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Paraná confirma mais 21 mortes por gripe suína ; País tem mais de 100 vítimas

CURITIBA - A Secretaria de Saúde do Paraná confirmou nesta terça-feira mais 21 mortes por gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS). O Estado contabilizava quatro mortes devido ao vírus H1N1 até esta terça-feira. Com isso, o total de mortes no Estado sobe para 25. O País contabiliza pelo menos 122 vítimas.

Redação |


O governo do Paraná não soube dar detalhes sobre as vítimas. Por isso, não há confirmação se o óbito anunciado mais cedo pela Secretaria Municipal de Saúde de Londrina está contabilizado no número oficial.

Três mortes em Santo André

A Prefeitura de Santo André, no Estado de São Paulo, confirmou três mortes provocadas pela "gripe suína".

Entre as vítimas, está uma paciente de 54 anos que estava internada no Hospital Estadual Mário Covas. A confirmação do diagnóstico foi feita pelo Instituto Adolfo Lutz. A paciente procurou atendimento médico com quadro de dispnéia (falta de ar).

Outra vítima tinha 46 anos e estava internada em um hospital particular da cidade. Ela procurou atendimento médico no ambulatório da unidade particular, apresentando tosse e um raio-x indicou pneumonia.

A terceira vítima, de 57 anos, que estava internada em um hospital particular da capital paulista, era diabética. 

Outras quatro mortes em São Paulo

Nesta segunda, outras quatro cidades do Estado de São Paulo confirmaram novos casos de "gripe suína". Entre eles, São Caetano do Sul , CampinasItaí e Cotia .

Mais três mortes no Rio de Janeiro

A Secretaria Estadual da Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro informou nesta terça-feira que mais três mortes foram registradas no Estado em decorrência da "gripe suína" (rebatizada de gripe A H1N1 pela OMS).

Segundo nota da secretaria, uma morte ocorreu em Pinheiral, cidade do sul do Rio de Janeiro. A vítima era um homem hipertenso de 30 anos, que morreu no dia 22 de julho. As duas outras mortes ocorreram na capital fluminense: uma mulher obesa, de 32, anos morreu no último dia 23 e outra mulher, de 33 anos, que tinha bronquite, morreu no dia 25 de julho.

Pandemia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 162.380 casos de "gripe suína" em 168 países (incluindo territórios ultramarinos e comunidades) até o último dia 31. Foram confirmadas 1.154 mortes no período.

Todos os continentes foram afetados pela pandemia, de acordo com a OMS. Até o último dia 26, foram detectados seis casos da doença resistentes ao oseltamivir (princípio ativo do medicamento usado no combate à gripe suína). Os casos foram registrados na Dinamarca, em Hong Kong, no Canadá e no Japão, que teve três casos resistentes. Os seis pacientes recuperaram-se da doença.

Protocolo para Tamiflu é o mesmo

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse nesta terça-feira que o Ministério da Saúde não flexibilizou o protocolo para indicação do tratamento da gripe suína  com o antiviral oseltamivir (com nome comercial de Tamiflu).

"Não há nenhuma flexibilização, o protocolo não muda em absolutamente nada", ressaltou o ministro, ao pedir para fazer um pronunciamento antes da entrevista coletiva concedida em Curitiba.

"Apenas o Ministério da Saúde está acrescentando no seu protocolo que toda e qualquer prescrição fora do padrão que o ministério estabelece, a decisão tem que ser tomada em conjunto pelo médico responsável, pela autoridade sanitária local, imaginando que possam existir situações muito específicas que justifiquem condutas A, B ou C", continuou. "São exceções, não rotinas; excepcionalidade, não o dia a dia." De acordo com ele, esse adendo foi colocado a pedido das sociedades médicas e dos especialistas.

Temporão ressaltou ter visto a informação sobre a flexibilização em noticiários da televisão e em jornais. "Quero dizer em alto e bom som que isso não existe, não sei de onde surgiu esse ruído", repetiu. Ele acentuou que isso precisava ficar bem claro, a fim de evitar que a população tenha a "falsa impressão" de que agora todo mundo com sintoma de gripe vai poder pegar o remédio e se tratar. "Não vai acontecer isso, porque seria uma situação de grave irresponsabilidade", acrescentou.

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