Casos de microcefalia investigados no Brasil chegam a 4.293; mortes passam de 40

Por Estadão Conteúdo |

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Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde aponta aumento de 25,7% no número de ocorrências associadas ao zika vírus

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Zika vírus é transmitido pelo Aedes aegypti e pode estar associado aos casos de microcefalia
DIEGO HERCULANO/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Zika vírus é transmitido pelo Aedes aegypti e pode estar associado aos casos de microcefalia

O novo balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (22), apresentou uma elevação no número de casos investigados de microcefalia no País. Os dados, fechados no último sábado (19), indicam que há 4.293 registros em investigação. O último levantamento, divulgado na semana passada, mostrava 4.268 casos.

Segundo o ministério, 907 casos foram confirmados e 1.471, descartados. O total de notificações entre 22 de outubro e 19 de março foi de 6.671 registros. O balanço mostra ainda que houve 198 óbitos com suspeita de microcefalia ou de alterações no sistema nervoso central, das quais 46 foram confirmadas, 22 foram descartadas e 130 permanecem em investigação.

Um aumento de 25,7% foi registrado no número de casos de microcefalia com resultado positivo para o zika vírus confirmados em exames laboratoriais. No levantamento anterior eram 97 casos e, no divulgado nesta terça, o número saltou para 122.

Pernambuco continua sendo o Estado que concentra o maior número de casos suspeitos, totalizando 1.210. Na lista de regiões com mais ocorrências, o Nordeste sai na frente, com 3.298 registros que estão sendo investigados. A segunda região com mais casos em fase de análise é a Sudeste com 572 registros, dos quais 308 estão no Rio de Janeiro. São Paulo contabiliza 150 casos, de acordo com o balanço.

A circulação autóctone do vírus permanece presente em 22 Estados – entre eles Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Amazonas – e no Distrito Federal.

Veja também: Fique atento! Erros que você comete na hora de passar o repelente

O primeiro erro que alguém pode cometer é tratar todos os repelentes como iguais, passando-os sem considerar suas diferenças quanto à durabilidade e efeitos  . Foto: iStockErro: passar o repelente mais de três vezes por dia. Eesse é o máximo de aplicações que os médicos recomendam diariamente . Foto: iStockHá basicamente três tipos de repelentes disponíveis no Brasil: o DEET, o IR 3535 e a  icaridina. Foto: iStockO DEET e o IR 3535 afugentam os mosquitos por até quatro horas. A icaridina é a mais eficiente e consegue os insetos por até 10 horas, reduzindo a quantidade de aplicação ao longo do dia. Foto: STOCKXPERT/ARQUIVOErro: Não priorizar as áreas expostas na hora de aplicar o repelente, como o rosto, pernas e braços, também é um erro. Aplicar o produto em todo o corpo aumenta as chances de intoxicação . Foto: iStockErro: aplicar repelente em ambientes fechados também aumenta as chances de intoxicação. Prefira lugares abertos, onde o ar circula mais e o odor do produto se dispersa melhor . Foto: iStockErro: passar repelentes em crianças com menos de dois anos de idade. Mais sensível, a pele delas tem pouca defesa, absorvendo mais o produto, o que pode gerar complicações  sistêmicas, neurológicas e pulmonares. Foto: iStockErro: dormir com o repelente no corpo não é uma boa prática. O produto pode passar para os lençóis e acabar contato com áreas sensíveis, como olhos e a boca. Tome um banho antes de deitar . Foto: iStockErro: Não lavar as mãos, especialmente das crianças, depois da aplicação do repelente. As mãos sujas com o produto podem acabar em contato com os olhos e a boca, o que pode causar intoxicação. Foto: iStockErro: aplicar o repelente nas áreas próximas das mucosas (olho, nariz e boca). Foto: iStockErro: passar o repelente em áreas feridas do corpo. Isso aumenta a chance de intoxicação . Foto: iStockErro: tratar os repelentes naturais, como a citronela, como inofensivos é um equivoco. Além de não ter eficácia comprovada, eles ainda podem causar reações alérgicas  . Foto: iStock


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