(rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS). Isso leva o Ministério a afirmar que se trata de um indicativo ainda preliminar de que a doença pode estar recuando." / Gripe suína pode estar recuando, diz Ministério da Saúde - Gripe Suína - iG" / (rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS). Isso leva o Ministério a afirmar que se trata de um indicativo ainda preliminar de que a doença pode estar recuando." /

Gripe suína pode estar recuando, diz Ministério da Saúde

SÃO PAULO - Uma nota do Ministério da Saúde informou nesta terça-feira que, entre os dias 9 e 15 de agosto foi registrada uma diminuição no número absoluto de casos graves de gripe suína http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_top(rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS). Isso leva o Ministério a afirmar que se trata de um indicativo ainda preliminar de que a doença pode estar recuando.

Redação |

Entretanto, de acordo com o próprio Ministério, esta observação pode não mostrar a realidade, pois muitas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde possuem casos não digitados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), a base de dados que o Ministério da Saúde utiliza para analisar a nova doença.

Entre 25 de abril e 15 de agosto foram registrados 20.820 casos de síndrome respiratória aguda grave.

Até o momento, o Ministério da Saúde registra 368 mortes causadas pela "gripe suína". Esse número foi registrado após confirmações laboratoriais entre 8 e 15 de agosto. Desse total de pessoas que morreram, 185 (50,3%) tinham fator de risco, incluindo gestação.

Como os casos leves não são mais notificados, a taxa de mortalidade da nova gripe é calculada a partir do número de casos graves da doença. Assim, a taxa de mortalidade é de 0,19 óbitos por 100 mil habitantes.

Foram registrados em todo o País 3.712 casos graves de algum tipo de vírus influenza, sendo 58% dessas pessoas mulheres. Entre os casos graves positivos para influenza, 3.087 (83%) foram confirmados para o novo vírus e 625 (17%) para influenza comum.

Os principais fatores de risco para desenvolver formas graves da nova gripe são doenças respiratórias, idade igual ou menor que 2 anos, debilitação do sistema imunológico, doenças cardiovasculares (incluindo hipertensão arterial) e metabólicas, além de gestação

Entre os casos graves por influenza sazonal (gripe comum), os principais fatores de risco foram doenças respiratórias, idade igual ou menor que dois anos e igual ou maior que 60 anos, doenças cardiovasculares (incluindo hipertensão arterial) e debilitação do sistema imunológico.

Entre os 3.087 casos graves de "gripe suína", 283 eram gestantes infectadas e 237 delas evoluíram para cura.

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