveis. Mas o cineasta, que planeja exibir &#x93;Solo&#x94; no circuito comercial em uma única sala, em horários especiais, está preocupado. &#x93;Sei que esse filme é um tiro no escuro, um projeto de altíssimo risco&#x94;, diz.&amp;nbsp; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;- &#x93;Solo&#x94; tem sessões no sábado (31), às 19h10; no Unibanco Arteplex, na segunda-feira (2/11), às 13hs, no Unibanco Arteplex; e na terça, às 18h20, no Espaço Unibanco Pompéia. Mais informações sobre o filme no &lt;/EM&gt;&lt;A href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=105"&gt;&lt;EM&gt;site da Mostra&lt;/EM&gt;&lt;/A&gt;&lt;EM&gt;.&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;- &#x93;Paredes Nuas&#x94; tem ainda apenas uma sessão, neste sábado (31), às 17h20, no Unibanco Aretplex. Mais informações, &lt;/EM&gt;&lt;A href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=158"&gt;&lt;EM&gt;aqui&lt;/EM&gt;&lt;/A&gt;&lt;EM&gt;.&lt;/EM&gt; &lt;/P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://www.mostra.org/" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;Veja a&amp;nbsp;programação completa no site da 33ª Mostra de São Paulo&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://omelete.com.br/cine/100022985/ESPECIAL_Mostra_de_SP.aspx"&gt;&lt;STRONG&gt;Acompanhe a cobertura completa do Omelete&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://tvig.ig.com.br/cinema/mostra-internacional-de-cinema/index.htm"&gt;&lt;STRONG&gt;Assista aos trailers dos filmes na TV iG&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=MOSTRA+DE+SAO+PAULO" target=_top&gt;Mostra de São Paulo&lt;/A&gt;, &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=ugo+giorgetti"&gt;Ugo Giorgetti&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:15:18 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/30/ugo+giorgetti+filma+os+dilemas+da+sociedade+do+prazer+8979982.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA["Chacrinha vale um trilhão de vezes mais que a TV idiotizada de hoje", diz cineasta]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/26/chacrinha+vale+um+trilhao+de+vezes+mais+que+a+tv+idiotizada+de+hoje+diz+cineasta+8943957.html</link>
      <description>Um filme que veio para confundir, não para explicar. É com esse bordão, roubado de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, que o diretor Nelson Hoineff está promovendo &#x93;Alô, Alô, Teresinha!&#x94;. O filme ganha sessão especial nesta terça-feira (27), na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com a presença de uma dezena de ex-chacretes, e estreia em todo o País na próxima sexta-feira. &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 291px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/328/77/77/7025350.alo_alo_teresinha_cultura_291_419.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Abelardo Barbosa, o Chacrinha, posa com uma trupe de chacretes nos anos 1980&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 120px; HEIGHT: 60px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/470/219/17/6983408.selo_mostra_cultura_60_120.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Longe de ter a pretensão de biografar Abelardo Barbosa (1917-1988), Hoineff está interessado em mostrar o caráter transgressor do programa que Chacrinha apresentou por quase 40 anos nas TVs Tupi, Globo e Band. &#x93;É um filme sobre a transgressão, não sobre o Chacrinha&#x94;, diz.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Chacrinha foi um dos raros artistas da televisão brasileira que ousou transgredir e não fazer uma tevê pasteurizada. O programa dele vale um trilhão de vezes mais que essa tevê idiotizada e pasteurizada que vemos hoje&#x94;, afirma Hoineff.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 199px; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/334/83/83/7025356.alo_alo_teresinha_cultura_300_199.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Filme usa farto material de arquivo e&lt;BR&gt;entrevistas para recuperar clima da atração&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;O clima do programa do Chacrinha é revisto com a ajuda de um farto material de arquivo, que mostra o apresentador em ação, e uma série impressionante de depoimentos. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Pela tela de &#x93;Alô, Alô Terezinha&#x94; desfilam ex-chacretes, ex-calouros, músicos e colaboradores que fizeram a fama do programa. Todos rememoram o apresentador e falam sobre o impacto da &#x93;Discoteca do Chacrinha&#x94; em suas vidas. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Marca registrada da atração, as chacretes formam o núcleo do filme. Envelhecidas, elas falam com saudade da atração e do apresentador. Dividem-se entre as que reconhecem ter aproveitado os tempos do Chacrinha para fazer programas sexuais e as que afirmam nunca ter visto isto.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Uma chacrete apresenta a lista de todos os cantores famosos com quem saiu (só Roberto Carlos escapou) e a lista dos músicos mais animados nos bastidores. Várias topam vestir os apertados maiôs que usavam na época e Índia Potira, uma das mais famosas, encena um show para as câmeras de Hoineff usando apenas a fantasia, mas sem roupa.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O material sobre as chacretes rendeu tanto que Hoineff está produzindo uma série sobre elas, com 13 episódios, para o Canal Brasil. Com previsão de estreia para fevereiro de 2010, cada episodio contará a história de uma das dançarinas do Chacrinha.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 199px; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/346/95/95/7025368.alo_alo_teresinha_cultura_300_199.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Rita Cadillac, como não podia deixar de&lt;BR&gt;ser, dá seu testemunho no documentário&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Diferentes calouros que se submeteram à buzina do Chacrinha também dão depoimentos em &#x93;Alô, Alô Terezinha&#x94;. Dois cantores gagos tentam, hoje, entender porque não foram bem-sucedidos, enquanto um outro ex-calouro se diz injustiçado de ter levado a buzina, enquanto Roberto Carlos, que não sabe cantar, segundo ele, faz tanto sucesso.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Ao entrevistar os músicos que passaram pelo programa (de Fabio Junior a Ney Matogrosso, de Beth Carvalho a Byafra, de Gilberto Gil a Agnaldo Timóteo), Hoineff faz com que quase todos cantem, a capela, as músicas que apresentaram no passado, no Chacrinha, produzindo outro efeito de impacto. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Tentei incorporar no filme o ideário anárquico do Chacrinha&#x94;, diz Hoineff, que não aceita a crítica de ter exposto excessivamente as chacretes ou os calouros no filme. &#x93;Essa é uma crítica de pessoas que passam pela vida sem ver a vida. Que não aceitam que atrás da bunda da chacrete gostosa existe uma mulher. E por trás desta mulher existe um ser humano, como todos nós, com seus altos e baixos.&#x94;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Um retrato pessoal de Paulo Francis&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Além de &#x93;Alô, Alô Terezinha&#x94;, Nelson Hoineff apresenta na 33ª Mostra o documentário &#x93;Caro Francis&#x94;, sobre o jornalista Paulo Francis (1930-1997), de quem foi amigo por mais de 20 anos. O filme tem previsão de estrear no circuito comercial em janeiro de 2010.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 236px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/115/115/14/6882853.caro_francis_cultura_236_419.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;O diretor Nelson Hoineff faz retrato íntimo do amigo Paulo Francis em "Caro Francis"&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt; &lt;P&gt;&#x93;Não é uma peça com isenção jornalística&#x94;, avisa o cineasta. &#x93;É uma homenagem carinhosa a um dos mais influentes jornalistas brasileiros na segunda metade do século 20&#x94;, diz. &#x93;E também um dos mais contraditórios.&#x94;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Com a ajuda de depoimentos de amigos, Hoineff discute, sem se aprofundar, alguns temas espinhosos, como a conturbada saída de Francis da Folha de S.Paulo, o seu fracasso como romancista, o processo que sofreu da Petrobras, depois de acusar a cúpula de empresa de manter contas secretas na Suíça, e sua própria morte. Por três dias antes de morrer, Francis queixou-se de dores no braço esquerdo. Foi tratado de bursite, quando poderia estar sofrendo um infarto. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;As ressurreições de Cauby&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;No momento, em São Paulo, Nelson Hoineff grava depoimentos para um documentário sobre o cantor Cauby Peixoto. Como os filmes sobre Chacrinha e Paulo Francis, &#x93;não tem um segundo de biografia&#x94; no novo projeto. &#x93;É um filme sobre recomeço&#x94;, diz.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O filme se intitula &#x93;Começaria Tudo Outra Vez&#x94;. &#x93;Ninguém vai ouvir o depoimento da primeira professora do Cauby&#x94;, promete Hoineff. &#x93;Esse filme é uma tentativa de decifrá-lo.&#x94;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Assista ao trailer de "Alô, Alô, Teresinha":&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;  &lt;P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=CHACRINHA" target=_top&gt;Chacrinha&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;/P&gt;   </description>
      <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:10:49 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/26/chacrinha+vale+um+trilhao+de+vezes+mais+que+a+tv+idiotizada+de+hoje+diz+cineasta+8943957.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Dupla de grafiteiros OsGemeos produz "vertigem" em São Paulo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/23/dupla+de+grafiteiros+osgemeos+produz+vertigem+em+sao+paulo+8918174.html</link>
      <description>SÃO PAULO &#x96; Revelados como grafiteiros, os irmãos Otavio e Gustavo Pandolfo afirmam não se importar muito com a forma como o nome artístico da dupla é escrito. Pode ser OSGEMEOS ou osgêmeos, tanto faz, dizem. Ou também Os Gêmeos. Ou mesmo OsGemeos. &lt;P&gt;O único detalhe que chamam a atenção é para o acento circunflexo em cima da palavra, que preferem suprimir. No mercado internacional, que freqüentam com grande desembaraço, o sinal característico da língua portuguesa mais atrapalha do que ajuda.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br///fotoshow/2009/10/23/osgemeos_611899.html" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;Fotoshow: veja imagens da exposição "Vertigem"&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/10/23/a-agenda-cultural-da-dupla-osgemeos/"&gt;&lt;STRONG&gt;Mauricio Stycer: a agenda cultural da dupla OsGemeos&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;Com uma agenda repleta de atividades, o que inclui exibições&amp;nbsp;programadas para Milão e Lisboa no início de 2010, OsGemeos inauguram uma importante exposição individual neste sábado (24), no Museu da FAAP, em São Paulo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Trata-se de uma versão da mostra que teve início em outubro do ano passado, em Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer, e de lá seguiu, em março deste ano, para o CCBB, no Rio de Janeiro. Quem viu as duas primeiras versões terá dificuldades em reconhecer a que abre agora em São Paulo. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Vilma Slomp / Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/475/224/22/7001449.os_gemeos_cultura_280_418.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;Exposição "Vertigem", em cartaz em São Paulo&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Neste período de um ano, &#x93;Vertigem&#x94; foi incorporando novos elementos até se transformar numa única e impressionante instalação, na qual OsGemeos mostram por que são hoje reconhecidos como importantes nomes da arte contemporânea brasileira. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ao redor de toda a parede do espaço circular do Museu da FAAP, OsGemeos colocaram diferentes trabalhos, de distintas fases, um ao lado do outro, formando um grande e caótico painel. Há telas de todos os tamanhos, algumas fotos, além de uma pintura feita diretamente na parede do espaço. O ambiente se completa com quatro grandes esculturas em madeira, penetráveis, espalhadas pela sala.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&#x93;Com o tempo, a gente viu que podia juntar tudo&#x94;, diz um deles. &#x93;Como se fossem janelas&#x94;, diz o outro. &#x93;Uma vertigem mesmo&#x94;, acrescenta o primeiro.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Gêmeos idênticos, aos 35 anos, Gustavo e Otavio têm o hábito de falar quase ao mesmo tempo, um completando a frase do outro. Registrar quem diz o quê durante uma entrevista é um exercício complicado, que eles próprios consideram desnecessário. &#x93;Coloca que foi OsGemeos que falou&#x94;, dizem.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O conhecido traço dos Gêmeos, esboçado inicialmente nas paredes das ruas de São Paulo e hoje em exibição em galerias e museus do mundo todo, reproduz muito do olhar sensível dos artistas para personagens &#x93;invisíveis&#x94; que trafegam pelas grandes cidades, desenhados com um humor quase juvenil.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;A rua é uma escola&#x94;, diz um. &#x93;A gente vem da rua&#x94;, diz o outro. &#x93;Muita gente se identifica com o que a gente faz. Interfere, brinca com os personagens, dá nomes a eles&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O nome da exposição, &#x93;Vertigem&#x94;, explicam, fala da ambição de OsGemeos de provocar esse tipo de sensação no público, dentro de um museu. &#x93;Sonhar, sorrir, se as pessoas puderem ficar bem, pra gente já está legal&#x94;, dizem. &#x93;Mexer com os sentidos das pessoas: essa é a função da arte. Se a gente consegue isso, já vale a pena&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na visão dos artistas, todo mundo precisa &#x96; e pode &#x96; se emocionar com a arte. &#x93;Todo mundo tem isso dentro, mas não conhece a portinha, que abre. Entende?&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;OsGemeos falam da função do sonho nos trabalhos mais recentes. Ambos contam que tem desenhado ao amanhecer, logo depois de acordarem, para registrar as lembranças e sensações da noite. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Uma das esculturas na FAAP é um busto gigante montado sobre um Citroen, com a cabeça e o peito abertos. &#x93;Abra o seu peito para as pessoas. Abra a cabeça&#x94;, dizem OsGemeos. Os artistas não têm dúvida que as crianças vão se divertir na exposição, mas querem mais. &#x93;Para as crianças, isso é normal. Tomara que seja legal também para os adultos&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Vertigem&#x94; fica em exibição em São Paulo até o próximo dia 13 de dezembro. Nas próximas duas semanas, um outro trabalho da dupla, o cartaz e a vinheta de abertura da 33ª Mostra de Cinema de São Paulo, estará à vista de todos os paulistanos. E nos dias 12 e 13 de novembro, Gustavo e Otavio Pandolfo vão participar de uma performance no Vale do Anhangabaú, na fase de encerramento das atividades do Ano da França no Brasil.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Serviço&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Visitação: de 25 de outubro a 13 de dezembro, &lt;BR&gt;Horário: De terça a sexta-feira, das 10hs às 20hs; sábados, domingos e feriados, das 10hs às 17hs.&lt;BR&gt;Endereço: MAB - FAAP (Museu de Arte Brasileira - Fundação Armando Alvares Penteado): Rua Alagoas, 903 &#x96; Higienópolis, São Paulo. &lt;A href="http://www.faap.br"&gt;www.faap.br&lt;/A&gt;. Tel: (11) 3662-7198&lt;BR&gt;Entrada Franca&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:56:57 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/23/dupla+de+grafiteiros+osgemeos+produz+vertigem+em+sao+paulo+8918174.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Ex-jogador Cantona é o destaque do filme de abertura da Mostra de São Paulo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/20/ex+jogador+cantona+e+o+destaque+do+filme+de+abertura+da+mostra+de+sao+paulo+8893919.html</link>
