<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xsl-stylesheet accept="impressao" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/impressao.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="email" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/email.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="ibest" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/ibest.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="copa2006" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao_copa2006.xsl" noprocess="no"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao.xsl"?>

<Materia>

 <Codigo>2510714</Codigo>

 <MetaData>11:19:59 04/09/2006</MetaData>
 <DataGeracaoArquivo>Seg, 4 Set 2006 11:21:04 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Análise Santafé: reeleição de Lula altera rentabilidade de investimentos]]></Titulo>
 <PalavrasChave><![CDATA[]]></PalavrasChave>
 <CodigoCanal>30073</CodigoCanal>
 <NomeCanal>ELEIÇÕES 2006</NomeCanal>
 <PathCanal>eleicoes2006</PathCanal>
 <DataNoticia>11:19 04/09</DataNoticia>
 <MetaDataNoticia>11:19:59 04/09/2006</MetaDataNoticia>

 <StatusFuro>N</StatusFuro>
 <StatusAtualizada>N</StatusAtualizada>
 <AcessoRestrito></AcessoRestrito>
 <DataMateriaAtualizada>11:21 04/09</DataMateriaAtualizada>

 <NomeCredito></NomeCredito>
 <EmailCredito></EmailCredito>
 <NomeFrame></NomeFrame>
 <CodigoArvore></CodigoArvore>
 <StatusAutenticacao></StatusAutenticacao>

 <NomeFonte><![CDATA[Santafé Idéias]]></NomeFonte>
 <URLFonte></URLFonte>
 <ImagemFonte></ImagemFonte>
 <DescricaoFonte><![CDATA[Santafé Idéias]]></DescricaoFonte>

 <Olho><![CDATA[<h5>Rodrigo Ledo - Último Segundo/Santafé Idéias</h5><BR/>
Entre os investimentos acessíveis ao pequeno investidor, os fundos de renda fixa tradicional já são a alternativa mais rentável no acumulado do ano. Mas a reeleição do presidente pode, em breve, azedar a renda fixa. O motivo é a possível volatilidade no mercado financeiro que pode ser gerada pela composição da equipe econômica e pela (in)definição de políticas econômicas.]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[Os fundos de renda fixa registraram, até o último dia de agosto um rendimento médio de 9,51%, conforme a Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid).<BR><BR>

Trata-se de desempenho um pouco melhor que os famosos fundos DI, que alcançaram rentabilidade de 9,45% no mesmo período.<BR><BR>

Apesar de parecer pouco, o dado é relevante se forem consideradas todas as turbulências econômico-financeiras ocorridas este ano – o ambiente de insegurança e de volatilidade (oscilações extremas e rápidas) nos indicadores financeiros prejudicam ganhos da renda fixa e aumentam lucros dos fundos DI.

A Bolsa de Valores também foi afetada pelos abalos nos mercados internacionais: o índice Ibovespa ficou abaixo da renda fixa, com alta de 8,29% em 2006.<BR><BR>

Nos fundos de ações, a média de ganhos foi de 9,07%.<BR><BR>



Embora esses números não tenham importância para o investidor de longo ou longuíssimo prazo, números e projeções são importantes para aqueles que projetam metas de curto-médio prazo.<BR><BR>

Sendo assim, o investidor de renda fixa deve ficar de olho no cenário interno.<BR><BR>

Se foi a surpreendente estabilidade do mercado financeiro doméstico que possibilitou bom desempenho da renda fixa até agora, já em outubro pode ocorrer o contrário: os acontecimentos político-econômicos nacionais podem azedar a renda fixa, mais especificamente a provável reeleição do presidente Lula no 1º turno.<BR><BR>



Não se trata de um julgamento ou posicionamento político-ideológico, mas de hipótese de volatilidade cogitada por agentes de mercado, em relatórios privados de bancos.<BR><BR>

As instituições financeiras fazem tais prospecções para balizar seus clientes.<BR><BR>

A avaliação dos analistas de mercado se baseia em incógnitas político-econômicas que podem alterar a rentabilidade das aplicações, numa intensidade que dependerá diretamente dos gestos políticos de governo e oposição – com ênfase no primeiro.

Apesar da estabilidade dos indicadores – inflação controlada, superávit nas contas correntes, etc –, nos últimos dias surgiram boletins e documentos que despertaram insegurança no mercado.<BR><BR>

O pífio crescimento do PIB, o aumento da carga tributária, a previsão de aumento de gastos do governo contida na proposta de Orçamento e, ainda, o programa de governo genérico divulgado pela campanha de Lula representam um coquetel de incertezas.

Incertezas que não fazem bem à renda fixa nem às ações, e podem incrementar lucros dos fundos DI.<BR><BR>

Vejamos: há meses os economistas alertam para a elevação de despesas governamentais acima da arrecadação de impostos e do crescimento econômico do País.<BR><BR>

Se o governo não corta gastos – ao contrário, pretende aumentá-los, conforme a proposta de Orçamento enviada ao Congresso –, a saída é garantir arrecadação suficiente para não aumentar a dívida pública.

