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 <DataGeracaoArquivo>Sex, 29 Set 2006 14:10:19 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Chile e Equador em pólos opostos em desenvolvimento democrático]]></Titulo>
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 <NomeFonte><![CDATA[Agência EFE]]></NomeFonte>
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 <Olho><![CDATA[Chile, Costa Rica e Uruguai têm o  maior desenvolvimento democrático da América Latina, enquanto que a  Nicarágua, Bolívia, Venezuela e Equador ficam atrás no Índice de  Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat), que mede,  entre outros aspectos, o grau de respeito aos direitos políticos e  ao bem-estar em 18 países da região.  ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[   O ranking, divulgado hoje na capital argentina, é elaborado  anualmente desde 2002 pela fundação alemã Konrad Adenauer e o portal  de internet da política latino-americana, Polilat.com.  <br><br>   O índice qualifica as condições básicas de democracia, o respeito  aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade  institucional, a eficácia política e o poder efetivo para governar.  <br><br>   No alto da classificação está o Chile, com 10.796 pontos, seguido  por Costa Rica (9.704) e Uruguai (8.397), países que, segundo o  relatório, "se perfilam como os detentores da estrutura democrática  mais sólida e de melhor rumo ao desenvolvimento democrático,  afastados até agora do populismo".  <br><br>   O segundo grupo de países, composto por Panamá (6.828), México  (5.917) e Argentina (5.330), sobressai acima da média regional, que  foi de 5.063 pontos. A estes países seguem El Salvador (4.718) e  Brasil (4.468).  <br><br>   Os outros países aparecem na escala de avaliação com níveis  bastante inferiores à média, como Nicarágua (3.151), Bolívia  (2.726), Venezuela (2.720) e Equador (2.237), últimos colocados no  índice.  <br><br>   Segundo destaca o relatório, as nações com alto desenvolvimento  democrático "são países que não caíram em crises  político-institucionais nos últimos dez anos".  <br><br>   O país que mais subiu de colocação foi a Guatemala, cuja  pontuação aumentou 132,57% com relação ao ano anterior, mas segue em  um valor baixo de desenvolvimento, enquanto o que mais desceu foi  Equador (-39%).  <br><br>   Este ano, o índice alerta particularmente sobre o comportamento  regional em relação ao surgimento de novas lideranças de perfil  populista.  <br><br>   Segundo os analistas, este fenômeno é facilitado pelos  "excepcionais lucros econômicos gerados pelo fenomenal crescimento  dos preços das matérias-primas latino-americanas nos mercados  internacionais".  <br><br>   Contudo, destaca "alguns processos políticos na região -  notadamente em relação a países que lideram o desenvolvimento  democrático latino-americano -" que não "passam pela turbulência  populista sem destino, nem pela anomia democrática e débil de  repúblicas fracassadas", mas um caminho de "busca permanente do  aperfeiçoamento institucional e a eficiência política".]]></Texto>

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