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 <DataGeracaoArquivo>Ter, 3 Out 2006 19:30:47 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Conselheiro da Anatel propõe criar rede nacional de banda larga a partir da 3ª geração de celular]]></Titulo>
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 <Olho><![CDATA[FLORIANÓPOLIS* _ O conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), José Leite Pereira Filho, propôs hoje, em debate no congresso Futurecom 2006, que não só as operadoras de celular criem uma empresa única para concentrar os ativos de infra-estrutura, idéia apresentada hoje pela Vivo, como usem esse modelo para criar uma rede nacional de banda larga quando da chegada da terceira geração de celular

]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[<p> Segundo ele, ao unir suas redes em uma só companhia , com participação acionária de todas elas, as operadoras vão viabilizar a oferta de internet de alta velocidade pelo celular até nas menores localidades do país.</p>.<BR><BR>  &quot; A chave para o sucesso dessa idéia é o compartilhamento de infra-estrutura &quot; , afirmou Leite.<BR><BR> Ele ressaltou, entretanto, que essa é  &quot; uma idéia preliminar &quot;  dele e que sequer levada ao conselho da agência.<BR><BR> O presidente da Vivo, Roberto Lima, apresentou hoje uma proposta para que as operadoras de telefonia móvel reunissem seus ativos de infra-estrutura em uma empresa à parte, com gestão compartilhada, que seria remunerada pelo uso da rede e assim permitira custos menores para todas e a geração do capital para os investimentos futuros.<BR><BR> Seria um modelo do tipo da Visanet criada pelos bancos para as transações com cartão de crédito.<BR><BR> Ele disse já ter apresentado a idéia aos dirigentes das principais operadoras, assim como à própria Anatel, com reações  &quot; positivas &quot; , segundo Lima.<BR><BR> Leite afirmou em sua palestra que, desse modo, a agência poderia colocar  &quot; metas bem rigorosas &quot;  de universalização da banda larga por parte das operadoras móveis  &quot; até em localidades bem pequenas, com 10 mil, 20 mil habitantes &quot; , disse.<BR><BR> Caso não exista interesse por acesso à internet nessas regiões, terminais de baixo custo poderiam viabilizar a oferta mais básica - do telefone para voz - nessas localidades.<BR><BR> Segundo ele, a proposta está sendo feita para o padrão WCDMA, de terceira geração de celular, e não em WiMax - de banda larga sem fio -  &quot; porque o WCDMA já tem escala mundial, o que garantiria às operadoras preços bem competitivos, enquanto o WiMax ainda não existe &quot; , afirmou.<BR><BR> A idéia da companhia que concentrasse as redes de todas as operadoras, segundo Leite, seria possível  &quot; com pequenos ajustes regulatórios &quot;  para que ela pudesse compartilhar freqüências de várias companhias.<BR><BR> De acordo com o conselheiro, não há hoje restrição a isso na lei,  &quot; mas isso não está escrito &quot;  especificamente.<BR><BR> (Taís Fuoco | Valor Online)* A jornalista viajou a convite da organização da Futurecom 2006]]></Texto>

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