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 <Titulo><![CDATA[FT.com: China Mobile segue buscando aquisições em mercados emergentes]]></Titulo>
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 <Olho><![CDATA[A China Mobile, maior operadora de telefonia móvel do mundo em número de assinantes e capitalização, está de olho em aquisições em mercados emergentes, apesar de não ter conseguido comprar a Millicom International Cellular no mês passado. ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[Em sua primeira entrevista a um jornal internacional, o presidente da China Mobile, Wang Jianzhou, disse ao Financial Times que o fracasso da compra da Millicom não muda a orientação "cautelosa" do grupo voltada à expansão fora do país. "Nossa política de nos tornarmos globais não mudou. Ainda estamos procurando oportunidades no estrangeiro para aumentar nossos lucros", disse Wang. <br><br>O cancelamento abrupto da oferta de US$ 5,3 bilhões da China Mobile para comprar a Millicom, listada na Nasdaq, levantou especulações acerca da capacidade da empresa chinesa de fechar acordos globais. <br><br>Representantes do governo têm encorajado estatais de "setores estratégicos" a expandir no exterior, mas a ambição da China Mobile de se tornar um grupo de telecomunicações de alcance mundial sofreu dois reveses nos últimos 14 meses. Em 2005, a operadora fez uma oferta fracassada por uma fatia na Pakistan Telecommunication (PTCL).<br><br>Wang disse que não poderia comentar as razões do colapso do acordo com a Millicom, que foi costurado pela controladora da China Mobile, estatal da qual ele também é executivo-chefe. <br><br>Perguntado sobre se a oferta mal sucedida pela Millicom representava uma derrota, ele citou, em vez disso, a oferta pela PTCL, destacando que a proposta apresentada pela China Mobile foi de apenas US$ 1,1 bilhão, em comparação com a de US$ 2,6 bilhões apresentada pela vencedora do leilão, a Emirates Telecommunications (Etisalat). <br><br>"Em uma teleconferência, alguém me disse que a oferta pela PTCL tinha sido um fracasso. Eu disse que esse termo não se aplica a aquisições. Se você vai a uma loja e decide não comprar nada porque não quer pagar um preço elevado, isso não é um fracasso."<br><br>No ano passado, a China Mobile saiu da China continental pela primeira vez, adquirindo a China Resources Peoples, uma empresa de telefonia sem fio de Hong Kong. <br><br>Wang disse que esse acordo exemplifica os benefícios de se fazer aquisições fora do país. "Uma das vantagens é a escala. Nós realmente centralizamos as compras. Desde que adquirimos a Peoples, a empresa paga a metade do que costumava pagar pelo mesmo equipamento", disse. <br><br>Na China, Wang disse que sua companhia ainda vê grande potencial tanto nas operações atuais de segunda geração quanto nas futuras de terceira geração. Ele disse que não sabe quando e como o governo irá conceder licenças para serviços de terceira geração, mas afirmou que os negócios da China Mobile ainda estão se expandindo rapidamente graças ao forte crescimento da demanda nas áreas rurais e dos serviços de transmissão de dados. <br>(Justine Lau e Mure Dickie)<br><br><br>Fonte: <a href=http://news.ft.com target=_blank>Financial Times</a><br> <br>  ]]></Texto>

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