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 <DataGeracaoArquivo>Qua, 23 Ago 2006 10:41:03 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Receita das grandes empresas brasileiras cresce, mas a taxas decrescentes]]></Titulo>
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 <Olho><![CDATA[SÃO PAULO - Ao menos em termos de faturamento, o período de abril a junho de 2006  foi favorável às principais empresas brasileiras.]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[A receita agregada de 95 empresas, cujos resultados do segundo trimestre foram monitorados pela InfoMoney, totalizou R$ 161,769 bilhões, ficando 6,87% acima do apurado em igual período do ano passado.<br><br>Há de se reconhecer, no entanto, uma desaceleração na trajetória de crescimento, dado que  nos três primeiros meses do ano o faturamento acumulado pelas companhias cresceu 8,79% na mesma base de comparação.<br><br>Sinal de que o ciclo de reduções na taxa Selic ainda não exerceu o impacto desejado sobre o nível de atividade. E de que o c&acirc;mbio excessivamente apreciado impõe obstáculos à capacidade exportadora das companhias.<br><br>Ganhando da inflação<br><br>Do universo pesquisado, 71 empresas, ou 74,7% do total, apuraram expansão de suas receitas no segundo trimestre de 2006, enquanto apenas 24 tiveram recuo nesta linha, frente ao resultado de igual período do ano anterior.<br><br>Interessante notar que 37 companhias registraram evolução superior a 10% em seu faturamento, enquanto as receitas de cinco empresas avançaram mais de 50%.<br><br> Na comparação com a inflação oficial, 63 companhias tiveram crescimento maior em suas vendas, dado que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor - Amplo) acumulado nos doze meses anteriores a julho apresentou variação positiva de 4,03%.<br><br> Coteminas mais do que dobrou as vendas<br><br>Como principal destaque do período, a Coteminas mais do que dobrou o seu faturamento. A comparação em pauta, no entanto, fica prejudicada pela consolidação da Springs Global Participações.<br><br>Algumas outras expansões expressivas foram observadas nas receitas de: Cyrela (+83,22%), Cosan (+61,45%), Lojas Americanas (+55,46%) e GOL (+50,18%).<br><br>Dentre as maiores empresas de capital aberto do país, a Petrobras faturou R$ 37,948 bilhões no período, com crescimento de 17,27% sobre o segundo trimestre de 2005, beneficiada pela alta dos preços do petróleo no mercado internacional. Já a Vale do Rio Doce teve receita de R$ 9,780 bilhões entre abril e junho deste ano, com ligeiro incremento de 2,40% ante igual período do ano passado.<br><br>Algumas retrações importantes Em contrapartida, como destaque negativo, os faturamentos de Confab (-53,44%), Nossa Caixa (-31,70%), CSN (-24,64%) e Politeno (-22,64%) registraram queda significativa no segundo trimestre do ano. ]]></Texto>

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