Apoio de republicano poderá servir de fiel da eleição para escolha do próximo governador do Estado, no segundo turno

No primeiro dia de segundo turno em Goiás, as coligações de Iris Rezende (PMDB) e Marconi Perillo (PSDB) começaram as conversas para garantir apoio na nova etapa.

Quem está mais cobiçado neste momento é o candidato Vanderlan Cardoso (PR) e os 500 mil votos (16,62%) que recebeu neste domingo.

Para conseguir o apoio e os votos do republicano e do PP, o PSDB pode esquecer os ataques recebidos nos debates do primeiro turno.

“É disputa eleitoral. Não precisa ficar inimigo (de Vanderlan). Só se tivesse descido para o plano pessoal, o que não aconteceu”, explicou o coordenador político da campanha de Marconi, Antônio Faleiros.

A corrida para seduzir as cúpulas do PP e do PR está na tendência da coligação de Vanderlan apoiar Iris Rezende.

As conversas já teriam se iniciado a duas semanas do primeiro turno, embora coordenadores do PMDB afirmassem que elas não se concretizaram.

A possibilidade de Vanderlan subir em palanque com o tucanato é remota, já que sua candidatura surgiu do desgaste entre Marconi e o governador Alcides Rodrigues.

Marconi, por outro lado, teria apoio das bases dos partidos, que estiveram com ele desde o início da campanha.

Já sobre as principais armas de Iris para o segundo turno, o apoio de Dilma e Lula, Faleiros diz não estar preocupado.

“Dilma e Serra também estarão disputando segundo turno e também debaterão idéias entre eles. Mas isso não afeta a nossa campanha, já que os debates em nível federal são diferentes dos de nível estadual”, disse.

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