<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xsl-stylesheet accept="impressao" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/impressao.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="email" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/email.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="ibest" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/ibest.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="copa2006" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao_copa2006.xsl" noprocess="no"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao.xsl"?>

<Materia>

 <Codigo>2512906</Codigo>

 <MetaData>22:35:05 05/09/2006</MetaData>
 <DataGeracaoArquivo>Ter, 5 Set 2006 22:40:40 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Brasil admite prejuízo com restrições da UE às vendas de frango]]></Titulo>
 <PalavrasChave><![CDATA[]]></PalavrasChave>
 <CodigoCanal>30006</CodigoCanal>
 <NomeCanal>Economia</NomeCanal>
 <PathCanal>economia</PathCanal>
 <DataNoticia>22:35 05/09</DataNoticia>
 <MetaDataNoticia>22:35:05 05/09/2006</MetaDataNoticia>

 <StatusFuro>N</StatusFuro>
 <StatusAtualizada>N</StatusAtualizada>
 <AcessoRestrito></AcessoRestrito>
 <DataMateriaAtualizada>22:40 05/09</DataMateriaAtualizada>

 <NomeCredito></NomeCredito>
 <EmailCredito></EmailCredito>
 <NomeFrame></NomeFrame>
 <CodigoArvore></CodigoArvore>
 <StatusAutenticacao></StatusAutenticacao>

 <NomeFonte><![CDATA[Agência EFE]]></NomeFonte>
 <URLFonte>http://www.efe.es</URLFonte>
 <ImagemFonte>http://image.ig.com.br/ultimosegundo/site/fontes/efe.jpg</ImagemFonte>
 <DescricaoFonte><![CDATA[]]></DescricaoFonte>

 <Olho><![CDATA[A indústria avícola brasileira pode  perder cerca de US$ 400 milhões por ano caso a União Européia (UE)  imponha restrições às importações de frango, informaram hoje  dirigentes do setor.  ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[   O presidente da Associação Brasileira de Produtores e  Exportadores de Frango (Abef), Ricardo Gonçalves, disse que o setor  está preocupado com a aplicação de uma norma da Organização Mundial  do Comércio (OMC) que permitiria à UE aumentar as restrições às  importações de frango e peru.  <br><br>   "Não há dúvida de que haverá prejuízos, mas tentaremos  diminuí-los", explicou Gonçalves, comentando uma reunião que  acontecerá em 13 de setembro com representantes europeus e  brasileiros na sede da OMC, em Genebra.  <br><br>   Segundo a Abef, a UE restringirá a partir do mês atual a entrada  de produtos avícolas em seu mercado com o argumento de que há  distorções comerciais.  <br><br>   Os produtores brasileiros, que com os da Tailândia serão os mais  prejudicados pela medida, consideram que se trata de uma postura  "hipócrita" da UE.  <br><br>   "Por um lado a UE diz que é a favor do livre comércio e ao mesmo  tempo restringe a entrada de produtos brasileiros, impedindo nosso  crescimento", manifestou.  <br><br>   Gonçalves disse que "existe uma pressão política da indústria  européia para tentar proteger seus volumes (de produção)", enquanto  "não há um posicionamento claro do Governo brasileiro a respeito  disso".  <br><br>   A Abef considerou que a aplicação da lei criaria uma "verdadeira  muralha protecionista" e geraria uma situação "conflituosa".  <br><br>   "Como é possível falar de abertura comercial na Rodada de Doha  com estas restrições?", perguntou Gonçalves, que lembrou que a carne  de ave é o terceiro produto agroalimentar brasileiro mais exportado,  atrás apenas da soja e do açúcar/álcool.  <br><br>   "Existe um choque político entre o discurso e os atos da União  Européia, que vão contra o livre comércio e a abertura comercial",  acrescentou.  <br><br>   Atualmente, a cota de frango congelado brasileiro para o mercado  da UE é de 7.100 toneladas ao ano, e caso ultrapasse esse número, os  exportadores deverão pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada  extra.  <br><br>   No caso do peito de frango salgado, frango processado e peru,  antes não existiam tarifas quando se ultrapassava a cota máxima, mas  a partir deste mês poderão ter de pagar entre 1.024 euros e 1.300  euros por tonelada, o que aumentaria o preço do quilo de frango em  US$ 1,30, aproximadamente.  <br><br>   Segundo a Abef, a UE importa cerca de 5% do frango que consome e  o Brasil é o seu maior fornecedor, com cerca de 350 mil toneladas  exportadas ao ano.]]></Texto>

 <FotoPrincipal></FotoPrincipal>
 <AlturaFotoPrincipal></AlturaFotoPrincipal>
 <LarguraFotoPrincipal></LarguraFotoPrincipal>
 <LegendaFotoPrincipal><![CDATA[]]></LegendaFotoPrincipal>
 <CreditoFotoPrincipal></CreditoFotoPrincipal>

 <FotoCorpoMateriaDireita></FotoCorpoMateriaDireita>
 <AlturaFotoCorpoMateriaDireita></AlturaFotoCorpoMateriaDireita>
 <LarguraFotoCorpoMateriaDireita></LarguraFotoCorpoMateriaDireita>
 <LegendaFotoCorpoMateriaDireita></LegendaFotoCorpoMateriaDireita>
 <CreditoFotoCorpoMateriaDireita></CreditoFotoCorpoMateriaDireita>

 <FotoCorpoMateriaEsquerda></FotoCorpoMateriaEsquerda>
 <AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda></AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda></LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda></LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda></CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda>

 <Multimidia>

  <Infografico>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Infografico>

  <Galeria>
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Galeria>

  <Video formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Video formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Video>

  <Audio formato="RM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

  <Audio formato="WM">
   <Link><![CDATA[]]></Link>
  </Audio>

 </Multimidia>

 <MateriasRelacionadas></MateriasRelacionadas>

</Materia>