      <description>Num ano especialmente esportivo, com documentários programados sobre &lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/15/filme+de+emir+kusturica+ajuda+a+entender+a+argentina+de+maradona+8836983.html"&gt;Maradona&lt;/A&gt;, Mike Tyson e a família Gracie, a 33ª Mostra de Cinema de São Paulo já começa nesta quinta-feira (22) com um filme cuja ação gira em torno da idolatria de um carteiro pelo ex-jogador francês Eric Cantona, um dos ídolos do Manchester United. &lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 120px; HEIGHT: 60px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/470/219/17/6983408.selo_mostra_cultura_60_120.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#x93;À Procura de Eric&#x94;, do inglês Ken Loach, foi exibido pela primeira vez em Cannes, em maio deste ano. Não fez o mesmo sucesso de &#x93;Ventos da Liberdade&#x94;, que levou a Palma de Ouro em 2006, mas provocou sorrisos da plateia &#x96; o que deverá se repetir em São Paulo, a julgar pela recepção que teve nesta terça-feira, em sessão para jornalistas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Eric Bishop (Steve Evets) é o carteiro em crise, atormentado pela paixão mal resolvida pela ex-mulher e dois enteados adolescentes que cria com muito esforço. Cercado de amigos, aos quais não dá ouvidos, Eric encontra refúgio apenas em seu quarto &#x96; um pequeno ambiente decorado com um pôster de Eric Cantona em tamanho natural, além de outras fotos de jogadores do Manchester.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 277px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/476/225/23/6983414.a_procura_de_eric_cultura_277_418.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Eric Cantona e o ator britânico Steve Evets em "À Procura de Eric", de Ken Loach&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Nascido em Marselha, Cantona atuou por várias equipes francesas e pelo Leeds, da Inglaterra, antes de se transferir para o Manchester em 1992. Com a camisa 7, se consagrou com um dos maiores jogadores da sua geração e ajudou a equipe a conquistar o Campeonato Inglês (Premier League), que não vencia desde 1967, por quatro vezes.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Também deixou uma marca pela personalidade &#x96; inteligente, rebelde, sempre falou e fez o que vinha pela cabeça. Uma vez, no Marselha, atirou a camisa do clube no chão ao ser substituído. Criticou publicamente o técnico da seleção da França, o que o afastou de convocações. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 199px; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/478/227/25/6983416.a_procura_de_eric_cultura_300_199.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Cantona: dos gramados para as telas&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Certa vez, no Manchester, depois de ser expulso de campo, agrediu um torcedor do time adversário, que o xingou. Foi suspenso por dez meses. Por conta desta e outras confusões, acabou não participando da seleção da França na Copa de 98, sua maior frustração. Abandonou o futebol aos 31 anos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Vários de seus 84 gols pelo Manchester são rememorados pelo carteiro Eric, até o dia em que, fumando um baseado, ele encontra o próprio Cantona em seu quarto. Com um repertório de frases de efeito e pílulas de sabedoria e auto-ajuda, o ex-jogador resolve ajudar o seu xará.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Como de hábito em seus filmes, o foco de Ken Loach é a classe trabalhadora inglesa, com seu sotaque particular, os gestos bruscos, mas carinhosos, e a paixão pela cerveja e o futebol. Cantona, de certa forma, pelo que aconteceu em sua carreira, é mais inglês do que francês, e faz todo sentido dentro deste filme (o ex-jogador, a propósito, é um dos produtores do longa).&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leve e bem-humorado, narrado em tom de fábula, &#x93;À Procura de Eric&#x94; não tem a mesma força que outras produções de Ken Loach, mas é um presente para quem gosta de futebol e aprecia a trajetória de craques rebeldes e independentes, como Cantona. Aliás, é uma feliz coincidência que a Mostra abrigue no mesmo ano o &#x93;Maradona&#x94;, de Emir Kusturica, e o &#x93;Tyson&#x94;, de James Tolback.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://www.mostra.org/" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;Acesse o site oficial da 33ª Mostra de São Paulo&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;Ricardo Calil: &lt;A href="http://colunistas.ig.com.br/ricardocalil/2009/10/20/estou-de-tpm-tensao-pre-mostra/"&gt;Estou de TPM, ou Tensão Pré-Mostra&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cannes/2009/05/18/jogador+eric+cantona+vira+estrela+de+cinema+em+a+procura+de+eric+de+ken+loach+6175937.html"&gt;&lt;STRONG&gt;Cannes: Eric Cantona vira estrela de cinema em "À Procura de Eric"&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Assista ao trailer de "À Procura de Eric":&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=KEN+LOACH" target=_top&gt;Ken Loach&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2009 16:49:41 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/20/ex+jogador+cantona+e+o+destaque+do+filme+de+abertura+da+mostra+de+sao+paulo+8893919.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Famosa foto de deputado de cuecas foi uma fraude]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/16/famosa+foto+de+deputado+de+cuecas+foi+uma+fraude+8847997.html</link>
      <description>A foto do senador Eduardo Suplicy vestindo uma cueca vermelha por cima do terno fez lembrar a famosa imagem do deputado Barreto Pinto, primeiro político da história republicana brasileira a ser cassado por quebra de decoro, em maio de 1949. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/10/16/suplicy+usa+sunga+vermelha+e+nega+quebra+de+decoro+8845903.html" target=_top&gt;Suplicy usa sunga vermelha e nega quebra de decoro&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reprodução&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 186px; HEIGHT: 250px" alt="Deputado Barreto Pinto" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/313/62/62/6947680.deputado_barreto_pinto_249_186.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Deputado Barreto Pinto&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Barreto Pinto apareceu numa reportagem da revista &#x93;O Cruzeiro&#x94;, a mais famosa da época, posando bem à vontade para fotos, apenas de cuecas e fraque. &#x93;Barreto Pinto sem máscaras&#x94;, publicada na edição de 29 de junho de 1949, consagrou uma das duplas mais famosas da história da imprensa brasileira, o repórter David Nasser e o fotógrafo Jean Manzon.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na sua biografia de Nasser, &#x93;Cobras Criadas&#x94;, publicada em 2001, Luiz Maklouf Carvalho mostra como o episódio foi uma fraude, que contou com a cumplicidade do próprio deputado, e levanta a suspeita que Barreto Pinto tenha pagado para aparecer de forma escandalosa na revista.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O fotógrafo Flavio Damm, que também atuou em dupla com Nasser, deu o seguinte depoimento a Maklouf:&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;O Barreto Pinto era casado com uma mulher rica, e queria popularidade. Chamou o David e o Manzon e disse: &#x93;Eu quero uma reportagem que me faça ficar conhecido no Brasil inteiro&#x94;. Não sei quanto ele pagou, mas foi paga. Com uma condição &#x96; a de processar os dois.&lt;/EM&gt; Aí criou-se a popularidade do Barreto Pinto, de &#x93;O Cruzeiro&#x94;, do David e do Manzon.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Barreto Pinto, de fato, processou Nasser e Manzon, mas perdeu a causa. Menos de um mês depois da publicação da reportagem, o PTB suspendeu o deputado, a seu pedido, por quatro meses. Apenas três anos depois, quando faltavam poucos meses para a conclusão de seu mandato, Barreto Pinto foi cassado, mas não perdeu seus direitos políticos. Foi eleito suplente de deputado em 1950, e exerceu o novo mandato de fevereiro a abril de 1952, e de setembro de 1954 a janeiro de 1955.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Outra prova de que a reportagem que levou à sua cassação foi uma fraude é o fato de que Barreto Pinto e David Nasser eram amigos antes, durante e depois do episódio. Além disso, Maklouf achou um recibo que comprova um pagamento do deputado ao jornalista, em 1949, para a redação das suas memórias, que foram publicadas pelos Diários Associados, o grupo empresarial de Assis Chateaubriand, a qual &#x93;O Cruzeiro&#x94; pertencia.&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:34:08 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/16/famosa+foto+de+deputado+de+cuecas+foi+uma+fraude+8847997.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Filme de Emir Kusturica ajuda a entender a Argentina de Maradona]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/15/filme+de+emir+kusturica+ajuda+a+entender+a+argentina+de+maradona+8836983.html</link>
      <description>A certa altura de &#x93;Maradona&#x94;, o documentário do sérvio Emir Kusturica que será exibido na Mostra de Cinema de São Paulo, o dono de uma casa noturna de Buenos Aires diz que as go-go girls reclamam quando a tevê exibe antigos gols de Maradona porque os frequentadores do inferninho preferem ver os gols aos shows das dançarinas seminuas. &lt;DIV&gt;&#xD;
&lt;DIV align=center&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=center border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 278px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/346/95/95/6838495.maradona_by_kusturica_cultura_278_419.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;O diretor sérvio Emir Kusturica e Maradona se divertem no set do documentário&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Outra imagem impactante, ainda que cômica, mostra um casamento realizado segundo o rito da Igreja Maradoniana &#x96; uma seita mantida por fiéis que entendem ser Maradona um representante de Deus na Terra. Depois de declarados marido e mulher, o casamento se consuma com a encenação, pelo noivo no papel de Maradona, do gol que o craque fez com a mão contra a Inglaterra na Copa de 1986.&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Cenas como essas ajudam a entender melhor o fascínio e a perplexidade que causam a um brasileiro as cenas ocorridas nestes últimos dias em torno de Maradona e da seleção da Argentina, às voltas com a luta pela classificação para a Copa do Mundo de 2010.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;AP&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 250px; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/84/84/84/6937431.maradona_argentina_esportes_214_249.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Maradona comemora na vitória da Argentina&lt;BR&gt;sobre o Uruguai em jogo pelas Eliminatórias&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Inexperiente e inábil como técnico, Maradona foi o personagem central na saga épica em que se transformou a disputa pela vaga, só obtida no final da última partida, disputada contra o Uruguai, em Montevidéu, na quarta-feira (14). &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em estado de êxtase, como já havia ficado três dias antes, ao conseguir ganhar a partida contra o Peru com um gol aos 48 minutos do segundo tempo, Maradona começou a gritar em campo e a xingar os jornalistas que o criticaram ao longo da campanha. A imagem, como tudo que diz respeito a Maradona, correu o mundo e provocou &lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/10/15/jornais+criticam+maradona+por+baixo+calao+e+rancor+apos+classificacao+8836003.html"&gt;reações fortes da imprensa&lt;/A&gt;. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ganhador de duas Palmas de Ouro em Cannes (por &#x93;Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios&#x94;, em 1985, e &#x93;Underground&#x94;, em 1995), Kusturica filmou Maradona entre 2005 e 2007 &#x96; antes, portanto, de o ex-jogador receber o convite para dirigir a seleção do país nas Eliminatórias.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Apresentado como &#x93;o Maradona do cinema&#x94;, e sem nenhum distanciamento, Kusturica parece concordar que o argentino veio ao mundo para vingar os fracos e oprimidos, e humilhar os poderosos &#x96; seja no futebol, seja na política. