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 <Codigo>2134075</Codigo>

 <MetaData>19:37:36 03/10/2005</MetaData>
 <DataGeracaoArquivo>Seg, 3 Out 2005 19:52:19 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Pesquisa revela origem das armas usadas em crimes no Rio]]></Titulo>
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 <NomeCredito>Da Redação</NomeCredito>
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 <Olho><![CDATA[RIO - Um estudo inédito feito pela Secretaria de Segurança Pública,&nbsp;a partir do banco de dados das 85 delegacias legais do Estado, revela&nbsp;que 42% das armas usadas em homicídios no Rio eram procedentes de contrabando, 39% eram registradas&nbsp;e 19% sem qualquer registro. Em relação ao crime de latrocínio (roubo seguido de morte), a pesquisa mostra que 50% dos casos foram cometidos com armas registradas, 35% com armamento contrabandeado e 15% por meio de armas sem registro. ]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[<P>Com a pesquisa, o&nbsp;Rio&nbsp;se torna&nbsp;o primeiro estado do País a conhecer a origem das armas de fogo apreendidas pela polícia em seu território. </P>
<P>De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), os dados das delegacias legais representam 85% de todo o volume de ocorrências no estado. </P>
<P>A pesquisa identificou a existência de 102.218 armas relacionadas a crimes registrados em delegacias legais desde 1999. Após excluir as que não tinham nenhuma anotação sequer, as registradas como furtadas ou roubadas e as usadas por policiais em serviço e apreendidas para exames de balística, restou um total de 86.849 armas apreendidas. <BR><BR>A análise de mais de 86 mil armas foi feita recorrendo-se às informações que constam dos bancos de dados da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos (DFAE) da Polícia Civil e do Sistema Nacional de Armas (SINARM).<BR><BR>O estudo também revelou que das 86.849 armas analisadas 33% eram registradas, 28% contrabandeadas e 39% sem qualquer registro.</P>
<P>O secretário Marcelo Itagiba disse que&nbsp;a&nbsp;polícia&nbsp;do Rio está fazendo a sua parte e retirando as armas das mãos dos bandidos. De acordo com&nbsp;a secretaria,&nbsp;comparando-se os anos de 1995 – quando foi registrado o maior índice de homicídio da história do estado, com 8.438 assassinatos – com o ano de 2004,&nbsp;houve um aumento de 196% no total de apreensão de armas e, conseqüentemente, uma redução de 23,7% nos casos de homicídio.</P>
<P>Segundo Itagiba, há uma relação direta entre apreensão de armas nas mãos de criminosos e redução de homicídios.</P>
<P>Em 2004, foram apreendidas&nbsp;14.308 armas. Desse número,&nbsp;8.336 eram revólveres, 2.625 pistolas, 271 fuzis,&nbsp;2.048 espingardas e 81 submetralhadoras. Foram apreendidas 818 granadas,&nbsp;sendo 679 nacionais e 139 estrangeiras.&nbsp;Com relação ao local de fabricação das armas,&nbsp;73% das armas apreendidas eram de fabricação nacional e 12% de fabricação estrangeira.</P>
<P>&nbsp;</P>]]></Texto>

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