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 <Titulo><![CDATA[Embraer vende 100 aviões para chinesa HNA]]></Titulo>
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 <Olho><![CDATA[ <p> SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer anunciou na quarta-feira um dos maiores contratos de sua história, acertando a venda de 100 jatos para a quarta maior empresa aérea da China, o Grupo HNA. O valor das encomendas firmes é de 2,7 bilhões de dólares pelo preço de tabela das aeronaves.</p>]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[ <p> Segundo comunicado enviado pela Embraer ao mercado, o HNA comprou 50 jatos ERJ-145 e 50 aviões modelo 190. O primeiro tem preço de lista de 21,5 milhões de dólares e o segundo de 33 milhões de dólares.</p> <p> Antes dessa venda, o contrato mais recente e significativo fechado pela Embraer aconteceu em 2003, com a venda de 100 jatos 190 para a norte-americana Jet Blue, informou a assessoria de imprensa da companhia brasileira.</p> <p> O contrato com o HNA representa o primeiro negócio da Embraer na China territorial a envolver aparelhos da nova família de jatos regionais da empresa, que incluem o modelo 190, de 106 assentos.</p> <p> O HNA opera a maior frota de aviões regionais da China, segundo o chairman do grupo, Chen Feng, citado no comunicado.</p> <p> As entregas dos ERJ-145, de 50 lugares, começam em setembro de 2007, e as do modelo 190, em dezembro do mesmo ano.</p> <p> A Embraer informou que os jatos ERJ-145 serão produzidos pela joint-venture Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI), na cidade de Harbin, na província Heilongjiang. Já os aviões modelo 190 serão fabricados na fábrica da companhia em São José dos Campos, interior de São Paulo.</p> <p> &quot;Estamos exultantes por anunciar este negócio, que confirma a nossa acertada visão e estratégia de longo prazo de nos tornar uma empresa importante no mercado chinês&quot;, disse o presidente do conselho e diretor-presidente da Embraer, Maurício Botelho, no comunicado.</p> <p> Às 11h50, as ações da Embraer operavam em alta de 5 por cento, a 20,42 reais, segunda maior alta do Ibovespa, que no mesmo horário subia 0,43 por cento.</p> <p> Em julho, a Embraer anunciou a venda de três aviões 190 e de cinco 195 para a Mandarin Airlines, subsidiária da China Airlines. Na mesma época, a companhia brasileira informou que aumentaria de maneira significativa sua rede de suporte na região Ásia-Pacífico, criando um centro de logística de peças e instalando um simulador de vôo completo na região. A previsão era que o início das operações seria no segundo semestre de 2007.</p> <p> (Por Alberto Alerigi Jr.)</p> <p></p> </p>]]></Texto>

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