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 <DataGeracaoArquivo>Ter, 19 Set 2006 09:51:04 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Na hora da decepção, Alckmin pensa muito nas lições do mestre Mário Covas]]></Titulo>
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 <NomeCanal>ELEIÇÕES 2006</NomeCanal>
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 <NomeFonte><![CDATA[Santafé Idéias]]></NomeFonte>
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 <DescricaoFonte><![CDATA[Santafé Idéias]]></DescricaoFonte>

 <Olho><![CDATA[<h5>Carlos Conde - Último Segundo/Santafé Idéias</h5><BR/>
Alguns dissabores mais amargos da atual campanha têm levado Geraldo Alckmin a meditar. E a recordar velhas lições de seu mestre de ética e política: o ex-governador Mário Covas. Elas sem dúvida estarão presentes, e algumas ficarão muito atuais, quando a campanha terminar. Especialmente se o candidato presidencial do PSDB não conseguir subir a rampa do Planalto e precisar definir um outro futuro político. A confidência, ao Último Segundo/Santafé Idéias, é de um amigo de Alckmin.]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[A carta de Fernando Henrique Cardoso, que respingou negativamente sobre Alckmin; a declaração, também de FHC,  de que José Serra é o mais preparado para a Presidência; e toda a força que o príncipe do tucanato fez para escolher o ex-prefeito paulistano como candidato ao Planalto estimulam o discípulo a lembrar de Mário Covas.<BR><BR>

Recordações se insinuam, casos vistos, ouvidos ou contados pedem licença.<BR><BR>

Às vezes, tudo parece um filme.

O filme começa com Mário Covas cassado pela ditadura militar e coordenando a campanha de Fernando Henrique Cardoso ao Senado.<BR><BR>

O sociólogo não conquistou a cadeira, que caberia a Franco Montoro, mas teve cerca de um milhão de votos e deu o pontapé inicial em sua carreira política.

Os dez anos de suspensão de direitos políticos terminam e Mário Covas volta à vida pública.<BR><BR>

Reencontra-se com FHC em outra circunstância.<BR><BR>

O ex-cassado é agora prefeito da maior cidade brasileira e Fernando Henrique Cardoso candidato à sua sucessão.<BR><BR>

Covas tem uma elevada aprovação do eleitorado à sua gestão, mas só consegue aparecer bissextamente no programa eleitoral gratuito do candidato na TV.<BR><BR>

O prefeito se queixa a amigos: “O Fernando quer ganhar sozinho”.<BR><BR>

O lance final da campanha é uma foto antecipada para a revista “Veja”, com FHC sentado na cadeira de prefeito.<BR><BR>

Mas quem sentou mesmo na cadeira, eleito, foi Jânio Quadros.<BR><BR>

Que, depois, mandou “desinfetá-la”.

Covas e FHC se reencontrariam na eleição para o Senado.<BR><BR>

Estavam em disputa duas cadeiras e as pesquisas mostravam, desde o início, que ambos se elegeriam.<BR><BR>

A cereja do bolo, portanto, era saber a quem o eleitorado daria mais votos.<BR><BR>

Fernando Henrique teve 6 milhões, Covas 8 milhões, consagrando-se como o candidato mais bem votado, até então,  da história do Brasil.

Nessa campanha, Covas colecionou outra mágoa.<BR><BR>

Desconfiava que muitas notas negativas que saíam contra ele, na imprensa, eram inspiradas pelo comitê de FHC.<BR><BR>

Marcada uma visita do coordenador e tesoureiro da campanha concorrente, o ex-ministro Sérgio Motta, Covas pediu que um assessor montasse um quadro, na sala de espera, com todas as notícias desagradáveis.<BR><BR>

Foi uma saia justa, que envenenou ainda mais a campanha.<BR><BR>

Revoltados com as intrigas que atribuíam a FHC e Sérgio Motta, os “covistas” mais ortodoxos se vingaram descarregando seus votos no candidato do PT ao Senado, Hélio Bicudo.

Mário Covas e seu grupo político também nunca tiveram muita paciência com o que chamavam de “exibicionismo intelectual” de Fernando Henrique Cardoso.<BR><BR>

Nessa mesma eleição ao Senado, após uma reunião na sala de Covas, o ex-presidente ligou para seu filho Paulo Henrique e conversou com ele em francês.<BR><BR>

“Quanta pretensão, quanta arrogância!” – comentou Covas com assessores quando FHC foi embora.

A eleição de Fernando Collor também encontrou Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso em posições antagônicas.<BR><BR>

Convidado pelo presidente eleito, Cardoso estava obcecado com a idéia de assumir o Itamaraty e sentar na cadeira do barão do Rio Branco.<BR><BR>

Em uma reunião em Brasília, iluminada por velas porque faltou luz, Covas falou grosso, considerou a idéia absurda e disse que o PSDB precisava se colocar no seu lugar.<BR><BR>

O comando do partido, Fernando Henrique incluído, ouviu em silêncio.<BR><BR>

FHC precisou abriu mão do convite.

Mas a mãe de todas as mágoas de Mário Covas e seus amigos com Fernando Henrique Cardoso foi a reeleição.<BR><BR>

Dez anos de ditadura militar atrasaram a carreira política de Covas e o câncer a encerrou.<BR><BR>

Mas, apesar desses dois empecilhos, o ex-governador paulista teria tido tempo de subir a rampa do Palácio do Planalto se FHC não exigisse a reeleição.

Um amigo pessoal de Geraldo Alckmin, dos mais íntimos, diz que na atual campanha, principalmente quando se considera injustiçado dentro de seu próprio partido, ele pensa muito no seu mestre Mário Covas.<BR><BR>

E nas lições de vida e de política que aprendeu com dele
.<BR><BR>]]></Texto>

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