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 <DataGeracaoArquivo>Ter, 3 Out 2006 15:04:45 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[“Via Sem Regra” volta ao Brasil e dança as diferenças]]></Titulo>
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 <NomeCredito>Guilherme Manzini, do Aplauso Brasil</NomeCredito>
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 <Olho><![CDATA[SÃO PAULO – O espetáculo de dança-teatro “Via Sem Regra”, de Gerda König, volta ao Brasil, depois de bem-sucedidas apresentações na Europa, para duas únicas apresentações. Ano passado, quando estreou, o espetáculo realizou três concorridíssimas sessões. Desta vez, o Teatro do Sesc Santana quem receberá a peça, nas próximas quarta-feira (4) e quinta-feira (5), 21h. ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Fruto do projeto <I style="mso-bidi-font-style: normal">Dance Meets Diferences</I> – que a companhia alemã <I style="mso-bidi-font-style: normal">DIN A 13 TANZCOMPANY</I> realizou entre fevereiro de 2005 e junho de 2006 -, “Via Sem Regra” tem como tema o tabu e traz ao palco bailarinos com e sem necessidades especiais – os alemães Andréa Hoffman, Gitta Roser e Marc Stulmann, e os brasileiros Estela Laponni, Juliana de Araújo Ferreira, Marcos Abranches, Michel Fernandes e Nilson Muniz –, característica da companhia alemã criada pela bailarina e coreógrafa Gerda König.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Na observação do tabu no Brasil, especificamente São Paulo, o espetáculo trabalha sobre questões como a sexualidade, sensualidade, a gestualidade que enfatiza e/ ou substitui palavras orais, o caos urbano, a religiosidade, violência, entre outros assuntos.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><I style="mso-bidi-font-style: normal"><STRONG>Dance Meets Differences</STRONG></I></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Antes das audições e workshop realizados ano passado, na sala de ensaios do TUCA (Teatro da Universidade Católica), a diretriz intercontinental do projeto <I style="mso-bidi-font-style: normal">Dance Meets Differences</I> já estava definida. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">A tradução do título do projeto da <I style="mso-bidi-font-style: normal">DIN A 13 TANZCOMPANY</I>, diz além do que se parece à primeira leitura. A dança que aproxima as diferenças, tradução literal do título do projeto, não se resume ao tipo de espetáculo de dança que une bailarinos com diferentes potenciais físicos. </P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Nesse projeto, além das particularidades físicas dos integrantes dos espetáculos -<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>“Via Sem Regra” (São Paulo – América) e “CounterCircles” (Quênia - África) -, as diferenças culturais, os assuntos que se tratavam tabus nos lugares em que foram concebidos pretendiam ser motivo de fricções com a cultura européia, mais precisamente a alemã.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">E o mergulho nas diferenças se deu nas aproximações entre alemães, brasileiros, quenianos etc, que se encontraram esse ano em Köln (Colônia) e Düsseldorf.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Leia abaixo a entrevista que Michel Fernandes, criador do <A href="http://www.aplausobrasil.com.br/">http://www.aplausobrasil.com.br/</A>, escritor e crítico teatral do iG, concedeu a Guilherme Manzini quando chegou da temporada na Alemanha.</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><STRONG>Guilherme Manzini – <SPAN>Fale um pouco sobre sua carreira profissional. <o:p></o:p></SPAN></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><STRONG>Michel Fernandes - </STRONG>Eu me formei primeiro como ator, em 1994, no Teatro-escola Célia Helena. Em 1999 me formei em jornalismo e fui indicado ao Leão Serva, na época diretor de jornalismo do futuro iG, por um professor meu, o jornalista Cláudio Tognolli (<A href="http://www.tognolli.com/">http://www.tognolli.com/</A>). A inauguração do iG foi em 2000, mas trabalhei nos testes do <A href="http://www.babado.com.br/">http://www.babado.com.br/</A>, desde dezembro de 1999. Em <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>fevereiro, como eu tinha formação como ator e escrevia peças (dia 7 de outubro estréia “Tempestade no Espelho”, texto inédito de Michel Fernandes, no Espaço dos Satyros), Gabriela Dobner, então editora de cultura, e Leão Serva me chamaram para escrever crítica teatral no <A href="http://www.ultimosegundo.com.br/">http://www.ultimosegundo.com.br/</A>. Eu me achava um pouco despreparado para escrever crítica, mas aceitei o desafio, mesmo porque acredito que um crítico nunca pode parar de estudar e de aprender. Em outubro de 2002, fui convidado pelo iG Banda Larga para organizar, projetar, enfim dirigir um site de teatro, hoje, o <A href="http://www.aplausobrasil.com.br/">http://www.aplausobrasil.com.br/</A>, qu2e dia 16 de outubro completa 4 anos.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>Guilherme Manzini – E a dança, a dramaturgia?<o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><STRONG>Michel Fernandes – </STRONG>Com o <A href="http://www.aplausobrasil.com.br/">http://www.aplausobrasil.com.br/</A> no ar tive que parar outras atividades por falta de tempo, mas sempre ficou um desejo. O desejo de ser bailarino era anterior ao teatro, mas achava que por andar de cadeira de rodas (uma síndrome que afeta sua coordenação motora chamada Ataxia de Friedrich), jamais poderia dançar.