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 250px; HEIGHT: 248px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/358/107/6/6838507.maradona_by_kusturica_cultura_248_249.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Maradona na intimidade, ao lado da esposa&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;O cineasta sérvio não questiona Maradona sobre os diferentes problemas que teve ao longo da carreira, e depois dela, mas deixa o ex-jogador falar bastante sobre como a cocaína o prejudicou, tanto em suas relações familiares (&#x93;não aproveitei o crescimento das minhas filhas&#x94;) quanto como atleta.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Não fosse pelo vício, que quase causou sua morte, Maradona acha que teria ido mais longe. &#x93;Fica um gosto amargo na boca. Eu teria sido muito maior que sou.&#x94; Como sempre foi considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos, apenas atrás de Pelé, entende-se que Maradona considera que poderia ter sido maior que o Rei.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Reverenciado pelo povo argentino em diferentes momentos do filme &#x96; e também por milhares de napolitanos (foi campeão italiano pelo Nápoles em 1987) &#x96; Maradona é também tratado com carinho por Fidel Castro, Hugo Chávez e Evo Morales, aos quais agradece com críticas ao ex-presidente americano George Bush. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Kusturica não deixa dúvidas de que Maradona é uma figura acima do bem e do mal &#x96; e seu filme sugere que depois de tanto insistirem, Maradona também parece acreditar que &#x93;é&#x94; Deus.&amp;nbsp; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Nas próximas semanas e meses, saberemos se Maradona arranhou, ou não, esta imagem mítica com o seu desempenho errático no comando da seleção da Argentina.&amp;nbsp; Antes de começar a ofender os seus críticos, no gramado do estádio Centenário, em Montevidéu, Maradona disse: &#x93;Agradeço ao elenco e ao povo... e ninguém mais!&#x94;. Pesquisa divulgada pelo diário &#x93;La Nación&#x94;, no entanto, informa que 85% dos argentinos acham que Maradona deve deixar o cargo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/10/15/meu-personagem-da-semana-diego-%e2%80%9cdios%e2%80%9d-maradona/" target=_top&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Meu personagem da semana: Diego "Dios" Maradona&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Festival do Rio:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/festivaldorio/2009/10/01/maradona+surge+sem+mascaras+em+documentario+dirigido+por+kusturica+8717071.html"&gt;Maradona surge sem máscaras em documentário&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Omelete:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://www.omelete.com.br/cine/100022406/Critica__Maradona.aspx"&gt;filme pessoal-filosófico aceita o jogador como mito&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=MARADONA" target=_top&gt;Maradona&lt;/A&gt;, &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=EMIR+KUSTURICA" target=_top&gt;Emir Kusturica&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:45:16 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/15/filme+de+emir+kusturica+ajuda+a+entender+a+argentina+de+maradona+8836983.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Falha no Twitter deixa usuários sem atualização]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/08/falha+no+twitter+deixa+usuarios+sem+atualizacao+8778016.html</link>
      <description>Usuários em todo o mundo não estão recebendo atualizações de suas páginas no Twitter desde às 11h (horário do Brasil). Por volta das 13h10, a empresa emitiu um &lt;A href="http://status.twitter.com/" target=_top&gt;breve comunicado&lt;/A&gt;, reconhecendo a existência de um problema e informando que está apurando as causas. &lt;P&gt;Diferentes usuários observam que conseguem publicar mensagens, mas não recebem as atualizações das pessoas que estão seguindo. Relatos sobre as dificuldades em atualizar as páginas do Twitter podem ser lidos no Facebook e em sites que acompanham o serviço, como o &lt;A href="http://blablabra.net/" target=_top&gt;blablabra&lt;/A&gt;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Não é a primeira vez que o Twitter apresenta problemas. No final de agosto, o serviço sofreu um ataque de hackers que o deixou fora do ar por algumas horas. Em função do excesso de tráfego, diariamente usuários também relatam dificuldades de acessar a página.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A imagem de uma baleia, com a qual o Twitter informa que está sobrecarregado, já se tornou um hit no próprio serviço e deu origem a uma gíria &#x96; &#x93;baleiou&#x94; &#x96; que designa um serviço que não dá conta da demanda.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://twitter.com/mauriciostycer" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;&lt;STRONG&gt;Siga o repórter Mauricio Stycer no Twitter&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;STRONG&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/STRONG&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://twitter.com/ultimosegundo" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;Siga o Último Segundo no Twitter&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:27:34 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/08/falha+no+twitter+deixa+usuarios+sem+atualizacao+8778016.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Fotos de Robert Polidori transformam o caos em obra de arte]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/06/fotos+de+robert+polidori+transformam+o+caos+em+obra+de+arte+8755964.html</link>
      <description>Um &#x93;connoisseur of chaos&#x94; (um especialista do caos), na definição algo irônica do crítico de arte do jornal &#x93;The New York Times&#x94;, o fotógrafo canadense Robert Polidori inaugura nesta terça-feira (06), em São Paulo, uma exposição que dá conta da sua original produção. &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br///fotoshow/2009/10/06/robert_polidori_599866.html" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;STRONG&gt;Veja o fotoshow com imagens da exposição em São Paulo&lt;/STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 268px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/255/4/4/6871470.robert_polidori_cultura_268_418.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Visão de avenida em Nova Orleans após a passagem do furacão Katrina em 2005&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Com um pé no fotojornalismo e outro na documentação arquitetônica, Polidori vem desde a década de 1980 realizando fotografias sobre os efeitos de diferentes devastações &#x96; produzidas pela natureza, pelo homem ou por ação combinada de ambos. Mas não há pessoas em suas fotos &#x96; apenas as marcas do caos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;As 39 fotografias que serão exibidas no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, mostram diferentes trabalhos de Polidori. O mais antigo refere-se à série de imagens feitas dentro de apartamentos destruídos por vândalos em Nova York. A mais recente &#x96; e famosa &#x96; é a série realizada em Nova Orleans, em 2006, que documenta a destruição causada pelo furacão Katrina.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Também constam da mostra exemplos da série que realizou nas cidades de Pripyat e Chernobyl, quinze anos após o acidente nuclear ocorrido em 1986. E, ainda, cenas urbanas de Havana (Cuba), Alexandria (Egito), Varanasi (Índia) e Amã (Jordânia).&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 268px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/157/157/56/6871372.robert_polidori_cultura_268_418.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;As marcas do tempo na residência da senhora Faxas, em Havana, fotografada em 1997&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt; &lt;P&gt;Organizada pelo Instituto Moreira Salles, que também editou um belo catálogo sobre o trabalho, a mostra de Polidori foi exibida inicialmente no Rio de Janeiro. A versão que chega à capital paulista não conta, por limitações de espaço, com a série de fotos sobre o Palácio de Versalhes, que o artista realizou ao longo de 26 anos e que acaba de ser publicada em livro, nos Estados Unidos. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Exibidas em grande formato, e retocadas com Photoshop, as fotos de Polidori provocam espanto, mas também admiração. Como outros artistas que documentam a miséria e o caos, o fotógrafo convive há tempos com a crítica de &#x93;embelezar&#x94; o que é naturalmente feio e triste. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Polidori considera a critica injusta. Na sua visão, o seu trabalho tem o efeito de provocar estranhamento e levar o espectador e refletir sobre o que vê. Sobre o recurso ao Photoshop, Polidori assegura que utiliza o software apenas para aproximar a cor das suas fotos da cor original das cenas que retratou, não para modificar a realidade.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Em sua passagem pelo Rio de Janeiro, para a inauguração da exposição, em julho, Polidori foi levado à favela da Rocinha, onde fez fotografias que pretende utilizar num futuro trabalho, sobre o crescimento urbano desordenado.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Serviço &#x96; Exposição &#x93;Robert Polidori - Fotografias&#x94; em São Paulo&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Aberto ao público de 7 de outubro a 12 de novembro de 2009&lt;BR&gt;Terça a domingo, das 10h às 18h&lt;BR&gt;Museu da Casa Brasileira (Av. Faria Lima, 2705)&lt;BR&gt;Ingresso: R$ 4 e R$ 2 (estudantes); gratuito aos domingos e feriados&lt;BR&gt;Informações: (11) 3032-3727 ou na &lt;A href="http://www.mcb.org.br/" target=_blank&gt;Internet&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;Estacionamento: de terça a sábado, até 30 minutos, grátis. até 2 horas; R$ 8, demais horas, R$ 2. Aos domingos, preço único de R$ 10&lt;/P&gt; &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Mauricio Stycer: &lt;/STRONG&gt;&lt;A href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/tag/robert-polidori/"&gt;&lt;STRONG&gt;O estranho encanto dos destroços&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=ROBERT+POLIDORI" target=_top&gt;Robert Polidori&lt;/A&gt;, &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=fotografia" target=_top&gt;fotografia&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:03:32 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/10/06/fotos+de+robert+polidori+transformam+o+caos+em+obra+de+arte+8755964.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA["Há dois anos, não tinha nada, nada, nada. Nem lugar para dormir"]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/18/ha+dois+anos+nao+tinha+nada+nada+nada+nem+lugar+para+dormir+8508911.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Ao olhar para os indicadores socioeconômicos que compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008, &lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/emprego+formal+avanca+no+pais+mas+renda+cresce+em+ritmo+menor+veja+dados+da+pnad+8508917.html" target=_top&gt;divulgada&amp;nbsp;nesta sexta-feira&lt;/A&gt;,&amp;nbsp;é possível pensar que existe um &#x93;brasileiro médio&#x94;, cujas características são majoritárias no conjunto da população?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/18/veja+o+retrato+do+brasileiro+medio+segundo+dados+divulgados+na+pnad+8508913.html"&gt;Veja o retrato do "brasileiro médio", segundo dados divulgados na Pnad&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/pnad.pdf" target=_blank&gt;Veja, em pdf, a íntegra da Pnad&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&lt;P&gt;Resumindo e simplificando os dados da pesquisa esse brasileiro teria as seguintes características: é uma mulher (51,3% da população), com idade entre 15 e 39 anos (41%), branca (48,4%), alfabetizada (79,5%) em escola pública (79,2%), que hoje está empregada (52,2%) no comércio (17,4%) com um rendimento médio de R$ 1.034,00.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Esse &#x93;brasileiro médio&#x94; mora com duas outras pessoas (24,8%), possui em casa luz elétrica (98,6%), telefone (82,1%), fogão (98,2%), filtro de água (51,6%), rádio (88,9%) e televisão (95,6%). É possível que ainda não tenha freezer (só 16% da população possui), computador (31,2%) e internet (23,85%).&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;CENTER&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 430px; HEIGHT: 723px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/211/211/9/6593371.brasileiro_medio_723_430.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Rizoan Vieira de Moura se parece muito com esse &#x93;brasileiro médio&#x94;. Vendedora em uma loja na rua José Paulino, o movimentado centro comercial no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, ela conta sua história ao &lt;STRONG&gt;Último Segundo&lt;/STRONG&gt; numa pausa do trabalho.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Natural de Serra Talhada, a 420 km de Recife, Rizoan deixou sua cidade em janeiro de 2008, com o marido e a filha recém-nascida. Ambos estavam desempregados e sem perspectivas quando partiram para São Paulo. Passou três meses desempregada até conseguir o trabalho &#x96; o primeiro com carteira assinada em sua vida &#x96; como vendedora numa loja de roupas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Mauricio Stycer/iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 250px; HEIGHT: 187px" alt="Rizoan Vieira de Moura" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/212/212/10/6593372.rizoan_vieira_de_moura_187_249.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;Rizoan, agora trabalha com carteira assinada&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Foi o melhor que conseguiu, numa loja que exige o segundo grau completo para suas vendedoras. &#x93;Antigamente, a gente contratava pelo perfil. Tinha que ser bonita&#x94;, explica a gerente Valeria Cuppello. &#x93;Hoje, precisa ter segundo grau, saber conversar com as clientes&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Como toda vendedora, Rizoan recebe um salário fixo e um variável, dependendo de comissões e prêmios. Aos 24 anos, afirma receber entre R$ 1.200 e R$ 1.400 por mês. &#x93;Há dois anos, quando cheguei de Serra Talhada, não tinha nada, nada, nada&#x94;, diz. E ainda acrescenta: &#x93;Nada mesmo. Nem lugar para dormir&#x94;. