Comitê dos EUA nega ter sugerido que atletas reconsiderem ida ao Rio por zika

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Porta-voz do comitê afirmou em comunicado que a equipe norte-americana espera pela competição com expectativa e que autoridades esportivas não vão impedir a ida dos atletas

Agência Brasil

Rio de Janeiro passa por obras para receber atletas e turistas para os Jogos Olímpicos 2016
André Motta/Brasil2016.gov.br
Rio de Janeiro passa por obras para receber atletas e turistas para os Jogos Olímpicos 2016

O Comitê Olímpico dos Estados Unidos disse na noite desta segunda-feira (8) que é “imprecisa” a notícia de que teria recomendado a atletas que cogitassem não ir aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto, caso sentissem a saúde ameaçada pelo surto do zika vírus no Brasil.

O porta-voz do comitê, Patrick Sandusky, disse em um comunicado que a equipe norte-americana espera pela competição com expectativa e que as autoridades esportivas não vão impedir os atletas de representarem o país.

A mensagem de recomendação teria sido transmitida às federações de esporte dos Estados Unidos durante uma teleconferência, em janeiro. A informação foi repassada à agência de notícias Reuters pelo presidente da Federação de Esgrima norte-americana, que participou do encontro. O comitê norte-americano disse que a videoconferência se limitou a discutir sobre a viagem de funcionários à área infectada pelo zika vírus.

O comitê disse ainda que segue as instruções do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, em inglês). O COI informou no final de janeiro estar confiante da segurança dos Jogos no Rio. O CDC não recomenda que as pessoas evitem viajar ao Brasil, mas apenas pede que se protejam contra a picada do mosquito Aedes aegypti.

Veja também: Erros que você comete na hora de passar o repelente

O primeiro erro que alguém pode cometer é tratar todos os repelentes como iguais, passando-os sem considerar suas diferenças quanto à durabilidade e efeitos  . Foto: iStockErro: passar o repelente mais de três vezes por dia. Eesse é o máximo de aplicações que os médicos recomendam diariamente . Foto: iStockHá basicamente três tipos de repelentes disponíveis no Brasil: o DEET, o IR 3535 e a  icaridina. Foto: iStockO DEET e o IR 3535 afugentam os mosquitos por até quatro horas. A icaridina é a mais eficiente e consegue os insetos por até 10 horas, reduzindo a quantidade de aplicação ao longo do dia. Foto: STOCKXPERT/ARQUIVOErro: Não priorizar as áreas expostas na hora de aplicar o repelente, como o rosto, pernas e braços, também é um erro. Aplicar o produto em todo o corpo aumenta as chances de intoxicação . Foto: iStockErro: aplicar repelente em ambientes fechados também aumenta as chances de intoxicação. Prefira lugares abertos, onde o ar circula mais e o odor do produto se dispersa melhor . Foto: iStockErro: passar repelentes em crianças com menos de dois anos de idade. Mais sensível, a pele delas tem pouca defesa, absorvendo mais o produto, o que pode gerar complicações  sistêmicas, neurológicas e pulmonares. Foto: iStockErro: dormir com o repelente no corpo não é uma boa prática. O produto pode passar para os lençóis e acabar contato com áreas sensíveis, como olhos e a boca. Tome um banho antes de deitar . Foto: iStockErro: Não lavar as mãos, especialmente das crianças, depois da aplicação do repelente. As mãos sujas com o produto podem acabar em contato com os olhos e a boca, o que pode causar intoxicação. Foto: iStockErro: aplicar o repelente nas áreas próximas das mucosas (olho, nariz e boca). Foto: iStockErro: passar o repelente em áreas feridas do corpo. Isso aumenta a chance de intoxicação . Foto: iStockErro: tratar os repelentes naturais, como a citronela, como inofensivos é um equivoco. Além de não ter eficácia comprovada, eles ainda podem causar reações alérgicas  . Foto: iStock


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