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 <DataGeracaoArquivo>Seg, 4 Set 2006 00:10:02 -0300</DataGeracaoArquivo>

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 <Olho><![CDATA[GAVETA - SEMANAL - GERAL]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[mmmmmmm<br>---------------------------------<br><br>ENVIADA POR ESPECIAIS EM 29/08<br><br>COMPORTAMENTO/FILHOS - Comer, dormir, brincar, ir à escola e chorar. Parece muita coisa para uma criança de três anos de idade, mas talvez ela esteja precisando de mais responsabilidades. Dar tarefas para os pequenos, aos poucos, pode contribuir com o desenvolvimento de sua auto-estima. Mas o ideal é passar tarefas adequadas à sua idade e ao seu desenvolvimento.<br><br><br><br>---------------------------<br><br>JT/EMPREGOS - 28/08 - pág 9d<br><br>SOCIEDADE/ASSÉDIO MORAL<br><br>Saiba se defender do assédio moral<br>Trabalhador humilhado pelo chefe ou exposto a situações vexatórias pode exigir indenização na Justiça<br><br><br>RODRIGO GALLO<br>rodrigo.gallo@grupoestado.com.br<br>Qualquer trabalhador humilhado ou que se torna alvo de boatos ou perseguição dos colegas de trabalho pode ingressar na Justiça e exigir uma indenização motivada por assédio moral. Em São Paulo, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) tem dado ganho de causa até mesmo aos empregados que foram forçados pelo patrão a demitir-se. O valor das sentenças varia de acordo com a ação.<br>Segundo a advogada trabalhista Stania Mara Gregorin Sant´ Anna do Canto, caracteriza-se como assédio moral qualquer situação que expõe o trabalhador de forma vexatória, como submetê-lo a esforços desumanos ou mesmo espalhar boatos ou falsas afirmações sobre a pessoa, por exemplo.<br>Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 40% dos empregados do Estado de São Paulo já sofreram alguma forma de assédio desse tipo. "Até o fato de um superior roubar uma idéia do funcionário e creditá-la como se fosse sua também se caracteriza como assédio e é passível de indenização", comentou a advogada.<br>Antes de ingressar na Justiça, porém, é necessário juntar provas para atestar a situação vexatória. "O trabalhador deve anotar data, horário, local, conteúdo da conversa e até mesmo os colegas que presenciaram as ofensas, para formar um tipo de calendário", ensinou.<br>Além disso, recomenda-se elaborar uma carta relatando o problema e encaminhar ao departamento de Recursos Humanos (RH) da empresa, de preferência guardando uma via protocolada do documento, para cobrar a reparação.<br>Stania também recomenda enviar uma cópia do documento para o sindicato da categoria e para o Ministério Público do Trabalho (MPT), que podem auxiliar durante o processo.<br>Polêmica<br>Há uma questão envolvendo os processos por dano moral que costuma gerar bastante polêmica entre os magistrados: o valor da indenização. Segundo a advogada Sônia Mascaro, doutora em Direito Trabalhista pela Universidade de São Paulo (USP), o juiz é o responsável por definir essa questão.<br>Para chegar ao valor, eles normalmente pesquisam o desfecho de outras ações semelhantes (as chamadas jurisprudências) para ter uma base mais aproximada da quantia monetária.<br>É comum também adotar como base de cálculo o salário do próprio trabalhador e o tempo em que ele permaneceu na empresa. De qualquer forma, é possível também que o juiz, dependendo do caso, adote outras formas de cálculo.<br><br>BOXE 1 <br><br>TRT PUNE CHEFE QUE APELIDOU DE "GORDINHA"<br><br>No ano passado, a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo condenou o diretor de uma assessoria empresarial a pagar a indenização de R$ 8 mil a uma ex-assistente administrativa, que havia sido apelidada de gordinha.<br>A trabalhadora alegou na Justiça que sofria discriminação do superior por conta de seu peso, e ingressou com uma ação pedindo reparação por danos morais. Para declarar a sentença, os juízes do TRT consideraram que uma pessoa tem nome incorporado ao patrimônio moral. Portanto, o apelido pejorativo teria causado prejuízo à imagem da ex-funcionária da empresa.<br>Também segundo a sentença do TRT, o diretor da assessorial empresarial realmente estava apenas brincando com a subordinada. Contudo, a brincadeira foi considerada de mau gosto e deu motivos à condenação judicial.<br><br>BOXE 2<br><br>EMPREGADA QUE FOI CARICATURADA RECEBE R$ 11 MIL<br><br>Qualquer tipo de punição que humilhe o trabalhador por conta do não-cumprimento de metas é considerado ato ilícito pela Justiça. O TRT julgou uma ação a favor de uma vendedora cujo trabalho era monitorado pelo chefe da equipe de vendas, que desenhava caricaturas referentes ao desempenho dos subordinados.