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Não há falta de Tamiflu para tratamento da gripe suína , diz governo

BRASÍLIA - O diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, afirmou em audiência de comissão da Câmara dos Deputados que não há falta do medicamento Tamiflu para tratamento de gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/gripesuina/2009/04/30/gripe+suina+oms+decide+adotar+a+denominacao+gripe+a+h1n1+5867930.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) . Ele também rebateu o entendimento de que haja restrição de uso aos casos graves e a pessoas em situação de risco.

Sarah Barros, repórter em Brasília |

Não se trata de impedir o tratamento, mas de indicar o melhor tratamento, afirmou Hage durante reunião da Comissão de Seguridade Social e Família. Segundo ele, o protocolo da Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta o uso a casos graves ou pacientes com fator de risco, como problemas cadíacos. O diretor foi convidado para discutir a estratégia de distribuição do medicamento para tratamento da doença.

A polêmica sobre a distribuição se deu diante das dificuldades de distribuição do medicamento aos Estados e municípios e às farmácias. O Ministério da Saúde informou em agosto que não há proibições para a comercialização e que a diminuição do número de produtos à venda se deu pelo fato de a fabricante ter sido chamada a dar prioridade aos pedidos do governo federal.

Hage frisou que a dificuldade eventual de distribuição e utilização do medicamento nos Estados e municípios não se deve à falta do Tamiflu. Até a semana passada, são quase um milhão de tratamentos distribuídos, contabilizou o diretor, frisando que, dessa forma, há quantidade significativamente maior do produto do que a demanda.

Ele também destacou que o medicamento pode ser administrado em casos suspeitos, mesmo que sejam casos sem gravidade, cujo paciente tenha algum fator de risco.

Boletim

Segundo o último boletim divulgado na última quarta-feira pelo Ministério da Saúde, foram confirmados 6.592 casos graves de gripe suína no Brasil. O número representa 87,1% dos casos de gripe identificados até o dia 29 de agosto, no País. Ao todo, segundo o ministério, foram registradas 657 mortes provocadas pela doença.

Segundo o ministério, o Brasil tem a 6ª maior taxa de mortalidade no mundo, que representa o percentual de mortes em relação à população. De acordo com o boletim, o nível de infecção no hemisfério sul aumentou nos últimos meses por causa do inverno.  

Em contrapartida, o ministério informou que, nas últimas três semanas, foi identificada tendência de redução no número de casos graves. Diante desta tendência, o ministério informou que passará a divulgar boletins quinzenalmente. Os relatórios vinham sendo divulgados a cada semana.

Desafio

O diretor do Ministério da Saúde apontou que, entre os desafios no enfrentamento da doença, está o tratamento de gestantes.  Durante sua exposição, Hage destacou que há uma atenção especial às grávidas. Porém, ele salientou que a gestação não é, por si só, um fator de risco. Temos identificado que a gestação, com outro fator de risco, aumenta a probabilidade de agravar, descreveu.

Segundo Hage, a segunda onda de epidemia também é uma preocupação. Todos os países estão se preparando para isso, afirmou. A expectativa é que a nova onda surja no hemisfério norte. Não se sabe se as medidas até então adotada podem diminuir sua eficácia, destacou.

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