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 <DataGeracaoArquivo>Qua, 23 Ago 2006 22:55:07 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Entrevista: Alckmin enfatiza gestão fiscal e critica corrupção petista]]></Titulo>
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 <Olho><![CDATA[<H5>Rodrigo Ledo - Último Segundo/Santafé Idéias</H5><BR>Na entrevista concedida à Rede TV!, o presidenciável tucano, Geraldo Alckmin,&nbsp;prometeu um&nbsp;melhor gerenciamento dos recursos públicos, com diminuição de impostos, mais qualidade nos gastos governamentais e crescimento econômico, se eleito presidente. Prometeu ainda honestidade e combate incansável ao crime organizado. ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[Na primeira questão do apresentador Marcelo Rezende, sobre qual a diferença entre o tucano e Lula, Alckmin atacou diretamente a corrupção. "A primeira diferença é que, se eleito, no primeiro dia de governo combaterei a corrupção, porque o Brasil não pode conviver com desvio de recursos", afirmou o candidato à Presidência, que em seguida emendou a proposta de diminuir a alta carga tributária: <BR><BR>"O brasileiro trabalha cinco meses só para pagar impostos. De cada 10 pedidos que recebo na rua, nove são de emprego. Precisamos baixar impostos e investir para gerar empregos". Na segunda pergunta, o apresentador quis saber se ainda dá tempo para Alckmin crescer e forçar o 2º turno com Lula.<BR><BR>O tucano respondeu que "realmente houve uma queda nas pesquisas em julho, devido à menor exposição na mídia" de sua imagem, mas ressaltou que a pesquisa Datafolha divulgada ontem mostrou o início da recuperação. "Ainda não sou conhecido pelo Brasil inteiro. Dá tempo de recuperar e acho que vou ao 2º turno, e quem ganha é o eleitor, porque pode conhecer melhor seus candidatos", argumentou.<BR><BR>Outra questão para a qual o presidenciável tinha a resposta na ponta da língua foi o envolvimento do ex-presidente do PSDB, senador Eduardo Azeredo (MG), no escândalo do "valerioduto". Repetindo a resposta de outras entrevistas, Alckmin disse que o senador já se explicou e que responderá pelo seu erro.<BR><BR>E aproveitou para fustigar o PT. <BR><BR>"Antes o PT falava que era melhor que todo mundo, e depois dos escândalos fala que é igual a todo mundo. Não, não somos iguais", enfatizou. Após a indefectível pergunta sobre segurança pública e os ataques de facções criminosas em São Paulo, mais do mesmo: "Se meu governo não tivesse sido duro, talvez não houvesse ataques.<BR><BR>Não tem lógica bandido dar tiro em posto de gasolina e queimar ônibus, eles só fizeram isso porque isolamos os líderes em penitenciárias de segurança máxima", justificou Geraldo Alckmin. Ele prometeu, se eleito, liderar o movimento para endurecimento das leis contra o crime organizado e reforçar o policiamento federal nas fronteiras.<BR><BR>"O Brasil não produz drogas, as armas vêm de fora. Vamos fechar as fronteiras e combater a lavagem de dinheiro que financia o crime", afirmou Alckmin. Nos 30 segundos concedidos para conclusão de sua fala, Alckmin disse que sua mensagem era de esperança: "Emprego, renda, educação, saúde e segurança. O Brasil pode andar mais rápido, e trazer mais esperança à juventude".<BR><BR>.<BR><BR>]]></Texto>

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