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p><STRONG>&nbsp;</STRONG></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>Guilherme Manzini – Daí veio a <I style="mso-bidi-font-style: normal">DIN A 13 TANZCOMPANY?</I><o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><STRONG>Michel Fernandes – </STRONG>Veio o projeto <I style="mso-bidi-font-style: normal">Dance Meets Difference</I>s, que significa a dança que aproxima as diferenças, que é um projeto intercontinental, então foi uma companhia alemã que veio para o Brasil e escolheu São Paulo como a cidade que iria representar o continente americano. Eles fizeram umas audições e testes e eu fui na verdade sem saber o que era. Fui porque recebi o material para fazer a divulgação e pensei “farei a audição porque quero viajar para a Alemanha de graça” (risos). Passei e me apaixonei pelo projeto e por dançar. Minha parceira de dança, Juliana Araújo Ferreira, é excelente bailarina, paciente, me ensinou muito, além ser meu anjo bom.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>Guilherme Manzini – Como é o <I style="mso-bidi-font-style: normal">Dance Meets Differences</I>?<o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><STRONG>Michel Fernandes - </STRONG>Como o próprio nome do projeto diz, Dance Meets Differences é a dança que aproxima as diferenças. Físicas porque se trata de uma companhia mista, com bailarinos com e sem deficiência física ou qualquer tipo de deficiência. Por exemplo, pode ser cadeira de rodas, cadeirante, pessoa que anda de cadeira de rodas, pode ser como o Marcos Abranches do “Via Sem Regra” que que teve paralisia cerebral e que de repente começou a andar, mas que tem muita dificuldade de controle motor, dos movimentos; tem a Estela Laponni que teve um AVC do lado esquerdo, então ela tem uma paralisia em todo o lado esquerdo, mas ela anda. Tem os bailarinos que andam normalmente, dois alemães – Gitta Roser e Marc Stulmann - e dois brasileiros – Juliana Araújo Ferreira e Nilson Muniz -; e tem uma alemã que anda de cadeira de rodas – Andrea Hoffman. Mas além de aproximar essas questões físicas, onde cada um é um indivíduo físico além de psicológico, é aproximar culturas. A cultura não no sentido genérico que a gente usa, mas nos costumes, na forma de criação, o que é usual e o que não é. <o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>Guilherme Manzini – E o tema escolhido?<o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><STRONG>Michel Fernandes – </STRONG>O tabu. Pesquisamos primeiro o que significava a palavra, e o tabu quer dizer tudo aquilo que agente pensa sobre determinada coisa mas não fala por um medo ancestral. Por exemplo, a sexualidade no Brasil foi um dos temas, e o tabu da sexualidade feminina. De que maneira a gente poderia transportar isso para o palco, ao mesmo tempo fugindo do clichê, como alguns que se referem ao Brasil como o país do futebol, carnaval e da bunda. Não era exatamente isso que nos queríamos mostrar, mas sim o que se passa por trás da cabeça de um indivíduo para chegar a determinado tabu. Outra questão que também está presente no espetáculo que os alemães repararam, que nós brasileiros temos muita mania de falar com as mãos, que a gente tem gesto para tudo, então tem uma cena que chama “Gestus”, uma cena específica sobre gestualidade, que os passos saem dos gestos, de como nós falamos “vamos dar uma rapidinha” (risos), entre outras coisas, mas tudo com gestos.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><STRONG>Guilherme Manzini – E vocês acreditam que conseguiram quebrar alguns tabus?<o:p></o:p></STRONG></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN><STRONG>Michel Fernandes – </STRONG>É lógico que nós fizemos mínima parte, mas quem nos assistiu, quebrou alguns tabus, que nem são diretamente abordados<SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </SPAN>em “Via Sem Regra”, o grande tabu brasileiro, por exemplo, como <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>lidar com o deficiente físico, sobre nossas reais possibilidades etc. Eu acho que não só para quem viu a peça, mas, por exemplo, no documentário, de <SPAN style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</SPAN>Gerard Schik, feito sobre o projeto em si, uma das bailarina, a Estela, que sofreu AVC com 24 anos, conta que jamais pensou em ser sensual e na peça a cena mais sensual, uma das, é o solo que ela faz. Então os tabus internos que tínhamos fomos convidados a quebrar.<o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><o:p>&nbsp;</o:p></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Veja fotos de VIA SEM REGRA aqui <SPAN style="FONT-FAMILY: Arial"><A href="http://aplausobrasil.logme.ig.com.br/26469/index.php" target=_blank>http://aplausobrasil.logme.ig.com.br/26469/index.php</A> <BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN><STRONG>Espetáculo:</STRONG> <I style="mso-bidi-font-style: normal">Via Sem Regra<BR></I><BR><STRONG>Quando:</STRONG> 5 de outubro 2006, quinta, 21h<BR><BR><STRONG>Onde:</STRONG> Teatro SESC Santana Av. Luiz Dumont Vilares, 579 Tel. 11 <BR>6971-8700<BR style="mso-special-character: line-break"><BR style="mso-special-character: line-break"><o:p></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-FAMILY: Arial">Quanto: R$ 4 a R$ 10, à venda na Rede SESC</SPAN></P>]]></Texto>

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