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;O marido conseguiu, primeiro, um trabalho como garçom, e hoje está empregado, também com carteira assinada, como porteiro de um prédio. Em casa, conta Rizoan, eles têm &#x93;tudo que é preciso para uma vida estável&#x94;. Tem televisão, aparelho de som, telefone celular... &#x93;Quero muito a minha casa própria e meu marido quer um carro. Acho que o carro vai sair mais rápido&#x94;, diz, animada.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Em outra loja no mesmo bairro, Kelly Rodrigues, de 30 anos, dá a lição para Rizoan alcançar os seus objetivos. Natural de Santa Isabel, na região de Guarulhos, Kelly trabalhava como vendedora de roupa, &#x93;das 8 às 8&#x94;, numa loja na cidade de 46 mil habitantes. &#x93;Queria crescer, mas não tinha incentivo&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Mauricio Stycer/iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 250px; HEIGHT: 187px" alt="Kelly Rodrigues" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/213/213/11/6593373.kelly_rodrigues_187_249.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Kelly Rodrigues, empreendedora&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Há quatro anos, conseguiu um emprego como vendedora numa loja no Bom Retiro. Nos primeiros dois anos, mostrou qualidades no ofício, a ponto de convencer a chefe a lhe pagar um curso de moda em bolsa. Foi promovida a gerente. &#x93;Trabalho das 9h às 17h30 e depois vou para Santa Isabel&#x94;. Na cidade onde mora, abriu uma loja de calçados.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Falo para as vendedoras investirem no estudo. &#x91;Olha eu&#x92;, digo para elas. &#x91;Volta a estudar&#x92;, insisto&#x94;. Com segundo grau completo, Kelly ganha hoje três vezes mais que uma vendedora. &#x93;Não penso em ser rica. Não dá tempo&#x94;. O marido é dono de uma funilaria em Santa Isabel. &#x93;Há um ano e meio, consegui meu carro. Agora estou juntando o dinheiro para comprar minha casa&#x94;.&lt;/P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Veja os principais dados da Pnad 2008:&lt;/STRONG&gt;&lt;U&gt;&lt;FONT color=#810081&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/U&gt; &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/09/18/rendimento+da+populacao+brasileira+tem+a+menor+alta+em+tres+anos+aponta+pnad+8508907.html" target=_top&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/rendimento+da+populacao+brasileira+tem+a+menor+alta+em+tres+anos+aponta+pnad+8508907.html" target=_top&gt;Rendimento da população brasileira tem a menor alta em três anos&lt;/A&gt;&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/cresce+o+numero+de+empregados+com+carteira+de+trabalho+assinada+aponta+pnad+8502924.html" target=_top&gt;Cresce o número de empregados com carteira de trabalho assinada &lt;/A&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/trabalho+infantil+reduz+mas+45+milhoes+de+criancas+ainda+sao+exploradas+8502916.html" target=_top&gt;Trabalho infantil reduz, mas 4,5 milhões ainda são exploradas&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/cresce+exigencia+do+mercado+de+trabalho+mostra+pnad+8502923.html" target=_top&gt;Cresce exigência do mercado de trabalho &lt;/A&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/agricultura+e+comercio+se+equiparam+como+as+principais+atividades+do+brasileiro+8508900.html" target=_top&gt;Agricultura e comércio são as principais atividades do brasileiro&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/populacao+brasileira+tem+media+de+71+anos+de+estudo+8502927.html" target=_top&gt;População brasileira tem média de 7,1 anos de estudo&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/com+pouco+avanco+na+educacao+pais+ainda+tem+um+analfabeto+para+cada+10+brasileiros+8502933.html" target=_top&gt;País ainda tem um analfabeto a cada 10 brasileiros&lt;/A&gt;   &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/brasil+mantem+tendencia+de+envelhecimento+populacional+rio+e+o+estado+mais+velho+8502912.html" target=_top&gt;Brasil mantém tendência de envelhecimento; Rio é o mais "velho" &lt;/A&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/cresce+o+numero+de+pessoas+que+se+declaram+pardas+no+pais+8502915.html" target=_top&gt;Cresce o número de pessoas que se declaram pardas no País &lt;/A&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/aumenta+o+numero+de+brasileiros+com+telefone+fogao+segue+como+bem+mais+acessivel+8502940.html" target=_top&gt;Mais brasileiros têm telefone; fogão segue como bem mais acessível&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/sul+e+sudeste+do+pais+concentram+60+do+acesso+a+internet+no+pais+8508918.html" target=_top&gt;Sul e Sudeste do País concentram 60% do acesso à internet&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/energia+eletrica+e+o+servico+publico+com+o+maior+alcance+no+pais+mostra+pnad+8502944.html" target=_top&gt;Energia elétrica é o serviço público com o maior alcance no País&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/quase+metade+da+populacao+brasileira+nao+tem+rede+de+esgoto+aponta+pnad+8502946.html" target=_top&gt;Quase metade da população brasileira não tem rede de esgoto&lt;/A&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/aumenta+o+numero+de+pessoas+morando+sozinhas+no+brasil+aponta+a+pnad+8502939.html" target=_top&gt;Aumenta o número de pessoas morando sozinhas no Brasil&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;/P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Saiba mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=Pnad" target=_top&gt;Pnad&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 10:20:21 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/18/ha+dois+anos+nao+tinha+nada+nada+nada+nem+lugar+para+dormir+8508911.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Veja o retrato do "brasileiro médio", segundo dados divulgados na Pnad]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/18/veja+o+retrato+do+brasileiro+medio+segundo+dados+divulgados+na+pnad+8508913.html</link>
      <description>&lt;P&gt;Os indicadores socioeconômicos que compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008 sugerem a existência de um &#x93;brasileiro médio&#x94;, cujas características são majoritárias no conjunto da população. Quem seria ele? &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/18/ha+dois+anos+nao+tinha+nada+nada+nada+nem+lugar+para+dormir+8508911.html"&gt;"Há dois anos, não tinha nada, nada, nada. Nem lugar para dormir"&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/pnad.pdf" target=_blank&gt;Veja, em pdf, a íntegra da Pnad&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Resumindo e simplificando os dados da pesquisa esse brasileiro teria as &#xD;
seguintes características: é uma mulher (51,3% da população), com idade entre 15 &#xD;
e 39 anos (41%), branca (48,4%), alfabetizada (79,5%) em escola pública (79,2%), &#xD;
que hoje está empregada (52,2%) no comércio (17,4%) com um rendimento médio de &#xD;
R$ 1.034,00.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Esse &#x93;brasileiro médio&#x94; mora com duas outras pessoas (24,8%), possui em casa &#xD;
luz elétrica (98,6%), telefone (82,1%), fogão (98,2%), filtro de água (51,6%), &#xD;
rádio (88,9%) e televisão (95,6%).&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 430px; HEIGHT: 723px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/208/208/6/6593368.brasileiro_medio_723_430.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN &#xD;
id=brtpTexto&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 210px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/158/158/57/6619370.ibge_210_420.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e &#xD;
Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2007-2008&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 210px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/165/165/64/6619377.ibge_210_420.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e &#xD;
Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2007-2008&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 210px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/179/179/78/6619391.ibge_210_420.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e &#xD;
Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2007-2008&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 210px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/186/186/85/6619398.ibge_210_420.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e &#xD;
Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2007-2008&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 210px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/197/197/96/6620411.ibge_210_420.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e &#xD;
Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2007-2008&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 210px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/213/213/11/6620427.ibge_210_420.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e &#xD;
Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2007-2008&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 210px" alt="" &#xD;
src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/220/220/18/6620434.ibge_210_420.jpg" &#xD;
&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e &#xD;
Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios &#xD;
2007-2008&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT &#xD;
size=1&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Veja os principais dados da Pnad 2008:&lt;/STRONG&gt;&lt;U&gt;&lt;FONT &#xD;
color=#810081&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/U&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/09/18/rendimento+da+populacao+brasileira+tem+a+menor+alta+em+tres+anos+aponta+pnad+8508907.html" &#xD;
target=_top&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/rendimento+da+populacao+brasileira+tem+a+menor+alta+em+tres+anos+aponta+pnad+8508907.html" &#xD;
target=_top&gt;Rendimento da população brasileira tem a menor alta em três &#xD;
anos&lt;/A&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/cresce+o+numero+de+empregados+com+carteira+de+trabalho+assinada+aponta+pnad+8502924.html" &#xD;
target=_top&gt;Cresce o número de empregados com carteira de trabalho assinada &lt;/A&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/trabalho+infantil+reduz+mas+45+milhoes+de+criancas+ainda+sao+exploradas+8502916.html" &#xD;
target=_top&gt;Trabalho infantil reduz, mas 4,5 milhões ainda são exploradas&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/cresce+exigencia+do+mercado+de+trabalho+mostra+pnad+8502923.html" &#xD;
target=_top&gt;Cresce exigência do mercado de trabalho &lt;/A&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/agricultura+e+comercio+se+equiparam+como+as+principais+atividades+do+brasileiro+8508900.html" &#xD;
target=_top&gt;Agricultura e comércio são as principais atividades do &#xD;
brasileiro&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/populacao+brasileira+tem+media+de+71+anos+de+estudo+8502927.html" &#xD;
target=_top&gt;População brasileira tem média de 7,1 anos de estudo&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/com+pouco+avanco+na+educacao+pais+ainda+tem+um+analfabeto+para+cada+10+brasileiros+8502933.html" &#xD;
target=_top&gt;País ainda tem um analfabeto a cada 10 brasileiros&lt;/A&gt;&amp;nbsp; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/brasil+mantem+tendencia+de+envelhecimento+populacional+rio+e+o+estado+mais+velho+8502912.html" &#xD;
target=_top&gt;Brasil mantém tendência de envelhecimento; Rio é o mais "velho" &lt;/A&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/cresce+o+numero+de+pessoas+que+se+declaram+pardas+no+pais+8502915.html" &#xD;
target=_top&gt;Cresce o número de pessoas que se declaram pardas no País &lt;/A&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/aumenta+o+numero+de+brasileiros+com+telefone+fogao+segue+como+bem+mais+acessivel+8502940.html" &#xD;
target=_top&gt;Mais brasileiros têm telefone; fogão segue como bem mais &#xD;
acessível&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/sul+e+sudeste+do+pais+concentram+60+do+acesso+a+internet+no+pais+8508918.html" &#xD;
target=_top&gt;Sul e Sudeste do País concentram 60% do acesso à internet&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/energia+eletrica+e+o+servico+publico+com+o+maior+alcance+no+pais+mostra+pnad+8502944.html" &#xD;
target=_top&gt;Energia elétrica é o serviço público com o maior alcance no País&lt;/A&gt; &#xD;
&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/quase+metade+da+populacao+brasileira+nao+tem+rede+de+esgoto+aponta+pnad+8502946.html" &#xD;
target=_top&gt;Quase metade da população brasileira não tem rede de esgoto&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/aumenta+o+numero+de+pessoas+morando+sozinhas+no+brasil+aponta+a+pnad+8502939.html" &#xD;
target=_top&gt;Aumenta o número de pessoas morando sozinhas no Brasil &lt;/A&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A &#xD;
href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/18/emprego+formal+avanca+no+pais+mas+renda+cresce+em+ritmo+menor+veja+dados+da+pnad+8508917.html" &#xD;
target=_top&gt;Emprego formal avança no País, mas renda cresce em ritmo &#xD;
menor&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Saiba mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A &#xD;
href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Pnad" &#xD;
target=_top&gt;Pnad&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 10:15:33 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/18/veja+o+retrato+do+brasileiro+medio+segundo+dados+divulgados+na+pnad+8508913.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Texas pode admitir erro em execução de prisioneiro]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/17/texas+pode+admitir+erro+em+execucao+de+prisioneiro+8486906.html</link>
