Hillary e Karzai se reúnem para discutir estabilização afegã

Washington, 11 mai (EFE).- O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, iniciam nesta terça-feira uma intensa agenda de trabalho destinada a encerrar o capítulo das recentes tensões bilaterais e definir os próximos passos para estabilizar o país asiático.

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Washington, 11 mai (EFE).- O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, iniciam nesta terça-feira uma intensa agenda de trabalho destinada a encerrar o capítulo das recentes tensões bilaterais e definir os próximos passos para estabilizar o país asiático. O líder afegão chegou na segunda-feira a Washington, onde foi recebido pela chefe de protocolo americano, Capricia Marshall, e pelo representante especial para o Afeganistão e Paquistão, Richard Holbrooke, com quem repassou a agenda de trabalho para os próximos três dias. Antes de iniciar as conversas formais, Karzai compareceu na segunda-feira a um jantar oferecido por Hillary, junto ao secretário de Defesa, Robert Gates, e ao conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, o general James Jones, em Blair House, a residência de convidados oficiais do Governo dos EUA. Em paralelo, o subsecretário de Estado, Jacob Lew, ofereceu um jantar ao restante dos membros das delegações americana e afegã, no mesmo lugar, mas em outro salão. O diálogo entre as delegações começa no início da manhã, com breve discurso de Hillary. Após análise dos diferentes assuntos na agenda entre todos os membros das delegações, serão organizados grupos menores, que farão debates por temas. Nestes diálogos, EUA e Afeganistão abordarão temas como a segurança, a agricultura, a formação da Polícia e do Exército, o Estado de Direito, assuntos da atualidade internacional e a governabilidade responsável. Outros assuntos que serão discutidos são a reintegração dos talibãs e grupos rebeldes, a ofensiva contra os insurgentes e os passos para conseguir o objetivo de Washington de iniciar a saída das tropas americanas do país centro-asiático em meados de 2011, após uma guerra que já dura oito anos. EFE cae/fm

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