<br>As ilustrações eram afixadas em locais públicos da empresa, como na sala em que o café era servido.<br>Por conta disso, a 3ª Turma do Tribunal determinou o pagamento de aproximadamente R$ 11 mil para a vendedora, como indenização por danos morais.<br><br>BOXE 3<br>REBAIXAR CARGO DE FUNCIONÁRIO DÁ INDENIZAÇÃO<br><br>Rebaixar um funcionário de cargo, desqualificando o trabalho do profissional, também pode gerar um processo na Justiça por danos morais. <br>A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) condenou uma escola de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, a pagar R$ 15 mil a uma ex-professora, que passou por esse constrangimento.<br>A Justiça determinou ainda que a instituição de ensino deveria arcar com todas as verbas previstas quando o empregado é demitido sem justa causa. Neste caso, a professora tinha sido forçada pelos patrões a demitir-se.<br><br>BOXE 4<br><br>ANOTAR MOTIVO DA DEMISSÃO NA CARTEIRA É ILEGAL<br>Nenhuma empresa tem o direito legal de divulgar publicamente o motivo da demissão de um funcionário, nem mesmo de anotar as razões na carteira de trabalho. <br>Baseado nesse entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) manteve a demissão por justa causa de um trabalhador, mas condenou a empresa a pagar indenização equivalente a quatro salários mínimos - por danos morais.<br>Na primeira instância, entretanto, a 64ª Vara do Trabalho havia negado a indenização pleiteada pelo trabalhador.<br><br>--------------------------------<br><br>ENVIADA POR ESPECIAIS EM 15/8<br><br>COMPORTAMENTO/CASAIS<br><br>Artigo que ensina a "adestrar" o marido faz sucesso nos EUA<br><br>Lola Felix<br><br>Muitas mulheres têm a certeza de que seus maridos descendem dos macacos quando os vêem cortando as unhas dos pés. Eles, por sua vez, não hesitariam em comparar suas esposas a gralhas quando elas resolvem gritar. Pessoas, às vezes, podem se parecer muito com os animais. E algumas técnicas de treinamento usadas com os bichinhos podem funcionar para seres humanos também.<br><br>Se não der certo, pelo menos é uma experiência bastante divertida. Um artigo sobre o assunto chamado "O que Shamu me ensinou sobre um casamento feliz" - Shamu é o nome de uma baleia do parque aquático "Sea World", da Flórida, nos EUA - está há mais de seis semanas na lista dos mais populares do site do "New York Times". "Os casais se identificam com o texto", diz sua autora, a jornalista Amy Sutherland.<br> <br>No artigo, Amy conta como as técnicas usadas pelos treinadores de golfinhos e orcas tornaram seu casamento mais leve. A idéia de usar os truques com o marido, Scott, surgiu enquanto Amy escrevia um livro sobre uma famosa escola para treinadores de animais exóticos.<br><br>A premissa básica é recompensar o "bichinho" pelos comportamentos que você aprecia e não se aborrecer quando ele faz algo que você não gosta. "Afinal de contas", como Amy relata no artigo, "você não consegue fazer uma foca equilibrar uma bola no nariz brigando com ela."<br><br>As técnicas não são novas. Elas começaram a ser desenvolvidas na década de 1920 pelo psicólogo norte-americano Burrhus Frederic Skinner (1904-1990). Derivado da escola behaviorista (behavior, em inglês, significa comportamento), o condicionamento operante de Skinner pregava a possibilidade de controle e mudança do comportamento humano.<br><br>Amy conta que os treinadores da escola de adestradores começaram a aplicar essa mesma técnica nos animais. Assim, a jornalista diz ter voltado às origens ao usá-las com o marido. "Ele não é um animal selvagem, embora possa cheirar como um após um longo passeio de bicicleta", brinca Amy. Por que então testar as técnicas com o marido? "Muitos casamentos são felizes, mas as esposas e os maridos ainda dão nos nervos um dos outros com pequenas coisas."<br><br>Com as técnicas na cabeça, a jornalista começou a premiar o marido a cada ação exemplar. Uma camisa suja dentro do cesto de roupa valia um elogio, duas valiam um beijo. Cada pequeno avanço valia uma recompensa. Amy também começou a analisar seu marido do mesmo modo que os treinadores estudam os animais exóticos. "Eles aprendem tudo o que podem sobre a espécie, desde a anatomia até a estrutura social, para saber como os animais pensam, do que eles gostam ou não", diz um trecho do texto.