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Rio Grande do Sul confirma quinta morte por gripe suína no Brasil

PORTO ALEGRE - Um caminhoneiro, de 35 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira na Santa Casa de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, em consequência da gripe suína http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_top(rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS). A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde de Itaqui.

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    Segundo a secretaria, o caminhoneiro começou a sentir os sintomas da nova gripe em Porto Xavier (que faz fronteira com a Argentina), no dia 29 de junho, quando recebeu os primeiros atendimentos médicos. No último dia 5, ele procurou um hospital em Itaqui, tendo sido transferido para Santa Casa de Uruguaiana, com quadro de pneumonia bilateral, onde morreu.

    Mortes no Brasil

    AE
    Enfermeira distribui panfletos em Osasco

    Enfermeira distribui panfletos em Osasco

    A quarta morte em decorrência da "gripe suína" no Brasil foi registrada na última terça-feira em São Paulo. Segundo a  Secretaria de Estado da Saúde, a vítima é um homem de 28 anos. De acordo com a nota da secretaria, o paciente apresentou febre, dor de cabeça, náusea, vômito, tosse e congestão nasal no dia 1 de julho, tendo procurado o serviço médico no dia 4, quando foi internado no Hospital de Clínicas de Botucatu. No dia 7 de julho seu estado se agravou e ele foi encaminhado para a UTI, onde morreu no dia 10, última sexta-feira.

    A terceira morte no Brasil foi divulgada na segunda-feira no Rio Grande do Sul. Um menino de nove anos , portador de uma doença crônica, morreu no dia cinco de julho no Hospital das Clínicas de Porto Alegre. Ele havia sido infectado pelo seu irmão, que pegou a doença de uma professora que viajou para a Argentina.

    No dia 10 de julho foi confirmada a segunda morte , que ocorreu dia 30 de junho. A vítima foi uma menina de 11 anos, na cidade de Osasco, em São Paulo. O pai da garota está internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas para tratamento da doença. Nesta terça, foi divulgado que seus primos também foram contaminados.

    A primeira morte confirmada por "gripe suína" no País foi registrada no final de junho, no Rio Grande do Sul. Um caminhoneiro de Erechim, que havia voltado de uma viagem de sete dias à Argentina, começou a apresentar os sintomas da doença logo chegou ao País. Mesmo tendo sido assistido, ele não resistiu e morreu.

    Casos investigados

    AE
    gripe suína

    Funcionário faz análise do vírus

    As autoridades sanitárias brasileiras estão investigando duas das quatro mortes por "gripe suína" registradas no País. Ainda não está clara a forma de contaminação do paciente de Botucatu (SP), de 28 anos, morto na sexta-feira. Também não foi esclarecido como a menina de Osasco (SP), de 9 anos, que morreu dia 30, contraiu a doença.

    Se os mecanismos de contaminação não ficarem definidos, o País poderá declarar que já há transmissão comunitária ou sustentável da "gripe suína". Não há prazo estipulado para que a investigação seja concluída, informou o Ministério da Saúde.

    O rapaz de Botucatu teria encontrado pessoas vindas do Chile. Para ser caracterizado o vínculo, é preciso que o contato entre paciente e transmissor tenha sido próximo. No caso da estudante, também há dúvida. Uma professora dela teria ido à Argentina. Mas isso ocorreu no período das férias e não teria havido contato entre elas. Segundo a secretaria de Estado de Saúde, há em São Paulo pelo menos cinco pacientes em estado grave, em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

    A declaração de transmissão sustentada é considerada questão de tempo. Com o inverno e o aumento do número de doentes na Argentina e no Chile, o número de casos suspeitos e confirmados de gripe suína no País aumentou. De acordo com o boletim divulgado na quarta-feira, são 1.175 casos confirmados da enfermidade. 

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