      <description>Os defensores da abolição da pena de morte nos Estados Unidos ganharam fôlego este mês com a publicação de uma extensa reportagem na revista &#x93;New Yorker&#x94; sobre o caso de Cameron Todd Willingham, executado em 2004 sob a acusação de ter provocado o incêndio que causou a morte de suas três filhas, na véspera do Natal de 1991. &lt;P&gt;Ao longo de 20 páginas, a &lt;A href="http://www.newyorker.com/reporting/2009/09/07/090907fa_fact_grann" target=_top&gt;reportagem&lt;/A&gt; de David Grann desconstrói os principais argumentos usados para acusar Willingham e convencer a Justiça a condená-lo. Grann não conclui que o Estado do Texas executou um inocente, mas tem certeza, como disse ao Último Segundo, que as provas usadas para condenar Willingham não se sustentam.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;CENTER&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reprodução&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 445px" alt="Site da " src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/277/26/26/6564379.execucao_no_texas_mundo_445_420.jpg"  1994? em cela, sua Willingham mostra Yorker? New&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Site da "New Yorker" mostra Willingham em sua cela, em 1994&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt; &lt;P&gt;Campeão americano de execuções, o Texas criou em 2007 uma Comissão de Ciência Forense, destinada a investigar supostos erros e abusos em investigações que levaram condenados à pena de morte. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Por pressão de diferentes organizações, a comissão encomendou a um renomado perito, Craig Beyler, uma revisão das provas que atestavam o fato de Willingham ter provocado, criminosamente, o incêndio que causou a morte das suas filhas &#x96; uma menina de 2 anos e gêmeas de um ano.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Beyler dirige a International Association for Fire Safety Science, uma organização cuja principal função é apoiar pesquisas científicas que ajudem na prevenção e redução de danos causados por incêndios. O seu relatório sobre o caso Willingham é devastador. Segundo ele, as conclusões da perícia &#x93;não são nada mais que uma coleção de crenças pessoais sem nenhuma relação com a investigação de incêndio em bases científicas&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Ao longo dos 12 anos entre a sua prisão e execução, Willingham jamais admitiu culpa, mesmo quando teve a oportunidade de trocar a pena de morte por prisão perpétua. Na &#x93;New Yorker&#x94;, David Grann desmonta o testemunho de um preso que afirmou ter ouvido Willingham confessar sua culpa na cadeia.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O relatório de Beyler será discutido no próximo dia 2 de outubro pela Comissão de Ciência Forense do Estado do Texas. Em seguida, será dada oportunidade para os responsáveis pela acusação no caso responderem às objeções do cientista e defenderem sua posição.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O relatório de Beyler é o quarto já tornado público com conclusões semelhantes sobre as falhas na perícia do caso. Estima-se que a comissão anuncie uma conclusão em março de 2010. Se concordar com o relatório de Beyler, será a primeira vez, na história moderna, que um Estado americano reconhece ter cometido um erro na execução de um prisioneiro.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;David Grann esteve no Brasil recentemente para lançar &#x93;Z, a Cidade Perdida&#x94; (Companhia das Letras), livro-reportagem no qual reconstitui as aventuras do coronel Percy Fawcett na Amazônia, onde desapareceu em 1925. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Sua reportagem sobre o caso Willingham não foi a primeira a tratar do possível erro judiciário, mas a que foi mais fundo no assunto e trouxe mais novidades. Grann conta que o custo para executar um prisioneiro no Texas é de US$ 2,3 milhões, três vezes mais que se gasta para mantê-lo preso por 40 anos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O perfil que traça de Willingham mostra que o acusado mantinha uma péssima relação com a esposa, a quem agrediu mais de uma vez, mas adorava suas filhas e não tinha nenhuma razão para matá-las. O repórter mostra como depoimentos de vizinhos sobre o comportamento de Willingham foram contraditórios ao longo do processo. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Grann teve acesso à correspondência que Willingham manteve na prisão com uma mulher, que se interessou pelo caso dele, e mostra o desespero do prisioneiro com a perspectiva de morrer por um crime que assegura não ter cometido.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O depoimento do preso Johnny Webb, que afirmou ter ouvido uma confissão de Willingham, é confrontado pela informação de um outro preso, que teria ouvido Webb dizer que faria qualquer coisa para conseguir reduzir a sua própria pena. Ao fazer um perfil de Webbb, Grann mostra como o preso tinha claros problemas mentais.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O repórter também revela que psiquiatras que examinaram superficialmente Willingham o classificaram como &#x93;sociopata&#x94; com base nas tatuagens de caveira que tinha e nos pôsteres com motivos semelhantes que mantinha em casa.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Sobre as conclusões da perícia do caso, Grann disse ao Último Segundo: &#x93;Foram baseadas em folclore, não em ciência&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Thu, 17 Sep 2009 08:00:17 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/17/texas+pode+admitir+erro+em+execucao+de+prisioneiro+8486906.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Estado negociou com PCC, acusa o filme "Salve Geral"]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/15/estado+negociou+com+pcc+acusa+o+filme+salve+geral+8456923.html</link>
      <description>Com estreia nacional programada para o dia 2 de outubro, &#x93;Salve Geral&#x94;, de Sergio Rezende, promete recolocar em discussão, de forma acalorada, os graves incidentes ocorridos em São Paulo, em maio de 2006. Ao longo de três dias, criminosos atacaram postos policiais na cidade, causando dezenas de mortes e espalhando pânico, enquanto rebeliões tiveram início em dezenas de presídios. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;Mauricio Stycer: &lt;/STRONG&gt;&lt;A href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/09/15/salve-geral-da-recado-forte-sobre-crise-da-seguranca/"&gt;&lt;STRONG&gt;"Salve Geral" dá recado forte sobre crise de segurança&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 281px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/327/76/76/6535371.salve_geral_cultura_281_419.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Andrea Beltrão em cena de "Salve Geral", que retrata o "dia em que São Paulo parou"&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ação orquestrada pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) em resposta à remoção repentina de cerca de 800 presos da liderança do movimento para a penitenciária de segurança máxima Presidente Venceslau, os ataques de maio de 2006 causaram a morte de 46 agentes públicos, entre policiais civis, militares e agentes penitenciários.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na recriação ficcional do &#x93;dia em que São Paulo parou&#x94;, uma atenção especial é dada à negociação, sempre negada pelo governo do Estado de São Paulo, que teria ocorrido entre integrantes da cúpula da Segurança e os líderes do PCC.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No filme, há duas posições divergentes sobre como enfrentar o PCC: de um lado, o diretor de um presídio, que é contra negociar com os presos; e de outro, um policial civil, que apoia a negociação, mas defende um endurecimento da resposta policial nas ruas. O superior destes dois homens manifesta preocupação com a repercussão dos ataques &#x93;em ano de eleição&#x94; e termina por concordar com a tese do policial.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os três homens, então, rumam para o presídio de segurança máxima onde estão detidos os líderes do PCC &#x96; no filme sempre chamado de &#x93;Partido&#x94;. Os presos apresentam por escrito às autoridades as suas reivindicações para encerrar a rebelião nas ruas de São Paulo, e os representantes do governo dão a entender que concordam com elas. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 384px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/329/78/78/6535373.salve_geral_cultura_384_419.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Ataques em maio de 2006 causaram a morte de 46 agentes públicos em São Paulo&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A mais alta autoridade do governo na negociação exige que os ataques cessem &#x93;em uma hora&#x94;. Os líderes do PCC falam da dificuldade em contatar &#x93;200 mil pessoas&#x94; em uma hora, a não ser que tenham uma cadeia nacional de rádio e tevê à disposição. Na cena seguinte, os quatro presos são vistos numa sala, cada um falando a um telefone celular diferente, pedindo o fim da rebelião.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Numa cena posterior, o policial civil que defende a negociação com os presos e o endurecimento da ação policial nas ruas é visto em uma ronda com um colega na periferia. Ao se aproximarem de dois jovens, que fogem, ele atira e mata os dois. Diante do espanto do colega, ele afirma algo como: se fugiram é porque eram criminosos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Segundo &#x93;&lt;A href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090906/not_imp430212,0.php" target=_blank&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/A&gt;&#x94;, entre os dias 12 e 20 de maio de 2006, na sequência dos ataques do PCC, 493 pessoas foram mortas por armas de fogo; 109 eram criminosos ou suspeitos que a polícia afirma terem reagido à prisão; 89 foram mortos por pessoas não identificadas, com indícios de execução.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Salve Geral&#x94; também mostra a corrupção dentro dos presídios, com agentes que facilitam a entrada de celulares para os presos em troca de benefícios. E, igualmente, descreve uma situação de corrupção que envolve um policial militar e agentes de saúdes, todos cúmplices no relaxamento da prisão de um criminoso.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Por outro lado, &#x93;Salve Geral&#x94; descreve o PCC com tintas igualmente fortes. Os líderes da organização criminosa são violentos, não hesitam em determinar a execução de integrantes do grupo e tramam uns contra os outros. O filme mostra uma série de atos de execução sumária cometidos por ordens da liderança.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 223px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/333/82/82/6535377.salve_geral_cultura_223_419.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;À esquerda, a atriz Denise Weinberg, a "Ruiva", advogada do PCC no longa-metragem&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O filme de Sergio Rezende também aborda o trabalho assistencialista do PCC, assim como a participação de mulheres no comando da organização. Uma advogada, chamada em &#x93;Salve Geral&#x94; de &#x93;Ruiva&#x94;, é uma das principais articuladoras das ações do grupo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Na época dos ataques, o ex-vice-governador Claudio Lembo havia acabado de assumir o governo do Estado, em substituição a Geraldo Alckmin, que deixou o cargo para disputar as eleições presidenciais no final de 2006. O secretário de Segurança era o procurador de Justiça Saulo de Castro Abreu e o secretário da Administração Penitenciária era o juiz aposentado Nagashi Furukawa. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No período imediatamente posterior aos ataques, Abreu e Furukawa, que pediu demissão dias depois da crise, trocaram acusações sobre a conduta de ambos nos episódios. Em entrevista à &#x93;Folha de S.Paulo&#x94;, na ocasião, Castro comentou o pedido de demissão de Furukawa em termos duros: &#x93;Saiu porque não aguentou o tranco. Viu o monstrengo que criou no sistema prisional. Despirocou&#x94;. Furukawa respondeu dois depois, no mesmo jornal, afirmando: &#x93;Toda cúpula da Secretaria da Segurança queria que fizesse acordo (com o PCC). Não aceitei&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A estréia de &#x93;Salve Geral&#x94; em 2 de outubro coincide com dois acontecimentos dramáticos. No próximo dia 1º tem início em São Paulo o julgamento de Marco Herbas Camacho, o Marcola, e Júlio César de Moraes, o Julinho Carambola, apontados como os principais líderes do PCC. Eles serão julgados como mandantes do assassinato do juiz-corregedor de presídios de Presidente Prudente, Antônio José Machado Dias, ocorrido em março de 2003.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O dia 2 de outubro marca também a data do chamado &#x93;massacre do Carandiru&#x94;, ocorrido em 1992. Na ocasião, em resposta a uma rebelião de presos, a Policial Militar invadiu o presídio, causando a morte de 111 detentos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Assista ao trailer de "Salve Geral":&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=SALVE+GERAL" target=_top&gt;Salve Geral&lt;/A&gt;, &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=PCC" target=_top&gt;PCC&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 15 Sep 2009 16:48:48 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/15/estado+negociou+com+pcc+acusa+o+filme+salve+geral+8456923.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA["Só os imbecis têm medo do ridículo", defende Gloria Perez]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/12/so+os+imbecis+tem+medo+do+ridiculo+defende+gloria+perez+8398931.html</link>