<br><br>Ela então se lembrou do depoimento de um treinador que havia ensinado pássaros africanos a não pousarem em sua cabeça e ombros. Em vez de ensinar os pássaros a pararem de pousar nele, ele os ensinou a pousar em plataformas no chão. Isso tornava o comportamento indesejável algo impossível, uma vez que os pássaros não poderiam parar em sua cabeça e na plataforma simultaneamente. No condicionamento operante, isto se chama "comportamento incompatível".<br><br>Amy, que queria o marido longe dela enquanto estava na cozinha, espalhou pedaços de queijo e salgadinhos pela casa. Agora, consegue cozinhar tranqüilamente.<br><br>A psicanalista Jussara Falek, membro da "École Lacaniènne de Psychanalyse", da França, acredita que as respostas acontecem por causa da ligação afetiva entre as pessoas. "Em troca de amor, você consegue o que quer do marido", diz ela.<br><br>O marido de Amy só percebeu que ela o estava adestrando quando a coluna foi publicada no jornal. "Ele achou engraçado", disse a jornalista. Talvez porque, um tempo depois, Scott tenha se tornado um ótimo treinador também. As técnicas podem ser usadas com homens, mulheres e crianças. "É uma questão de saber lidar com as pessoas de forma positiva", diz Amy.<br><br>RECOMPENSA OU INDIFERENÇA<br><br>O condicionamento operante é uma técnica de intervenção derivada da escola behaviorista. Seu estudo foi intensificado a partir da década de 1950. Em suas experiências, Skinner usava pombos e ratos. Mais tarde, as técnicas foram usadas também com seres humanos, especialmente na área educacional. Além de premiar pequenas ações a fim de conseguir um comportamento totalmente novo (técnica chamada de "aproximação"), ensinar um novo comportamento para eliminar outro indesejável ("comportamento incompatível"), Amy também usou o que os treinadores do "Sea World" chamam de "least reinforcing syndrome" (síndrome do menor incentivo ou do menor reforço, em tradução livre). Quando o golfinho faz algo errado, o adestrador permanece indiferente a ele.<br><br>"A idéia é que qualquer resposta, positiva ou negativa, alimenta um comportamento. Se um comportamento não provoca uma resposta, ele normalmente desaparece", diz o texto de Amy.<br><br>Em um de seus livros, "Além da Liberdade e da Dignidade", Skinner rejeitava noções como o livre arbítrio e afirmava que o comportamento é determinado pelo ambiente. "Você pode fazer uma pessoa mudar sua forma de agir controlando seu comportamento ou dando a ela livre arbítrio, para que ela saiba o que quer", explica a psicanalista Jussara Falek.<br>-------------------<br><br>--------------------------------<br><br><br>ENVIADA POR ESPECIAIS EM 14/6<br><br>COMPORTAMENTO/ANIMAIS<br><br>Animais exóticos começam a ganhar preferência<br><br>Fábio Brito<br><br>Gato, cachorro, cobra, papagaio, tartaruga... Qual é o animal de estimação que melhor se encaixa ao seu perfil? Apesar de parecer fácil e ter tantas opções de raças e espécies, escolher um bichinho não é tão simples. Requer, no mínimo, uma boa análise de tempo, espaço, dinheiro, saúde e uma boa pitada de estilo de vida.<br><br>A compra de animais exóticos tem sido a escolha daqueles que buscam um diferencial ou que se interessam pela área. A não ser os colecionadores, que compram esse tipo de criação para expor ou fazer um minizoológico em casa, o público em geral é bem jovem e diversificado, e tem desde advogados, policiais, músicos e até modelos.<br><br>Segundo Márcio Vianna, proprietário da BioMania, uma das poucas lojas em São Paulo especializadas e autorizadas pelo Ibama para vender esses animais, seus clientes procuram se informar bem antes de realizar a compra, investindo em equipamentos e livros sobre o assunto. Mesmo assim, ele não nega que ainda tem gente que acredita em mitos.<br><br>"É engraçado ver que uma pequena parcela das vendas de animais exóticos ainda é para atender algo meio folclórico, como gente que acredita que comprando um jabuti e o colocando debaixo da cama irá curar a bronquite do filho", comenta.<br><br>Para o colecionador Gregório Stayros, a vontade de ter um bicho só pôde se concretizada há três anos, quando comprou a sua primeira amiga, uma arara. De lá para cá não parou mais: hoje são mais de 40 espécies diferentes, um gasto mensal de R$ 1.500 em alimentação. "Tem bicho lá que nem minha mulher conhece", brinca. Segundo Stayros, ele já teve de ouvir muito sermão de quem não conhece animais exóticos. "Meus animais são mansos, legalizados e microchipados", explica.