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 <DataGeracaoArquivo>Qua, 1 Nov 2006 10:20:33 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Comando americano lista fatores de desestabilização no Iraque]]></Titulo>
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 <NomeCredito>Michael R. Gordon</NomeCredito>
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 <NomeFonte><![CDATA[The New York Times]]></NomeFonte>
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 <Olho><![CDATA[WASHINGTON - Um briefing confidencial preparado duas semanas atrás pelo Comando Central dos EUA retrata o Iraque como um país à beira do caos, numa tabela a qual o exército vem usando como barômetro do conflito civil. ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[<P>Um slide de uma página exibido no briefing de 18 de outubro fornece um raro reflexo sobre como o comando militar que cuida da guerra tenta seguir sua trajetória, especialmente quando se trata dos combates sectários. </P>
<P>O slide inclui um gráfico com códigos coloridos usado para ilustrar um "Índice de Conflito Civil". O gráfico mostra uma alta escalada na violência sectária desde o bombardeio de um templo xiita em Samarra, no mês de fevereiro, e acompanha uma piora progressiva neste mês, apesar do esforço americano em impedir a violência em Badgá. </P>
<P>Ao idealizar o índice, o exército pesa fatores como a ineficaz polícia iraquiana e a fraca influência de figuras religiosas e políticas moderadas, ao invés de medidas militares mais tradicionais como a força de combate do inimigo e o controle do território. </P>
<P>As conclusões tiradas pelo Comando Central não são encorajadoras, de acordo com uma cópia do slide obtida pelo The New York Times. O slide mostra um Iraque se afastando cada vez mais da "paz", um ideal mostrado do lado esquerdo do gráfico, em direção a um ponto bem próximo da extrema direita do espectro, a zona vermelha marcada como "caos". Como retratada no gráfico do comando, a agulha vêm se movendo rapidamente em direção ao lado direito. </P>
<P>De acordo com um oficial do Comando Central, o índice de conflitos civis têm sido pauta dos briefings internos do órgão durante o ano todo.</P>
<P>Ao avaliar os prospectos dos conflitos civis, o comando se concentra em "leituras-chave", ou variáveis principais.</P>
<P>De acordo com o slide, as variáveis incluem "retórica hostil" pelos líderes políticos e religiosos, que podem ser medidos durante os sermões nas mesquitas e ao ouvirem importantes líderes xiitas e sunitas, e o peso da influência que líderes moderados possuem na população. As outras variáveis principais são assassinatos e outros ataques sectários, assim como "conflitos civis espontâneos em massa". </P>
<P>O índice mostra também alguns desenvolvimentos positivos. Mais especificamente, aponta que a "retórica hostil" feita por líderes políticos e religiosos não aumentou. Também nota que as forças de segurança iraquianas apresentam menos resistência às ordens do governo central do que no passado, e que o número de deserções em massa diminiuiu. </P>]]></Texto>

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