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 <DataGeracaoArquivo>Qua, 16 Ago 2006 19:01:10 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Correção:  Bolsa sobe 1% após dados dos EUA e gira R$ 4,2 bi]]></Titulo>
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 <NomeFonte><![CDATA[Valor Online]]></NomeFonte>
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 <Olho><![CDATA[Houve uma incorreção no nome das corretoras cujos analistas discorreram sobre as ações de telefonia

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 <Texto><![CDATA[<p> O analista Guilherme Marins é, na verdade, da corretora Ativa.</p>.<BR><BR> A seguir, íntegra da nota corrigida.<BR><BR> SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) voltou a fechar em alta nesta quarta-feira, depois que indicadores de inflação e atividade dos Estados Unidos reforçaram a perspectiva de fim do ciclo de altas no juro primário americano.<BR><BR> A reação positiva de Wall Street a tais números sustentou o tom positivo no pregão local, apesar da volatilidade provocada pelos vencimentos dos contratos futuros do Ibovespa e das opções sobre o índice, que também ajudaram a inflar o volume financeiro local.<BR><BR>No término das operações, o Ibovespa subiu 1,02%, aos 37.<BR><BR>677 pontos, após oscilar da mínima de 37.<BR><BR>209 pontos a máxima de 37.<BR><BR>697 pontos.<BR><BR> O giro atingiu R$ 4,2 bilhões.<BR><BR>O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou hoje que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) americano subiu 0,4% em julho, em linha com as projeções de muitos agentes financeiros.<BR><BR> O núcleo do indicador, que elimina o comportamento dos preços de alimentos e energia, subiu 0,2%, depois de quatro meses de elevação de 0,3%, ficando abaixo das estimativas.<BR><BR>No mesmo sentido, a produção industrial americana avançou 0,4% no mês passado ante expectativa de incremento de 0,5% a 0,6% no período.<BR><BR> E o índice de construção de moradias naquele país recuou 2,5% em julho, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 1,8 milhão de imóveis residenciais.<BR><BR> Foi a quinta baixa nos últimos seis meses.<BR><BR> Muitos economistas aguardavam uma leitura de 1,81 milhão a 1,82 milhão de casas.<BR><BR> O cenário externo ajudou na continuidade do movimento positivo já registrado na terça-feira, por conta do dado de inflação ao produtor dos Estados Unidos, observou o gerente de renda variável do Banco Votorantim, Pedro Thomazoni.<BR><BR> Aumentou a probabilidade de o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não subir mais os juros, disse.<BR><BR> Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 0,86 % e o S &amp;amp; P 500 avançou 0,77%.<BR><BR>Aliado ao indicador de inflação ao produtor, divulgado na véspera, os dados conhecidos nesta quarta-feira indicaram a chance de um cenário mais tranqüilo para a inflação nos Estados Unidos e, conseqüentemente, para os juros americanos, reforçou o analista da Prosper Gestão de Recursos Gustavo Barbeito Lacerda.<BR><BR> &quot;Sinalizaram uma chance maior para o fim no aperto monetário promovido pelo Fed&quot;, explicou.<BR><BR>E a estabilidade do juros nos Estados Unidos pode aumentar novamente o apetite para ativos de maior risco, entre eles, as bolsas de países emergentes, categoria em que está o Brasil, disse o analista, justificando a reação positiva do mercado brasileiro.<BR><BR>O pregão brasileiro também foi marcado pelos vencimentos dos contratos de Ibovespa negociados na Bolsa de Mercadorias  &amp;amp;  Futuros (BM &amp;amp; F) e das opções sobre o índice.<BR><BR> Tais operações causaram o aumento expressivo do volume financeiro e a forte volatilidade do dia, disse Thomazoni.<BR><BR>   &quot;Tudo normal em dia de vencimento&quot;, completou Barbeito.<BR><BR>No campo corporativo, as ações da TIM Participações e da Vivo lideraram as altas dos Ibovespa.<BR><BR> Segundo o analista Guilherme Marins, da corretora Ativa, as ações da Vivo subiram por conta de apostas sobre o controle da empresa.<BR><BR> A avaliação é de que a entrada da Telmex no capital da Portugal Telecom, anunciada na sexta-feira, pode indicar um interesse do grupo mexicano, já controlador da Claro, pela rival Vivo.<BR><BR> Outra possibilidade aventada pelo mercado, complementou  Alexandre Garcia, da corretora Ágora, é que a Telefónica compre a parte da Portugal Telecom no bloco de controle da Vivo, o que fez disparar também as ações preferenciais da Telesp, operadora de telefonia fixa do grupo espanhol (+5,06%, a R$ 51,90).<BR><BR>Thomazoni, do banco Votorantim, lembrou que os papéis da Vivo vêm subindo desde a sexta-feira passada, depois que a Telmex informou ter adquirido participação de 3,406% do capital da Portugal Telecom.<BR><BR> E o vencimento pode ter potencializado a alta, acredita o analista.<BR><BR>No fechamento, as ações ON da TIM Participações subiram 9,80%, para R$ 8,40, seguida pelas preferenciais da Vivo, com acréscimo de 8,69%, para R$ 6,25; e das preferenciais da TIM Participações, com avanço de 8,45%, para R$ 6,03.<BR><BR>(Paula Laier | Valor Online.<BR><BR> Colaborou Talita Moreira, do Valor Econômico)]]></Texto>

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