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 <DataGeracaoArquivo>Sex, 15 Set 2006 11:20:36 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Rato assegura que toda a América Latina se beneficiará da reforma do FMI]]></Titulo>
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 <NomeFonte><![CDATA[AFP]]></NomeFonte>
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 <DescricaoFonte><![CDATA[Copyright 2000 AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. <a href="javascript:abreWindow('http://ultimosegundo.ig.com.br/useg/copyright/fontes/0,,1,00.html', 'Direitos','width=300,height=300,scrollbars=no,resizable=no,status=no');"  class="textoRodape">Clique aqui</a> para limitações e restrições de uso.]]></DescricaoFonte>

 <Olho><![CDATA[<P>O diretor-gerente do FMI, Rodrigo Rato, assegurou nesta sexta-feira que toda a América Latina se beneficiará da reforma em curso da instituição financeira, rejeitando as críticas ao o projeto, que afirmam que o México será o único país da região a obter maior peso na organização.</P>]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[<P>"Creio que é do interesse de toda a América Latina que haja uma mudança no Fundo, que o FMI seja mais atento às economias emergentes e aos países de baixa renda", declarou Rato à imprensa em Cingapura, onde a instituição deve aprovar a reforma na próxima semana.</P>
<P>O diretor-gerente do FMI rejeitou desta forma as críticas de países como o Brasil ao projeto de reforma que prevê, numa primeira etapa, dar mais poder de voto a quatro países: China, Coréia do Sul, México e Turquia, considerados particularmente sub-representados.</P>
<P>Rato se disse convencido de que os países da região compartilham sua idéia de que a América Latina se beneficiará da reforma: "Estamos avançando e isso é melhor que podemos fazer", afirmou, após ser consultado sobre as queixas do Brasil e de outros países latino-americanos.</P>
<P>A reunião do Fundo, que será celebrada na terça-feira e quarta-feira, estará dedicada principalmente à reforma da instituição criada em 1945 após a Segunda Guerra Mundial, para que se adapte à economia do século XXI.</P>
<P>"Há uma necessidade real de reequilibrar a participação no capital para refletir as mudanças de realidades econômicas, em particular o peso econômico crescente dos principais mercados emergentes", disse Rato em declarações anteriores.</P>
<P>A participação no capital do FMI determina o número de votos e o montante da ajuda financeira que um país pode obter da instituição. </P>
<P>Atualmente Washington detém a maior porcentagem de votos (17,08%). Os Estados Unidos contribuíram com 55,1 bilhões de dólares para um capital total de 317 bilhões de dólares no fim de julho de 2006.</P>
<P>A reforma de imediato tenta redefinir e simplificar a fórmula que permite calcular o peso de cada país, para que a mesma reflita a nova realidade da economia mundial.</P>
<P>"Evidentemente há várias opiniões", resumiu o chefe do FMI.</P>
<P>Os Estados Unidos querem uma maior representação da China como conseqüência de seu desenvolvimento e seu papel na economia mundial.</P>
<P>Um grupo de países europeus, como Bélgica, Holanda e Suíça, criticados pela grande representação atual, teme ser prejudicado na nova distribuição.</P>]]></Texto>

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