      <description>Alguém que tenha passado uma longa temporada fora, digamos, um marciano, e assistiu ao último capítulo de "Caminho das Índias" deve ter se perguntado: que lugar estranho é esse, em que as pessoas vestem-se como indianos e falam português, algumas com sotaque, outras sem? &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://videomensagem.ig.com.br/videomensagem/assunto/96/" target=_top&gt;Qual foi a melhor novela de todos os tempos? Opine!&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://babado.ig.com.br/noticias/2009/09/12/elenco+se+reune+para+conferir+ultimo+capitulo+de+caminho+das+indias+8388943.html" target=_top&gt;Elenco se reúne para assistir ao último capítulo de "Caminho das Índias"&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://babado.ig.com.br/noticias/2009/09/11/caminho+das+indias+publico+do+babado+escolhe+os+destaques+da+trama+conheca+os+vencedores+8390926.html" target=_top&gt;Babado escolhe os destaques da trama; veja os vencedores&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Que novela é essa em que, no penúltimo capítulo, um dos personagens principais, Opash (Tony Ramos) descobre que seu neto não é seu neto e, dez minutos depois, é informado que Shankar (Lima Duarte), o sábio, é seu pai? &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;IMG src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesigdesktopcaminho_das_indias_rep.jpg"&gt;&lt;BR&gt;Opash (Tony Ramos) descobre que Shankar (Lima Duarte) era seu pai / Reprodução&lt;/FONT&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Só uma autora sem medo algum do ridículo, como Gloria Perez, poderia ter construído uma trama como "Caminho das Índias". Aliás, o despudor de misturar assuntos, ambientes e tramas é uma das marcas de sua carreira como teledramaturga &#x96; vide "O Clone", para citar apenas uma novela.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os índices de audiência na reta final da novela sugerem que Gloria Perez acertou mais uma vez. O público gosta de dramalhões, vilãs femininas da pior espécie (como Yvone), traições, mulheres invejosas, vovôs espertos e amores impossíveis &#x96; desta vez, interditados pela tradição indiana de castas.&amp;nbsp; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Como de hábito nas novelas de Gloria Perez, a trama incluiu um ingrediente que ela acrescentou à formula, o chamado merchandising social &#x96; no caso o drama da esquizofrenia e da internação psiquiátrica. Além de lições de moral à elite, por meio do ótimo núcleo formado pelo pit-boy Zeca mais Ilana e Cesar, seus pais deslumbrados e irresponsáveis. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Se analisados friamente, porém, os números do Ibope não são mais tão favoráveis a este modelo de teledramaturgia. Como mostrou a coluna "Outro Canal", na "Folha de S.Paulo", embora tenha alcançado impressionantes picos de 55 pontos de audiência na reta final, "Caminho das Índias", ao longo de seus 180 capítulos, obteve uma média geral inferior a 39 pontos. Esse resultado a coloca atrás de uma série de novelas recentes, como "A Favorita" (média de 39,5), que teve um mau desempenho, "Duas Caras" (41,1), "Paraíso Tropical" (42,8) e "Páginas da Vida" (46,8).&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;IMG src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesigdesktopcaminho_das_indias_2_rep.jpg"&gt;&lt;BR&gt;Drama e amores impossíveis fazem parte das novelas de Gloria Perez / Reprodução&lt;/FONT&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;A influência de Janete Clair&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Gloria Perez já tinha "Caminho das Índias" inteiramente na cabeça quando concedeu, em 2006, duas longas entrevistas ao projeto Memória, da Rede Globo, posteriormente editadas no livro "Autores &#x96; Histórias da teledramaturgia", dois catataus de quase 500 páginas cada, com depoimentos de 16 autores globais.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O capítulo dedicado a Gloria Perez, o último do primeiro volume, abre com uma foto em página dupla da autora, sentada diante do computador, mas brincando com um cachorrinho. Na página seguinte, uma fotografia exibe objetos encontrados no seu escritório, entre os quais destaca-se uma plaquinha com a frase: "Só os imbecis têm medo do ridículo", uma idéia atribuída a Nelson Rodrigues.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A entrevista começa com Gloria detalhando a sua entrada no mundo das novelas. Diferentemente de outros autores, que relatam ter parado na televisão "por acaso", Gloria Perez sempre quis escrever para esta mídia. Fez várias tentativas, sem sucesso, até que, em 1983, Janete Clair (1925-1983) solicitou à Globo, pela primeira vez, um assistente para auxiliá-la a escrever a novela "Eu Prometo". Janete estava muito doente, enfrentando um câncer no intestino, e escrevia a novela no leito do hospital.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;"Eu Prometo" conta a história do deputado Lucio Cantomaia, casado com Darlene, com quem tem três filhas, mas vivendo uma paixão por Kely, uma fotógrafa. Em campanha para o Senado, o deputado não podia assumir o caso com Kely. Para piorar, ele descobre que Darlene teve um caso durante o casamento e que uma das três filhas que ele idolatrava não era dele. Ferida ao saber que Lucio a está traindo com Kely, Darlene resolve se vingar. E diz: "Minha vingança é que uma das tuas filhas não é tua. E você nunca vai saber qual delas. Para o resto da sua vida, você vai ser pai de todas e de nenhuma".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;IMG src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesigdesktopgloria_perez_rep.jpg"&gt;&lt;BR&gt;A autora Gloria Perez posa para fotos no set de "Caminho das Índias" / Arquivo&lt;/FONT&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Depois de relatar essa lembrança, Gloria Perez diz: "Eu nunca me esqueci dessa frase, nem dessa cena. Era bem Janete. Bárbara! Ela tinha um despudor maravilhoso, e esse era seu grande trunfo: não tinha medo de tocar nenhuma corda da emoção. Como Nelson Rodrigues, ela também achava que 'só os imbecis têm medo do ridículo'. Não foi à toa que ele foi um dos únicos intelectuais brasileiros &#x96; senão o único &#x96; a reconhecer a genialidade da Janete enquanto ela era viva".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Gloria Perez é a mais fiel discípula de Janete Clair na teledramaturgia brasileira. Sem medo do ridículo, como acredita ter aprendido com sua mestra, encerra "Caminho das Índias" com metade do país colado à televisão. É um fenômeno. Resta saber, analisando os números mais friamente, se este modelo não está dando sinais de cansaço.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Caminho+das+%CDndias" target=_top&gt;Caminho das Índias&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 12 Sep 2009 09:21:40 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/12/so+os+imbecis+tem+medo+do+ridiculo+defende+gloria+perez+8398931.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Bastidores do "CQC" têm piadas, tensão, tietagem e novela da Globo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/09/bastidores+do+cqc+tem+piadas+tensao+tietagem+e+novela+da+globo+8337906.html</link>
      <description>Segunda-feira, 7 de setembro. Dentro de um estúdio da TV Bandeirantes, 190 jovens se espremem numa arquibancada improvisada. Estão ali já há uma hora. São 22h26 e todos escutam o áudio, sem ver as imagens, do programa &#x93;Videonews&#x94;, que a emissora exibe naquele momento. De repente, de forma abrupta, a apresentadora avisa: &#x93;A seguir, CQC&#x94;. De frente para a plateia no estúdio, a produtora Mariana Nagata de Cicco pede palmas e aplausos. A galera urra de alegria. O chão treme. &lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br///fotoshow/2009/09/09/bastidores_do_cqc_574856.html"&gt;&lt;STRONG&gt;Veja o fotoshow do que acontece por trás das câmeras do "CQC"&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Flávio Torres/Fotomidia&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/114/114/13/6394377.bastidores_do_cqc_cultura_280_420.jpg" proporcao="0.6666666666666666"&gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;À "paisana", Marco Luque e Rafinha Bastos aguardam no camarim o início do programa&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Aguardando num canto improvisado atrás do palco, os apresentadores Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque entram em cena e assumem seus lugares na bancada. É tudo muito rápido. Sem intervalos comerciais, está começando a edição número 69 do &#x93;CQC&#x94;, &#x93;o programa da família brasileira&#x94;, como anuncia Marcelo Tas, sublinhando a ironia involuntária entre o lema da atração, o número da edição e o feriado nacional. &#x93;O programa de hoje está patriota e sem vergonhinha&#x94;, avisa o apresentador. A plateia vai ao delírio. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Lançado em março de 2008, o &#x93;CQC&#x94; cumpre sua segunda temporada de sucesso no Brasil. Programa de atualidades, comenta notícias da semana misturando jornalismo com humor e pegadinhas &#x96; um modelo polêmico, criado na Argentina em 1993, onde ocupa o horário nobre da principal emissora do país. Com média de 5 pontos no Ibope, dobrou a audiência que a Band obtinha no horário.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Criação da produtora Cuatro Cabezas, que o co-produz com a Band no Brasil, o &#x93;CQC&#x94; é um programa argentino que fala português. Uma mistura que dá muito certo, mas não deixa de produzir faíscas, constatou a reportagem do &lt;STRONG&gt;Último Segundo&lt;/STRONG&gt;, presente no estúdio da Band desde as 19h para acompanhar os bastidores do programa.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No camarim do CQC já estão os três apresentadores e os dois roteiristas, Alex Baldin e Marco Aurélio Góes dos Santos. Prosaicos sanduíches de metro, encomendados numa padaria, e latinhas de Coca-Cola estão à disposição da equipe. Um dos apresentadores pede para não ser fotografado com o refrigerante, já que a rival Pepsi é uma das patrocinadoras do programa.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Tas nega interferência de Lula&lt;/STRONG&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Às 19h30, cinco estudantes da Faculdade Anhembi Morumbi chegam para entrevistar Tas. O apresentador será tema de um livro biográfico, a ser apresentado como trabalho de conclusão de curso. A primeira pergunta é boa: &#x93;Você fala que não se preocupa em saber se o &#x91;CQC&#x92; é um programa de jornalismo ou entretenimento. Mas se preocupa com a ética? Já aconteceu de o programa ultrapassar a linha?&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Sim&#x94;, responde Tas. &#x93;O programa já extrapolou o limite do respeito e da ética. Mas os meninos (os repórteres e demais apresentadores) ouvem muito. A gente conversa&#x94;, diz, garantindo que discutem em equipe tudo que acontece, para não repetir os erros. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;As meninas perguntam a Tas sobre as dificuldades de fazer o &#x93;CQC&#x94;. O apresentador comenta: &#x93;O chato é que a gente é um programa jornalístico, mas com exigência técnica de um programa de ficção. Acho que dá para fazer o &#x91;CQC&#x92; mais leve.&#x94; Só isso? &#x93;Outra coisa chata são os telefonemas que recebo, especialmente com o prefixo 61 (de Brasília).&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;É verdade, perguntam, que o presidente Lula pediu ao &#x93;CQC&#x94; para pegar mais leve? &#x93;Mentira. Não tem nenhum fundamento&#x94;, diz. &#x93;Estou vivendo um papel novo aqui. Defender a linha editorial do programa. Negociar, convencer, explicar. Porque o programa até hoje é visto como um óvni.&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Flávio Torres/Fotomidia&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/95/95/95/6395360.bastidores_do_cqc_cultura_280_420.jpg" proporcao="0.6666666666666666"&gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;O apresentador Marcelo Tas conversa com estudantes do jornalismo sentado na plateia&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Show de piadas no camarim&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Às 20h10, voltamos para o camarim. Com 2 metros de altura, apesar do nome no diminutivo, Rafinha Bastos conta uma piada atrás da outra. Parece estar encenando &#x93;A Arte do Insulto&#x94;, o espetáculo de stand-up comedy que apresenta. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Flávio Torres/Fotomidia&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 207px; HEIGHT: 312px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/96/96/96/6395361.bastidores_do_cqc_cultura_312_207.jpg" proporcao="0.6666666666666666"&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Luque brinca com boneco em miniatura&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Depois de contar uma piada sobre cariocas, que todos acham muita graça, informo que sou carioca. E Rafinha prossegue, imitando o jeito dos cariocas. Pergunto se posso publicar a piada. Ele pede que não. &#x93;No show eu também faço piada de paulista, de gaúcho... Se você contar só uma, fica fora do contexto&#x94;, justifica. &#xD;
