Indonésia prende 3 supostos terroristas

Jacarta, 13 mai (EFE).- A Polícia da Indonésia deteve na ilha de Java três supostos membros da Jemaah Islamiya, o braço da Al Qaeda no Sudeste Asiático, informaram fontes oficiais.

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Jacarta, 13 mai (EFE).- A Polícia da Indonésia deteve na ilha de Java três supostos membros da Jemaah Islamiya, o braço da Al Qaeda no Sudeste Asiático, informaram fontes oficiais. Dois dos suspeitos foram detidos na manhã desta quinta-feira, enquanto o outro foi preso na tarde de quarta. "Suspeitamos que estejam relacionados com vários atentados a bomba na Indonésia", explicou o porta-voz da Polícia Nacional, Zainuri Lubis citado pelo canal televisivo "Metro TV". As detenções aconteceram um dia depois da morte de cinco supostos terroristas em confrontos com a Polícia na cidade de Cikampek, a cerca de 80 quilômetros de Jacarta. As intervenções policiais fazem parte da operação realizada pelos corpos de segurança da Indonésia desde que foi desmantelado em fevereiro um acampamento de treino islâmico na província de Aceh, ao norte da ilha de Sumatra. Desde então, a Polícia matou 13 pessoas que resistiram à prisão e detiveram mais de 70, e a maioria deles segue sob poder da justiça. O indonésio Dulmatin, morto em março, é a peça mais importante que a jihad islâmica perdeu. Ele era procurado por sua participação, no atentado de Bali de 2002, que causou a morte de 202 pessoas, a maioria turistas estrangeiros, e por outros ataques. Dulmatin era considerado o "cérebro" de campo de treinamento desmantelado em fevereiro e um das líderes regionais da Jemaah Islamiya. O último atentado da Jemaah ocorreu em 17 de julho de 2009, quando dois terroristas suicidas detonaram os explosivos que carregavam em hotéis de luxo de Jacarta, mataram nove pessoas e feriram cerca de 50. A Polícia indonésia deteve os principais chefes e vários membros da Jemaah Islamiya desde seu primeiro atentado em 2002, mas a organização rapidamente consegue a substituição dos falecidos. Assim, continua operando, com capacidade para realizar ataques. EFE ind/fm

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