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 <Titulo><![CDATA[Fundos da Petrobras saem do topo para destaque negativo da indústria de fundos]]></Titulo>
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 <Olho><![CDATA[ SÃO PAULO - Ao final do primeiro semestre, os fundos de privatização da Petrobras, que utilizam recursos do FGTS, lideravam a rentabilidade da indústria de fundos, apurando ganhos de 19,15% desde o início do ano, depois de ter, por larga margem, respondido pelos maiores ganhos nos meses de janeiro e abril.Considerando o retorno oferecido no acumulado dos doze meses anteriores a junho deste ano, os fundos em questão também eram o principal destaque da indústria, com a expressiva valorização de 54,96%, segundo dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimentos). A disparada dos preços do petróleo no mercado internacional, a obtenção da auto-suficiência no óleo e a perspectiva de aumento da produção garantiram às ações da estatal forte alta até aquele momento, favorecendo, por conseguinte, os fundos da Petrobras.Perda da posiçãoDois meses depois, no entanto, os fundos da companhia já não mais ostentavam a posição de melhor rentabilidade no ano, tendo sido ultrapassados pelos fundos de ações outros com alavancagem, cujos ganhos nos oito primeiros meses de 2006 somaram 20,25%.Somente em agosto, acompanhando a trajetória de queda das ações da empresa, os fundos de privatização da Petrobras, que usam recursos do FGTS, anotaram perdas de 4,77%, levando a rentabilidade acumulada no ano para 17,27%.Desempenho das açõesNo mês passado, as ações ordinárias da estatal recuaram 4,86%, após terem acumulado fortes ganhos desde o começo de 2006.]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[A inflexão dos preços do petróleo no mercado externo, que assumiu forte trajetória descendente depois de encostar no patamar recorde de US$ 80,00 por barril, pressionou os papéis.<br><br>O recuo da commodity espraiou o temor de que as ações das petrolíferas em nível mundial haviam atingido valores máximos após anos sucessivos de extremamente otimismo, assumindo, agora, trajetória de queda.<br><br>Novas quedas em setembro Evidenciando que a deterioração do quadro para o setor ocorreu internacionalmente, entre o início de agosto e o dia 20 de setembro, as ações da Exxon Mobil caíram 5,4%, da BP perderam 4,5% e da Chevron Texaco se depreciaram 7,5%.<br><br>Diante  deste cenário, os papéis da Petrobras mantiveram a trajetória negativa durante o mês de setembro e, até o dia 20, se desvalorizaram mais 11%, em linha com o fraco desempenho apresentado por outras petrolíferas em nível global.<br><br><br><br>Fundos como destaque de queda<br><br>Evidentemente, a forte queda dos papéis da Petrobras refletiu sobre a rentabilidade dos fundos da companhia. Nos trinta dias encerrados em 20 de setembro, os fundos de privatização da Petrobras, que utilizam recursos do FGTS, acumularam retorno negativo de 13,57%, o maior de toda a indústria de fundos.<br><br>Ainda que não seja desprezível, o ganho no acumulado do ano foi reduzido para apenas 7,21%, bem inferior à rentabilidade de, por exemplo, outros fundos de renda fixa, com retornos superiores a 16%. ]]></Texto>

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