&lt;P&gt;Rafinha relata que uma vez um fã reclamou com ele sobre a insistência de suas piadas sobre a sexualidade dos gaúchos. &#x93;Dá uma força aí para quebrar esse estigma&#x94;, pediu o fã, gaúcho. &#x93;E o pior é que o cara era de Pelotas&#x94;, ri o humorista.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Os estereótipos pegam porque em algum momento alguém se sentiu ofendido&#x94;, teoriza Rafinha. Marco Luque entra na conversa e faz piada sobre a sexualidade de Rafinha, que ouve a provocação sem responder.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Alex e Marco Aurélio, os roteiristas, explicam que escrevem piadas de acordo com o perfil de cada um: &#x93;Rafinha é mais &#x91;agressive&#x92;, faz piadas autodepreciativas e piadas de referência&#x94;, diz Alex. &#x93;O Luque é mais nonsense, mais insano. Exploramos elementos biográficos dele&#x94;, continua. &#x93;Eles criaram um monstro&#x94;, reage Luque.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Qualquer deslize é motivo de piada entre humoristas afiados. A tevê no camarim exibe uma longa reportagem sobre Cauby Peixoto. Marco Aurélio pergunta: &#x93;Cauby morreu?&#x94;. E Rafinha emenda: &#x93;Vai sentir saudades dele?&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Pegando no pé do argentino&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Chega ao camarim, por volta das 20h30, o diretor Juan Buezas. Há dez anos na Cuatro Cabezas, na Argentina, Buezas assumiu este ano a direção do &#x93;CQC&#x94; brasileiro. Substituiu Diego Barredo, que agora é o responsável por todas as operações da produtora no Brasil (eles produzem também o &#x93;E24&#x94; na própria Band e preparam um novo programa para 2010).&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Faltam menos de duas horas para o CQC entrar no ar e é chegada a hora de repassar o roteiro do programa. Marcelo Tas, porém, ainda está atendendo as estudantes de jornalismo. Buezas parece tenso, mas aceita sem reagir as piadas de Rafinha, Luque, Alex e Marco Aurélio sobre a derrota da Argentina para o Brasil, no sábado.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Às 20h45, Marco Luque começa a se vestir. Num canto do camarim, há três jogos com os ternos pretos que os apresentadores vestirão durante o programa. Um pedaço de papel identifica cada um. O de Marcelo Tas está escrito &#x93;Marcelo Taz&#x94; &#x96; o que é motivo para mais piadas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Tas chega ao camarim, finalmente, e a reportagem do &lt;STRONG&gt;Último Segundo&lt;/STRONG&gt; é convidada a se retirar. Buezas explica que a reunião às vésperas de o programa ir ao ar é fechada. Superstição.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Na maquiagem, &#x93;Caminho das Índias&#x94;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;No pátio interno da Band, os jovens que conseguiram ingresso para assistir o &#x93;CQC&#x94; se aglomeram, cantam, gritam e se fotografam. &#x93;Já temos plateia agendada até o fim do ano&#x94;, explica uma produtora. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Flávio Torres/Fotomidia&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/107/107/6/6395372.bastidores_do_cqc_cultura_280_420.jpg" proporcao="0.6666666666666666"&gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Rafinha Bastos na sala de maquiagem; na televisão, novela da emissora concorrente&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A reunião de passagem do roteiro, que normalmente dura uma hora, é encerrada em pouco mais de 40 minutos. Já vestidos com seus ternos pretos, os apresentadores correm para a sala de maquiagem. Boris Casoy, apresentador do telejornal que vai ao ar depois do &#x93;CQC&#x94;, está acabando de ser maquiado. Na tela da televisão dentro da sala, a maquiadora acompanha &#x93;Caminho das Índias&#x94;, a novela da concorrente Globo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Nesta segunda-feira, há uma excitação maior no ar. Pela primeira vez, haverá uma disputa ao vivo pela eleição do oitavo integrante do &#x93;CQC&#x94;, um concurso que atraiu milhares de candidatos e está chegando à reta final. Quatro dos últimos oito candidatos vão aparecer no programa e dois serão selecionados para a penúltima etapa.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Diego Barredo explica o que o &#x93;CQC&#x94; está procurando: &#x93;Alguém diferente dos que já temos. Tem que ser esperto, engraçado...&#x94;. Tas acrescenta: &#x93;Há diferentes visões aqui dentro sobre isso. Estou alinhado com o Barredo. Quero ser surpreendido. Quero alguém que traga algo que a gente não tenha pensado&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Rafinha se aproxima, na porta da sala de maquiagem. Diz que o fato de conhecer um dos oito finalistas, o humorista Rogerio Morgado, não influi em nada. &#x93;Ele não pode ser prejudicado pelo fato de a gente se conhecer. Aliás, acho até que prejudica&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Na sala de controle&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;São 22h. Faltam 20 minutos para o programa ir ao ar. Estão todos prontos e maquiados. Rafinha e Luque se dirigem para o palco e começam a animar a platéia com piadas. Fazem uma espécie de stand-up para &#x93;aquecer&#x94; o público. Tas se dirige à sala de controle, o chamado &#x93;switcher&#x94;, onde ficam os diretores e editores.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O apresentador quer ver os vídeos escolhidos pela produção para o quadro &#x93;Top 5&#x94;, que apresenta semanalmente imagens engraçadas ou bizarras. Com o roteiro em mãos, o apresentador faz anotações, que o ajudarão, ao vivo, minutos depois, a apresentar cada um dos vídeos.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Flávio Torres/Fotomidia&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/111/111/10/6395376.bastidores_do_cqc_cultura_280_420.jpg" proporcao="0.6666666666666666"&gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;O diretor Juan Buezas acerta detalhes com os já apresentadores a postos na bancada&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Às 22h15, Tas desce do &#x93;switcher&#x94; e se dirige para o palco. Pelo microfone, aberto, o diretor Juan Buezas avisa: &#x93;A qualquer momento entramos&#x94;. O &#x93;CQC&#x94; não tem um horário exato para começar. Entre 22h15 e 22h30, realmente, &#x93;a qualquer momento&#x94; pode começar. O diretor aguarda os intervalos comerciais da concorrência para colocar o seu programa no ar. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com Globo e Record nos intervalos comerciais, mais espectadores podem sintonizar na Band no momento em que a atração da casa estiver começando. É o que acontece às 22h27 desta segunda-feira. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Clima na plateia&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Ao final do primeiro bloco, um espectador é retirado da platéia. Ele é acusado de ter obstruído uma das câmeras do programa, com um casaco, violando as regras de comportamento determinadas pela produção. Alguém grita da plateia que não foi o menino que jogou o casaco. Rafinha Bastos se manifesta e pede que o verdadeiro culpado se acuse. Ninguém se manifesta. Ao final do programa, depois de rever as imagens do incidente, a produção chegou à conclusão que identificou o espectador errado.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Flávio Torres/Fotomidia&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 207px; HEIGHT: 312px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/113/113/12/6395378.bastidores_do_cqc_cultura_312_207.jpg" proporcao="0.6666666666666666"&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Na palma da mão: produtora pede aplausos&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;O programa exibe matérias longas sobre o jogo entre Brasil e Argentina, em Rosario, e o lançamento do pré-sal, em Brasília. Marcelo Tas imita Lula ao chamar a reportagem de Rafael Cortez. Às 23h25, o próprio Cortez chega à Band para assistir o final do programa &#x96; e a plateia feminina vai ao delírio. &#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;Tensão: o Ibope, minuto a minuto&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Subo ao &#x93;switcher&#x94; para assistir à segunda metade da edição. Diego Barredo, Juan Buezas e outros dois argentinos comandam a operação. Barredo fica diante de um monitor de computador acompanhando o Ibope, minuto a minuto. O &#x93;CQC&#x94; começou com 1,6 e foi subindo. Às 23h09, alcançou o seu pico, com 7,5 pontos. O que era exibido na hora? &#x93;Nada especial. Era o break da Globo&#x94;, explica Barredo, tranquilo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Buezas está tenso e irritado. Reclama de Marcelo Tas, que estaria demorando muito nas explicações de cada vídeo do &#x93;Top 5&#x94;. &#x93;Vamos, Marcelo!&#x94;, cobra Buezas pelo ponto eletrônico, conectado ao ouvido do apresentador. O programa está atrasado, ou seja, talvez não tenha tempo para exibir todas as atrações programadas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O diretor vê o programa por seis câmeras diferentes. Também tem à disposição pequenas telas que exibem a programação de cinco emissoras concorrentes. Todos olham o tempo todo para o monitor do Ibope, que Barredo controla. &#x93;Quanto está?&#x94;, é uma pergunta frequente, que vem de todas as direções da sala. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Durante o intervalo comercial do &#x93;CQC&#x94;, Buezas e Barredo decidem mudar a ordem estabelecida no roteiro e cortar um dos quadros da edição, o &#x93;CQ Teste&#x94;. Logo a informação corre: &#x93;Vai cair o CQ Teste?&#x94;, alguém pergunta. &#x93;Vai.&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;A disputa para ser &#x93;o oitavo elemento&#x94;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Assisto à disputa entre Rogerio Morgado e Marcel Oliveira pela vaga de oitavo integrante do programa. Os dois foram a um mesmo evento, uma festa de música sertaneja, e fizeram reportagens com o público e os músicos presentes. Ao final da exibição da matéria, com os dois no palco, ao vivo, Tas fala: &#x93;Vamos nos comunicar com o Sr. CQC, essa entidade suprema...&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Dentro do &#x93;switcher&#x94; um dos técnicos pergunta quem foi o vencedor. Não ouço quem respondeu, mas logo alguém está informando: &#x93;O gordo ficou&#x94;. &#x93;É o da direita.&#x94; São informações que ajudarão os técnicos que controlam as câmeras no palco. Mas Buezas grita: &#x93;O Marcel também!&#x94;. Ordem obedecida em segundos, a câmera que focaliza o perdedor também é acionada e uma imagem do outro candidato é exibida.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Flávio Torres/Fotomidia&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/116/116/15/6395381.bastidores_do_cqc_cultura_280_420.jpg" proporcao="0.6666666666666666"&gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Num intervalo, Rafael Cortez chega ao estúdio e é cumprimentado por Tas&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Já passa da meia-noite. O programa ficou com uma audiência média entre 4 e 5 pontos. Mais ou menos na média habitual. Está todo mundo com aparência cansada. À 0h16, Marcelo Tas está finalizando o &#x93;CQC&#x94;, fazendo agradecimentos, quando o diretor e seus assistentes já se levantam do &#x93;switcher&#x94;. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Lá embaixo, seguranças isolam o palco, onde ficam os apresentadores, da plateia, que ameaça invadir o espaço, em busca de fotografias com Tas, Rafinha e Luque. O trio atende a todos com educação. Enquanto isso, técnicos começam a desmontar o cenário. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Dez minutos depois, no camarim, Tas comenta a edição. Está cansado, também, e um pouco abatido pelos imprevistos, que obrigaram o corte do &#x93;CQ Teste&#x94;. &#x93;O programa começou muito bem. Aí a gente se empolga e o tempo estoura.&#x94; Tas conta que além deste quadro, havia uma outra matéria programada e algumas brincadeiras que foram cortadas por falta de tempo. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;O diretor ficou puto&#x94;, ele conta. &#x93;No meio do programa, pediu para eu dar uma acelerada.&#x94; Mas são incidentes normais, explica. O programa muda toda semana no ar. Na semana anterior, conta, Buezas estava tão irritado que falou com Tas pelo ponto eletrônico enquanto o apresentador estava no ar, falando ao vivo. Tas diz que ao final do programa, perguntou: &#x93;Posso fazer alguma coisa para você não ficar nervoso?&#x94;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;É 0h30. Boris Casoy está no ar com o seu telejornal. Rafinha Bastos, de short, deixa o camarim do &#x93;CQC&#x94;. Luque, de banho tomado, veste-se. Tas despede-se do repórter, cansado, mas bem-humorado. &#x93;Eu agora tenho que acalmar o diretor&#x94;. Semana que vem tem mais.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/veja_mais/noticias.html?ini=0"&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;STRONG&gt;Reveja outras reportagens especiais&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;A href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/"&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;STRONG&gt;Acesse o blog de Mauricio Stycer&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;A href="http://twitter.com/mauriciostycer"&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Acompanhe o repórter no Twitter&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=CQC"&gt;CQC&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2009 09:45:52 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/09/bastidores+do+cqc+tem+piadas+tensao+tietagem+e+novela+da+globo+8337906.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Cirurgião famoso vira escritor para contar a saga de médico perseguido pela Inquisição]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/06/cirurgiao+famoso+vira+escritor+para+contar+a+saga+de+medico+perseguido+pela+inquisicao+8286918.html</link>
      <description>Pedro Puech-Leão, ensina a Wikipédia, é professor titular de Cirurgia Vascular e Endovascular da USP, pioneiro deste tipo de cirurgia no Brasil e o primeiro no País a realizar a correção de um aneurisma da aorta por técnica endovascular. Reconhecido mundialmente pela criação de uma variante técnica deste tipo de cirurgia, já publicou mais de 80 pesquisas em revistas médicas no Brasil e no exterior. E promoveu, na cidade de São Paulo, o primeiro programa de detecção de aneurismas da aorta, que permitiu conhecer a incidência dessa doença entre os brasileiros. &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Mauricio Stycer/iG&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 250px; HEIGHT: 201px" alt="Médico Pedro Puech " src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/229/229/27/6347398.pedro_puech__201_249.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;Médico Pedro Puech, autor de "O Unitário"&lt;/FONT&gt; &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Já Pedro Puech está longe de ter a fama do médico. Trata-se de um escritor ainda pouco conhecido, autor de apenas dois livros. Em 2001, publicou &#x93;A Carta de Ragusa&#x94; (2001), uma ficção científica passada em 2050, que pouca gente leu, e acaba de mandar para as livrarias &#x93;O Unitário&#x94;, um romance histórico, ambientado em 1553.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Fruto de uma pesquisa minuciosa e muita critividade, &#x93;O Unitário&#x94; pode ajudar a tornar o escritor mais famoso que o médico. O livro resgata a incrível história do espanhol Miguel Servet (1511-1553), médico e teólogo, perseguido pela Inquisição católica e queimado na fogueira em Genebra, por influência de João Calvino (1509-1564).&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Homem de múltiplos interesses, Servet é autor de um compêndio sobre xaropes, um livro sobre astrologia, dois tratados teológicos e uma descoberta revolucionária sobre o funcionamento do coração humano.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Cristão fervoroso, Servet escreveu &#x93;A Restituição do Cristianismo&#x94;, no qual rejeitava a ideia de Santíssima Trindade, afirmando Deus como uma só entidade. Suas ideias, naturalmente, ofedenderam católicos e protestantes, que o perseguiram de forma impiedosa.