Iris satiriza Marconi no programa de rádio

"Coninho" imita tucano que, como ele, evita mencionar nome de presidenciável que apoia

Rodrigo Viana, iG Goiânia |

Iris Rezende (PMDB) lançou mão do humor – autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – como arma para atacar o líder das pesquisas de intenção de votos Marconi Perillo (PSDB) via propaganda eleitoral no rádio.

O personagem Coninho imita a fala do tucano no programa eleitoral.

Ao receber a ligação de um eleitor fictício, Coninho afirma que é preciso investir em marketing para vencer uma campanha e se recusa a dizer o nome do candidato à Presidência que apóia.

Enquanto Iris Rezende usa inserções de Lula no programa e se diz “parceiro de Dilma”, Marconi nunca citou na propaganda eleitoral o apoio a Serra.

Marconi também utilizou o programa de rádio para dar o troco em Iris e, indiretamente, atingir também  Vanderlan Cardoso (PR), o candidato do agora inimigo declarado, o governador Alcides Rodrigues.

Os alvos foram o governador Alcides Rodrigues (PP), aliado de Vanderlan, e Paulo Garcia (PT), vice de Iris que assumiu a prefeitura de Goiânia neste ano.

A propaganda eleitoral reproduziu notícias sobre a possível intervenção de Alcides para impedir o empréstimo para a Celg. O tucano mencionou a dívida de R$ 4 milhões da Prefeitura de Goiânia com hospitais privados conveniados ao Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (IMAS).

A “paternidade” da proposta de distribuição de netbooks a alunos também voltou à propaganda eleitoral.

Depois que Marconi acusou Iris de copiar a proposta, o peemedebista afirmou que o plano original é do governo Lula e apresentou hoje um vídeo de um comício do presidente com a proposta.

Marconi evitou questionar o peemedebista, mas preferiu alardear que pretende conceder bolsa universitária integral a estudantes, uma ideia já defendida por Iris em programas e debates anteriores.

Vanderlan, mais uma vez, focou em realizações à frente da prefeitura de Senador Canedo.

O republicano criticou propostas dos adversários para a Educação, mas sem apresentar alternativas.
Marta Jane (PCB), no exíguo tempo de propaganda, fez a primeira proposta da campanha na TV: utilizar recursos correspondentes a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) goiano na área educacional.

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