<br><br>O músico Rinaldo Oliveira (o Mingau) ria ao contar as situações de sustos que seus amigos já levaram, como uma vez em que limpava o terrário da sua cobra, uma Píton bola. "Meu amigo entrou e, ao ver, saiu correndo. Fui buscá-lo do outro lado da rua", lembra.<br><br>Mas curiosa mesmo foi a que o colecionador Gregório passou ao levar sua jibóia para dar uma voltinha de carro: não precisou pagar o rapaz que limpou seu pára-brisa, que não se aproximou da janela para cobrá-lo ao ver o bichinho enrolado no volante.<br><br>BOXE<br><br>ACESSÓRIOS<br><br>Almofada bate como coração<br><br>Mesmo aquecido, alimentado ou recebendo muito carinho, o seu filhote pode sentir a falta da mamãe. Como alternativa para tentar diminuir essa ausência materna, a Pet Society oferece a Confort Heart, uma almofada no formato de coração que simula o som do batimento do coração da mamãe por 30 minutos, controlado por timer. Além de confortável, transmite a sensação de aconchego para os pequenos, ajudando-os na adaptação ao novo lar. Tem rosa e azul.<br><br>-----------------<br><br>ENVIADA POR ESPECIAIS EM 14/06<br><br>COMPORTAMENTO/ANIMAIS/GATOS<br><br>Gatos também podem virar fãs de um bom banho<br><br>Fábio Brito<br><br>E para quem acha que bichinho de estimação deve ser mesmo gato ou cachorro, aqui vamos derrubar um mito que persegue os felinos. É verdade que os felinos se preocupam mais com a limpeza de seus pêlos do que os cães, mas essas lambidas diárias também trazem alguns problemas, como as famosas bolas de pêlos, que podem atrapalhar as funções digestivas do seu animal. <br><br>O fato é que uma ducha eventual é importante para o bichano, porque remove os pêlos que estão para cair e ainda elimina o mau cheiro. "Existem alguns trabalhos que dizem que a alergia que as pessoas têm aos gatos não estão ligadas ao pêlo, mas a uma proteína depositada quando o animal se lambe, presente na saliva", diz a médica veterinária da Pet Society, Fernanda Cioffetti. <br><br>A veterinária ressalta que é preciso que o momento do banho não gere estresse ao animal, para que ele entenda que não há perigo na situação. A estudante de biologia Sheila Bruyn, de 21 anos, sabe muito bem como lavar os felinos. Ela tem seis gatos e cria bichanos há mais de oito anos. "É comum eles se apavorarem um pouco no começo, mas com muito carinho e conversa se acostumam. O problema é que as pessoas acabam demorando muito para dar o primeiro banho ou não sabem como fazer. Muita gente acha que é só jogar na água fria e pronto. Ninguém agüenta isso", explica.<br><br>Algumas raças, como os persas, demoram mais tempo para secar e exigem cuidados e produtos mais específicos, como os xampus de secagem rápida, que reduzem em até 40% o tempo da secagem do animal. Além do banho, que é importante, é preciso escovar o bicho diariamente para retirar os pêlos mortos, principalmente os longos. Se for acostumado desde cedo a passar pelo procedimento, o gato apreciará e aceitará a prática sem qualquer tipo de dificuldade. <br><br>O criador deve escovar o animal sobre uma mesa, para dar mais segurança e conforto para ambos. Alguns tipos de escovação acabam favorecendo certas raças de pelagem mais longa, mas mesmo as de pêlos curtos devem ser escovadas regularmente, principalmente nos períodos de muda.<br><br>O BANHO: inicialmente, o pêlo deve ser escovado pela cabeça, passando para o dorso, no sentido contrário ao da pelagem, para dar volume. Um mousse apropriado pode ser aplicado para deixar o pêlo mais perfumado e macio. Coloque na mão e espalhe como se fizesse um carinho ou massagem. Todo o processo deve durar até 15 minutos.<br><br>Boxe<br><br>*A Dog Star, uma grife de jóias em prata 925, levou a paixão por animais de estimação para pingentes, colares e pulseiras e criou uma linha exclusiva para cães e donos. Criado pelo joalheiro Carlos Alberto Salvatore Neto e Ana Luisa Grillo Andrade, as peças retratam mais de 20 raças, como golden retriever, buldogue francês, entre outras. São peças feitas à mão por ourives especializados, facilmente ajustáveis. Informações no quiosque do Shopping Higienópolis (piso Veiga Filho), em São Paulo, ou pelo (11) 3823-2774.<br>A partir de R$ 50.<br><br>Livros: * A Larousse dos Cães e dos Gatos são obras que abordam de forma profunda todos os aspectos relacionados ao melhor amigo do homem e dos bichanos. Os livros trazem história, comportamento e informações para quem ama esses bichinhos. Editora Larousse.<br><br><br><br><br><br>  ]]></Texto>

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