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Ao mesmo tempo, Servet foi pioneiro, na Europa, na descrição das funções dos dois ventrículos do coração. O conhecimento de que o sangue sai do coração para os pulmões, retorna ao coração e daí é distribuído aos tecidos era ignorado na Europa do século XVI. &lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reprodução&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 179px; HEIGHT: 250px" alt="Reprodução do Servet " src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/230/230/28/6347399.reproducao_do_servet__250_179.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reprodução do Servet&lt;/FONT&gt; &lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Hoje se sabe que o primeiro a descrever o correto funcionamento do coração foi o médico e filósofo árabe Ibn Nafis, em 1242. Mas a sua descoberta, tudo indica, não era do conhecimento dos médicos europeus que estudavam anatomia e fisiologia em 1550. Na época, pelo menos outros dois médicos europeus, contemporâneos de Servet, disputaram com ele a primazia desta importante descoberta científica.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O romance de Pedro Puech reconstitui, assim, a história deste médico, aparentemente tão genial quanto fanático, ainda hoje reverenciado na Espanha como &#x93;mártir&#x94; pela coragem de, em nome das suas ideias, enfrentar os poderes da Igreja.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Médico há mais de 30 anos, Puech conta que nunca havia ouvido falar de Servet até ler uma menção a seu nome num livro de história. Interessou-se pelo assunto e, pesquisando na Internet, começou a destrinchar o enredo do seu romance. &#x93;Ele é um símbolo da liberdade de pensamento&#x94;, diz o médico.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Por quatro anos, Puech colecionou livros e informações sobre Servet e seus contemporâneos &#x96; tanto os médicos que disputam com ele a primazia da descoberta sobre o funcionamento do coração quanto os teólogos que rejeitam suas ideias religiosas. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Submeteu o original do romance ao escritor Pedro Bandeira, conhecido autor de livros infanto-juvenis, que o indicou à editora Rocco. Puech conta que, 15 dias depois de enviar o livro da editora, recebeu uma carta com o contrato para a publicação. Editoras normalmente demoram meses para responder a autores iniciantes ou pouco conhecidos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Embora Pedro Bandeira cite Umberto Eco (por &#x93;O Nome da Rosa&#x94;) e Noah Gordon (&#x93;Xamã&#x94;) como referências de autores de romances históricos, Puech não se identifica com nenhum dos dois. &#x93;Adorei &#x91;O Nome da Rosa&#x92;. Mas tudo aquilo é ficção&#x94;. Em &#x93;O Unitário&#x94; apenas o narrador, o jovem médico Benjamim, um judeu convertido ao catolicismo por força da Inquisição, é uma invenção do autor.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;É Benjamim que percorrerá a Europa em busca de Servet e revelará aos leitores, aos poucos, a saga do médico e teológo. Por intermédio de Benjamim, Puech nos apresenta aos meandros de uma história que pode não ter o suspense desejado pelo leitor de romances históricos, mas oferece informações e conhecimentos impressionantes.&lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reprodução&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 163px; HEIGHT: 250px" alt="Reprodução da capa do livro" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/177/177/76/6349350.reproducao_da_capa_do_livro_250_163.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Reprodução da capa do livro&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;Puech não se interessa por literatura de entretenimento, e cita Sthepenie Meyer, autora da série &#x93;Crepúsculo&#x94; como exemplo do que não pretende com seus livros. &#x93;É divertido, mas você fecha o livro e sai dali como entrou. É como um filme do Rambo&#x94;, diz.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Em sua carreira de escritor, Puech tem enfrentado reações curiosas de seus colegas médicos. &#x93;Alguns elogiam, mas outros vem com reservas. &#x91;Você virou escritor?&#x92;, me perguntam. Somos muito rotulados&#x94;, lamenta. &#x93;Conheço muitos médicos que são excelentes músicos, artistas plásticos e atletas. Qual é o problema?&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Nas horas vagas, entre aulas na USP, atendimento no consultório particular e cirurgias no Sirio Libanês e no Hospital das Clínicas, Puech construiu &#x93;O Unitário&#x94;. &#x93;Demorei quatro anos. Se me dedicasse só a isso, acho, teria escrito em um ano e meio&#x94;. Mas não pensa em mudar de profissão. &#x93;Ainda tenho muitos anos como cirurgião pela frente&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Aos 57 anos, casado pela segunda vez, Puech é pai de dois filhos (uma cineasta e um publicitário) do primeiro casamento e de um menino de 3 anos, do segundo casamento. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Um &lt;A href="http://www.ounitario.com.br/" target=_blank&gt;site na Internet&lt;/A&gt; traz informações sobre o livro e sobre os personagens reais retratados no romance. &lt;BR&gt;&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Sun, 06 Sep 2009 10:47:43 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/09/06/cirurgiao+famoso+vira+escritor+para+contar+a+saga+de+medico+perseguido+pela+inquisicao+8286918.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Livro e exposição celebram o olhar dionisíaco de Otto Stupakoff]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/08/29/livro+e+exposicao+celebram+o+olhar+dionisiaco+de+otto+stupakoff+8139934.html</link>
      <description>Pioneiro da fotografia de moda no Brasil, Otto Stupakoff deixou o País em 1965, aos 30 anos, para construir uma bem-sucedida carreira entre Nova York e Paris. Fotografou para as principais revistas de moda e também fez retratos das maiores celebridades da época. &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;IMG src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/230/230/28/543314.icone_us__foto_12_14.png"&gt; &lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br///fotoshow/2009/08/29/otto_stupakoff_565889.html" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;Veja a galeria de fotos da exposição&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;  &lt;LI&gt;&lt;A href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/04/23/morre-o-fotografo-otto-stupakoff/"&gt;&lt;STRONG&gt;Morre o fotógrafo Otto Stupakoff&lt;/STRONG&gt; &lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Pouco conhecido pelas gerações mais novas, o seu trabalho ganhou nova visibilidade depois do seu retorno ao País em 2005 e, sobretudo, após negociar o seu acervo com o Instituto Moreira Salles. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Morto em abril deste ano, Stupakoff acaba de ganhar um belíssimo livro, &#x93;Sequências&#x94; (IMS, 216 págs., R$ 62), com mais de 200 imagens, dedicado a iluminar um aspecto pouco conhecido do trabalho dos fotógrafos de moda: as fotos não publicadas. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;IMG src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingsnalvesdesktopfoto400.jpg"&gt;&lt;BR&gt;&lt;EM&gt;                         foto: divulgação / Instituto Moreira Salles&lt;/A&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;TR&gt;&lt;TD&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Em busca da imagem ideal, que será publicada num editorial de moda, o fotógrafo costuma fazer dezenas de imagens. Só a melhor, ou as melhores, serão publicadas. &#x93;Sequências&#x94; resgata algumas dessas séries de fotos nunca publicadas, no esforço de mostrar o processo pelo qual Stupakoff escolhia a &#x93;eleita&#x94;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O livro também dá uma idéia da diversidade de temas e interesses do fotógrafo. Traz imagens deles em lugares tão diferentes quanto Fernando de Noronha, Saigon e Copenhague. Também resgata alguns de seus retratos famosos, como o de Heitor dos Prazeres, Tom Jobim e Pietro Maria Bardi. Sem falar nas séries de nus e de mulheres bonitas. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Sequências&#x94; traz, ainda, três textos inéditos, de caráter memorialístico, escritos por Stupakoff em diferentes momentos de sua carreira, numa viagem pelo Amazonas, na década de 70, em Calcutá, em 1967, e em Praga, em 1993.&lt;BR&gt;  &lt;BR&gt;Como escreve um fã confesso, o fotógrafo Bob Wolfenson, num esclarecedor texto introdutório, as fotos de Stupakoff atestam que &#x93;ele esteve nos muitos cantos do mundo e viveu na acepção dionisíaca do termo. A câmera talvez tenha sida mera formalidade&#x94;. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Para quem mora em São Paulo, além do livro, o IMS oferece uma retrospectiva de 70 fotos famosas de Stupakoff, que cobrem os principais temas de sua carreira. A mostra inclui o famoso retrato de Jack Nicholson, jovem, em pé, pisando um pedaço de pano, além de fotos de moda e de mulheres.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&#x93;Otto Stupakoff Fotografias&#x94; fica em exibição até 22 de novembro na sede do IMS, na rua Piauí, 844, de terça à domingo, das 13h às 18h. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Leia mais sobre &lt;/STRONG&gt;&lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=Otto+Stupakoff"&gt;&lt;STRONG&gt;Otto Stupakoff&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Sat, 29 Aug 2009 09:51:13 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/08/29/livro+e+exposicao+celebram+o+olhar+dionisiaco+de+otto+stupakoff+8139934.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Waldick Soriano retratado com carinho por Patrícia Pillar]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/08/28/waldick+soriano+retratado+com+carinho+por+patricia+pillar+8120991.html</link>
      <description>Um documentário sobre a vida e a carreira de Waldick Soriano já é algo, em si, que desperta muita curiosidade. Saber que o filme foi dirigido pela atriz Patrícia Pillar acrescenta uma informação surpreendente, que altera completamente a maneira de encarar a história. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;Omelete: &lt;A href="http://www.omelete.com.br/cine/100021776/CINEMA__Estreias_da_Semana__28_8_.aspx"&gt;conheça as outras estreias da semana nos cinemas&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=middle border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;CENTER&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 315px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/178/178/77/6168490.patricia_pillar_waldick_soriano_cultura_315_420.jpg" &gt;&lt;/CENTER&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;A atriz (e agora diretora) Patrícia Pillar e Waldick Soriano juntos no camarim do cantor&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com estréia nesta sexta-feira (28) em São Paulo e Rio de Janeiro, &#x93;Waldick, Sempre no Meu Coração&#x94; é a primeira experiência de Patrícia Pillar como diretora. Como Selton Mello e Matheus Nachtergaele, a atriz conta que sentia há tempos o desejo de se aventurar atrás das câmaras.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em apenas 58 minutos, &#x93;Waldick, Sempre no Meu Coração&#x94; não se propõe a relatar, de forma cronológica ou jornalística, a trajetória do cantor. Patrícia Pillar optou por um registro de tonalidade mais emotivo, no qual Waldick aparece refletindo sobre a vida, seus amores e suas canções.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=right border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Divulgação&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 199px; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/184/184/83/6168496.waldick_soriano_musica_300_199.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&#xD;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Waldick nas gravações de DVD&lt;BR&gt;ao vivo na capital cearense&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;O filme se abre com uma visita de Waldick a Caetité, na Bahia, onde nasceu e foi criado. Cansado, adoentado, o cantor reencontra velhos conhecidos e canta seus sucessos. &#x93;O Frank Sinatra brasileiro&#x94;, grita um conterrâneo. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Patrícia Pillar também o acompanha em outros ambientes amistosos, como Quixadá, Sobral, Fortaleza &#x96; cenário da gravação de um show comemorativo (disponível em DVD) &#x96; e São Paulo, onde sua carreira deslanchou.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Waldick explica que construiu sua &#x93;persona&#x94; &#x96; o cantor vestido de preto, chapéu e óculos escuros &#x96; inspirado no personagem &#x93;Durango Kid&#x94;, do cinema. Lamenta ter sido chamado no passado de &#x93;cafona&#x94; e no presente de &#x93;brega&#x94;. &#x93;Sou um cantor romântico&#x94;, sublinha. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;As filmagens foram realizadas entre 2006 e 2007. Waldick faleceu em 2008, aos 75 anos. Patrícia Pillar o expõe diante de alguns dos seus &#x93;14 amores&#x94; e do filho, Walmick, com quem tinha relacionamento difícil. &#x93;Errei muito&#x94;, diz o cantor de &#x93;Eu Não Sou Cachorro Não&#x94;. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;São momentos um pouco invasivos, que Waldick, às vezes embriagado, parece enfrentar com resignação. &#x93;Às vezes, a gente tem que fingir que é feliz. E isso dói. Mas a gente acostuma&#x94;, diz, fazendo uma pausa antes de completar. &#x93;A mentir para a gente mesmo&#x94;. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mesmo para quem não se interessa pelo repertório musical de Waldick Soriano, o filme de Patrícia Pillar oferece uma reflexão humanista, bonita, sobre um artista que dedicou a carreira a cantar os sentimentos mais básicos. E que conclui a sua trajetória afirmando, na última cena: &#x93;Eu ainda estou procurando essa tal de felicidade&#x94;.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Assista ao trailer de "Waldick, Sempre no Meu Coração":&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=WALDICK+SORIANO"&gt;Waldick Soriano&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:43:53 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/08/28/waldick+soriano+retratado+com+carinho+por+patricia+pillar+8120991.html</guid>
    </item>
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