<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xsl-stylesheet accept="impressao" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/impressao.xsl" noprocess="no"?>
<?xsl-stylesheet accept="email" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/email.xsl" noprocess="no"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="file:///iG/dominios/ultimosegundo.ig.com.br/xsl/materias/padrao.xsl"?>

<Materia>

 <Codigo>1894538</Codigo>

 <MetaData>13:16:00 27/02/2005</MetaData>
 <DataGeracaoArquivo>Dom, 27 Fev 2005 13:20:11 -0300</DataGeracaoArquivo>

 <Titulo><![CDATA[Pesquisadores brasileiros fazem mapeamento do potencial de energia solar e eólica do país]]></Titulo>
 <PalavrasChave><![CDATA[]]></PalavrasChave>
 <CodigoCanal>30001</CodigoCanal>
 <NomeCanal>Brasil</NomeCanal>
 <PathCanal>brasil</PathCanal>
 <DataNoticia>13:16 27/02</DataNoticia>
 <MetaDataNoticia>13:16:00 27/02/2005</MetaDataNoticia>

 <StatusFuro>N</StatusFuro>
 <StatusAtualizada>N</StatusAtualizada>
 <AcessoRestrito></AcessoRestrito>
 <DataMateriaAtualizada>13:20 27/02</DataMateriaAtualizada>

 <NomeCredito></NomeCredito>
 <EmailCredito></EmailCredito>

 <NomeFonte><![CDATA[Agencia Brasil]]></NomeFonte>
 <URLFonte>http://www.agenciabrasil.gov.br/</URLFonte>
 <ImagemFonte>http://image.ig.com.br/ultimosegundo/site/fontes/agenciabrasil.jpg</ImagemFonte>
 <DescricaoFonte><![CDATA[]]></DescricaoFonte>

 <Olho><![CDATA[Os estados da Bahia, Pernambuco e Piauí, além do Planalto Central e as regiões Sudeste e Sul são, nesta ordem, as áreas mais apropriadas para exploração da energia solar no Brasil.]]></Olho>
 <Texto><![CDATA[ Os dados constam do Projeto Swera (sigla, em inglês, para Avaliação das Fontes de Energia Solar e Eólica), financiado pelo Programa do Meio Ambiente das Organizações das Nações Unidas (Unep-ONU).<br><br>O projeto, desenvolvido desde 2001 por pesquisadores brasileiros, consiste no mapeamento detalhado do potencial de energia solar e eólica (dos ventos) no país. O trabalho servirá de base para planejar investimentos e traçar políticas públicas de aproveitamento de energias renováveis. <br><br>&quot;No dia menos ensolarado e mais nublado do ano, a incidência de radiação solar é de 3,6 quilowatts-hora (kWh) por metro quadrado por dia no Rio de Janeiro e de 4,5 kWh no Ceará. Na Alemanha, onde essa energia é mais usada, a incidência é de apenas 0,8 kWh por metro quadrado diariamente&quot;, afirma Stefan Krauter, presidente para a América Latina do Conselho Mundial de Energias Renováveis. Segundo ele, &quot;a capacidade de geração de energia proveniente de fonte solar em um ano é 14 mil vezes maior do que o consumo energético mundial no mesmo período.&quot;<br><br>Atualmente, o principal entrave ao aproveitamento dessa fonte de energia é o alto custo da tecnologia utilizada. Para Martin Green, da Universidade de New South Wales, da Austrália, essa desvantagem só poderá ser superada com o tempo, pois a indústria ainda precisa se desenvolver. &quot;A energia a carvão também era muito cara nos primeiros 50 anos de uso. Depois de décadas, se tornou barata&quot;, explica o acadêmico. Green acredita que, com o amadurecimento da indústria, a energia solar pode chegar aos mesmos patamares de utilização de combustível fósseis (petróleo, carvão e gás natural).<br><br>&quot;Se usarmos mais o modelo fotovoltaico (de geração de energia solar), vamos impulsionar a indústria e, com isso, conseguir preços mais baixos&quot;, diz. De acordo com o especialista, o mercado conseguiu recentemente desenvolver um processo mais barato de geração de eletricidade a partir da energia solar que combina as fibras ótica e de vidro num material conhecido como filme fino. Pelas estimativas de Green, a energia solar responderá por 1% da eletricidade mundial em 2020, alcançando 10% em 2030 e 25% em 2040.<br><br>No caso da energia eólica, o Projeto Swera mostra que a faixa nobre para exploração desse tipo de fonte no Brasil é o litoral do Nordeste, onde a intensidade e direção do vento são constantes. O norte da Bahia e de Minas Gerais, o oeste de Pernambuco, o estado de Roraima e o Sul do país também são regiões propícias para a geração de energia a partir do vento. <br><br>Para desenvolver as fontes renováveis, Stefan Krauter, que também é professor e pesquisador da Universidade Estadual do Ceará, defende a criação de uma universidade internacional para estudo desse tipo de energia com apoio da Unesco. &quot;O Nordeste do Brasil, em especial a cidade de Olinda, em Pernambuco, assim como o centro do Rio de Janeiro, são alguns dos locais mais indicados para a instalação desse centro de ensino&quot;, acredita. De acordo com Krauter, hoje, a indústria envolvida com fontes alternativas de energia cresce em média 20% ao ano e emprega cerca de 400 mil pessoas no mundo.<br><br>Com informações da Eletrobrás.]]></Texto>

 <FotoPrincipal></FotoPrincipal>
 <AlturaFotoPrincipal></AlturaFotoPrincipal>
 <LarguraFotoPrincipal></LarguraFotoPrincipal>
 <LegendaFotoPrincipal></LegendaFotoPrincipal>
 <CreditoFotoPrincipal></CreditoFotoPrincipal>

 <FotoCorpoMateriaDireita></FotoCorpoMateriaDireita>
 <AlturaFotoCorpoMateriaDireita></AlturaFotoCorpoMateriaDireita>
 <LarguraFotoCorpoMateriaDireita></LarguraFotoCorpoMateriaDireita>
 <LegendaFotoCorpoMateriaDireita></LegendaFotoCorpoMateriaDireita>
 <CreditoFotoCorpoMateriaDireita></CreditoFotoCorpoMateriaDireita>

 <FotoCorpoMateriaEsquerda></FotoCorpoMateriaEsquerda>
 <AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda></AlturaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda></LarguraFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda></LegendaFotoCorpoMateriaEsquerda>
 <CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda></CreditoFotoCorpoMateriaEsquerda>

 <Multimidia>

  <Infografico>
   <Link></Link>
  </Infografico>

  <Galeria>
   <Link></Link>
  </Galeria>

  <Video formato="RM">
   <Link></Link>
  </Video>

  <Video formato="WM">
   <Link></Link>
  </Video>

  <Audio formato="RM">
   <Link></Link>
  </Audio>

  <Audio formato="WM">
   <Link></Link>
  </Audio>

 </Multimidia>

 <MateriasRelacionadas></MateriasRelacionadas>

</Materia>