Isso pode ser obtido com um simples (e nefasto) aumento dos tributos independentemente do ritmo da economia.<BR><BR>

Ou, muito mais complexo, com o crescimento econômico que gere mais lucros empresariais e, por conseqüência, mais recolhimento de impostos.<BR><BR>

Os números do PIB demonstraram que não cresceremos tanto assim.<BR><BR>

Agentes econômicos rebaixaram a previsão de crescimento de 4% para 3,5% e até 3% este ano.<BR><BR>

Será que o governo vai simplesmente aumentar impostos para honrar gastos?

Não se sabe, porque nada está claro.<BR><BR>

O programa de governo divulgado pela campanha de Lula não traz compromissos apontados como fundamentais pelos economistas, como reforma da Previdência.<BR><BR>

Existem contradições: o presidente diz que a necessidade de reforma previdenciária é um mito; o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirma que “algo tem de ser feito” para conter gastos da Previdência.<BR><BR>



O ministro da Fazenda, Guido Mantega, economista reconhecidamente adepto da linha desenvolvimentista (contra arrocho de juros e mais flexível a metas de inflação), diz que está totalmente desvinculado do Banco Central – onde reina absoluto Henrique Meirelles, o papa do conservadorismo nacional, economista da linha monetarista que não tem medo de juros altos, pelo contrário.<BR><BR>

Além disso, há o fator Dilma Rousseff, a ministra-chefe da Casa Civil, que anda mais prestigiada que nunca pelo presidente Lula, e também adepta do desenvolvimentismo.<BR><BR>

Fica a pergunta: qual será o tom da política-econômica dos próximos quatro anos de Lula?

Se de fato houver a reeleição de Lula no 1º turno, a partir de outubro as especulações sobre os nomes da área econômica podem trazer volatilidade ao mercado financeiro, principalmente se os novos titulares não transmitirem segurança ao mercado.<BR><BR>

Com as incertezas sobre a disposição de melhorar a capacidade do governo de cumprir compromissos, os títulos pré-fixados (renda fixa) perderão rentabilidade e os títulos pós-fixados (fundos DI) aumentarão o pagamento de juros.<BR><BR>

É um cenário para o investidor levar em conta.<BR><BR>

   

Isso porque, toda vez que aparecem riscos ou panoramas de incerteza, os agentes de mercado “fogem” da renda fixa – tiram recursos de títulos pré-fixados, desvalorizando suas cotações e, por efeito, prejudicando os fundos de investimento dessa categoria – e correm para os títulos pós-fixados – que compõem os fundos DI.<BR><BR>

Claro que os capitais financeiros são volúveis, e podem permanecer em infindáveis cirandas entre diversas alternativas; de qualquer forma, a cada saída generalizada da renda fixa, mesmo com motivos fúteis ou receios infundados, ocorre um estrago e o rendimento do investidor é afetado.<BR><BR>



Para se ter uma idéia, no auge da volatilidade internacional, em maio, os fundos de renda fixa registraram média de rendimento de 0,77%, bem abaixo da rentabilidade dos fundos DI, que alcançaram 1,25% naquele mês.<BR><BR>

Como foi dito anteriormente, a intensidade das mudanças no desempenho das aplicações dependem dos gestos políticos, por isso, agentes financeiros e investidores estarão de olho no quadro político nas próximas semanas.<BR><BR>]]></Texto>

 <FotoPrincipal></FotoPrincipal>
 <AlturaFotoPrincipal></AlturaFotoPrincipal>
 <LarguraFotoPrincipal></LarguraFotoPrincipal>
 <LegendaFotoPrincipal><![CDATA[]]></LegendaFotoPrincipal>
 <CreditoFotoPrincipal></CreditoFotoPrincipal>

 <FotoCorpoMateriaDireita></FotoCorpoMateriaDireita>
 <AlturaFotoCorpoMateriaDireita></AlturaFotoCorpoMateriaDireita>
 <LarguraFotoCorpoMateriaDireita></LarguraFotoCorpoMateriaDireita>
 <LegendaFotoCorpoMateriaDireita></LegendaFotoCorpoMateriaDireita>
 <CreditoFotoCorpoMateriaDireita></CreditoFotoCorpoMateriaDireita>

 <FotoCorpoMateriaEsquerda></FotoCorpoMateriaEsquerda>
 <AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda></AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda></LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda></LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda></CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda>

 <Multimidia>

  <Infografico>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Infografico>

  <Galeria>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Galeria>

  <Video formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Video formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Audio formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

  <Audio formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

 </Multimidia>

 <MateriasRelacionadas></MateriasRelacionadas>

</Materia>
