<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xsl-stylesheet accept="impressao" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/impressao.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="email" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/email.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="ibest" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/ibest.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="copa2006" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao_copa2006.xsl" noprocess="no"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao.xsl"?>

<Materia>

 <Codigo>2629658</Codigo>

 <MetaData>09:08:53 17/12/2006</MetaData>
 <DataGeracaoArquivo>Dom, 17 Dez 2006 09:10:12 -0200</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Crédito e salário devem manter alta de bens de consumo]]></Titulo>
 <PalavrasChave><![CDATA[]]></PalavrasChave>
 <CodigoCanal>30006</CodigoCanal>
 <NomeCanal>Economia</NomeCanal>
 <PathCanal>economia</PathCanal>
 <DataNoticia>09:08 17/12</DataNoticia>
 <MetaDataNoticia>09:08:53 17/12/2006</MetaDataNoticia>

 <StatusFuro>N</StatusFuro>
 <StatusAtualizada>N</StatusAtualizada>
 <AcessoRestrito></AcessoRestrito>
 <DataMateriaAtualizada>09:10 17/12</DataMateriaAtualizada>

 <NomeCredito></NomeCredito>
 <EmailCredito></EmailCredito>
 <NomeFrame></NomeFrame>
 <CodigoArvore></CodigoArvore>
 <StatusAutenticacao></StatusAutenticacao>

 <NomeFonte><![CDATA[Agência Estado]]></NomeFonte>
 <URLFonte>http://www.agenciaestado.com.br</URLFonte>
 <ImagemFonte>http://images.ig.com.br/ultimosegundo/site/fontes/agencia_estado.jpg</ImagemFonte>
 <DescricaoFonte><![CDATA[]]></DescricaoFonte>

 <Olho><![CDATA[A expansão do crédito e o aumento da massa salarial vão ditar os rumos da indústria no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de quatro anos em que o fato mais marcante foi o crescimento acelerado das exportações e das importações. A taxa básica de juros, a Selic, já caiu pela metade desde o seu pico em fevereiro de 2003: de 26,5% para 13,25%. O volume de crédito na economia subiu 9 pontos porcentuais do Produto Interno Bruto (PIB), de 24,2% para 33,1%, entre dezembro de 2002 e outubro de 2006.]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[<p>O coordenador de Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sílvio Sales, explica que o crescimento do crédito é responsável pelo bom desempenho dos bens de capital e dos bens de consumo duráveis, como carros, eletroeletrônicos e computadores. Os bens duráveis cresceram a um ritmo anual de 10,5% do início de 2003 até outubro de 2006, muito acima da média de 3,55% da indústria.<p><p>Já os bens não-duráveis e semiduráveis, como alimentos e roupas, tiveram uma expansão média anual de apenas 1,55% ao longo do primeiro mandato. Esses segmentos são menos dependentes do crédito e mais da massa salarial, que se recupera mais lentamente ao longo de um ciclo de aquecimento da economia. 'O salário médio ainda não superou o nível de 2002', observa Sales. Mas a perspectiva é de que cresçam moderadamente no segundo mandato. Aurélio Bicalho de Almeida, economista do Itaú, nota que a maior inclusão social, com os programas de transferência de renda e as melhoras no mercado de trabalho, favorece os bens não-duráveis e semiduráveis.<p><p>Na área externa, as exportações (em quantidades) aumentaram 57,8% de 2003 a outubro de 2006, e as importações cresceram 40%, segundo dados da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex). As trajetórias, porém, foram muito diferentes, e refletem a grande mudança dos indicadores econômicos ao longo do primeiro mandato, que começou com juros altíssimos, câmbio desvalorizado e risco Brasil elevado e termina com a Selic (taxa básica) em queda, real valorizado e um nível de solidez e estabilidade das contas externas praticamente inédito na história do País.<p><p>Em 2003, as importações (em quantidade) recuaram 3,74%, em conseqüência do arrocho monetário para conter a crise iniciada em 2002, que levou o PIB a crescer apenas 0,5%. Já as exportações, estimuladas pela grande desvalorização do câmbio, dispararam com um crescimento de 15,6%. Em 2004, o ano dourado da indústria no governo Lula, as exportações cresceram 19,22% e as importações, 18,12%. O ritmo vibrante de internacionalização produtiva foi desbalanceado pela valorização cambial iniciada em 2004. Em 2006, as importações cresceram 16,8% até outubro, comparado com apenas 4,7% para as exportações.<p><p>A indústria chega ao fim do primeiro mandato de Lula sob a pressão de dois fatores derivados do setor externo: os fabricantes nacionais de produtos vulneráveis ao câmbio e a competição chinesa estão numa situação cada vez mais difícil e os setores voltados à exportação já não conseguem puxar a atividade industrial e o PIB.]]></Texto>

 <FotoPrincipal></FotoPrincipal>
 <AlturaFotoPrincipal></AlturaFotoPrincipal>
 <LarguraFotoPrincipal></LarguraFotoPrincipal>
 <LegendaFotoPrincipal><![CDATA[]]></LegendaFotoPrincipal>
 <CreditoFotoPrincipal></CreditoFotoPrincipal>

 <FotoCorpoMateriaDireita></FotoCorpoMateriaDireita>
 <AlturaFotoCorpoMateriaDireita></AlturaFotoCorpoMateriaDireita>
 <LarguraFotoCorpoMateriaDireita></LarguraFotoCorpoMateriaDireita>
 <LegendaFotoCorpoMateriaDireita></LegendaFotoCorpoMateriaDireita>
 <CreditoFotoCorpoMateriaDireita></CreditoFotoCorpoMateriaDireita>

 <FotoCorpoMateriaEsquerda></FotoCorpoMateriaEsquerda>
 <AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda></AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda></LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda></LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda></CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda>

 <Multimidia>

  <Infografico>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Infografico>

  <Galeria>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Galeria>

  <Video formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Video formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Audio formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

  <Audio formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

 </Multimidia>

 <MateriasRelacionadas></MateriasRelacionadas>

</Materia>
